sexta-feira, 1 de abril de 2011

RECUPERAÇÃO DO FABULOSO GERA OTISMISMO NO TRICOLOR

Avaliação médica prevê retorno aos treinos em duas semanas e meia e clube já planeja festa da reestreia


vipcomm

São Paulo - A ressonância magnética realizada ontem no atacante Luis Fabiano confirmou as expectativas otimistas do departamento médico e da comissão técnica do São Paulo. Em duas semanas e meia, o Fabuloso estará completamente recuperado da lesão do joelho direito e poderá participar dos treinamentos.

“O exame confirmou aquilo que a gente já sabia. Tudo está conforme o previsto. Não é nada grave. É só esperar a cicatrização para que ele possa ser liberado”, comentou o médico do clube, José Sanchez.

Desde a sua chegada no domingo, a rotina do ídolo são-paulino tem sido extensa. Ele tem trabalhado em dois períodos no Reffis, totalizando seis horas de exercícios por dia.

Dentre as atividades executados pelo camisa 9 do tricolor paulista estão sessões de fisioterapia e hidroterapia para intensificar o trabalho de fortalecimento muscular. Segundo o integrante do departamento médico, o jogador, que participou da Copa do Mundo da África do Sul, tem sido bastante disciplinado. “Ele está muito motivado e feliz por estar aqui. No que depender do Luis Fabiano, a reestreia será o quanto antes”, garante José Sanchez.

Mesmo assim, ainda é difícil prever quando Luis Fabiano poderá voltar a vestir a camisa do São Paulo. Isto porque ele terá que readquirir a forma física, depois de ficar longe dos gramados por um mês e meio.

Independentemente da data da volta do astro, o departamento de marketing do São Paulo já prepara uma grande festa. Mas, por enquanto, a diretoria ainda não adianta o que pode acontecer no tão esperado dia da reestreia do Fabuloso.

“Não sabemos nem uma data, mas já estamos começando a planejar o evento. Na segunda-feira, poderemos dar alguns detalhes”, comentou o diretor de marketing do São Paulo, Julio Casares.

fonte: marca.br

MESMO SEM COPA, SÃO PAULO REFORMA O MORUMBI COM CRITÉRIOS DA FIFA

Estádio recebe novos assentos, espera por cobertura e ainda sonha em ser plano de emergência para 2014

Há quase dez meses, ainda durante a Copa de 2010 na África do Sul, a Fifa e o Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 anunciaram que o estádio do Morumbi havia sido descartado como possível sede paulista para a abertura ou qualquer jogo do Mundial a ser disputado no Brasil. Mesmo assim, o São Paulo segue tocando as obras de reforma do seu estádio referentes ao projeto de R$ 250 milhões não aprovado pela entidade.

Nos bastidores do clube, hoje os são-paulinos se dividem. Há quem afirme que “vocês vão ver a Copa do Mundo aqui”, em referência ao estádio. O próprio presidente Juvenal Juvêncio disse há pouco mais de um mês que “Itaquera [o estádio do Corinthians] não sai”, indicando que ainda confia na presença do Morumbi no torneio. Nesse cenário, as recentes críticas do presidente da Fifa, Joseph Blatter, ao atraso das obras no Brasil, parece ser só mais um motivo de otimismo.

Mas outros dirigentes já não mostram tanta confiança. “Eu acredito que o estádio do Corinthians vai sair sim, porque já houve demonstração de boa vontade da prefeitura, do governo do estado e eles vão ter apoio fiscal. E mesmo que não saísse, existe uma briga política entre a CBF e o São Paulo que torna quase impossível o Morumbi voltar a ser cogitado”, diz o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes.

Polêmicas à parte, o São Paulo segue promovendo as reformas que seriam feitas em seu estádio para atender ao caderno de encargos da Fifa. Criação de camarotes, renovação de banheiros, instalação de novos assentos e construção de novos vestiários são alguns itens planejados para serem concluídos até o final de 2013. Prazo, portanto, suficiente para que o estádio fique à disposição da entidade em uma eventual emergência.

O principal ponto da reforma, no entanto, não é nenhum dos citados acima, mas sim a construção de uma cobertura para o estádio. Apenas essa parte da reforma tem um custo estimado entre R$ 120 e R$ 150 milhões, valor a ser pago por um parceiro comercial que, segundo os dirigentes são-paulinos, está muito perto de ser anunciado. Neste momento, apenas os últimos detalhes jurídicos estão sendo acertados. E a partir do momento que o acordo for confirmado, o prazo para construção da cobertura é de 18 meses.

Foto: Reprodução

Custo da cobertura, entre R$ 120 e R$ 150 milhões, será pago por uma empresa parceira; São Paulo diz estar negociando os últimos detalhes jurídicos do acordo

A intenção é de que essa empresa parceira pague integralmente o valor da cobertura. Em troca, terá direito a uma série de propriedades de marketing ainda não totalmente definidas, mas que incluem camarotes e os naming rights e exploração comercial de um novo espaço para shows musicais e outros eventos no estádio, com capacidade para até 25 mil pessoas, algo hoje inexistente na cidade de São Paulo.

Ao contrário do que acontece hoje, com a realização de shows obrigando o São Paulo a transferir seus jogos para outros lugares, no caso dessa nova arena será possível realizar um evento em um sábado à noite, por exemplo, e um jogo no estádio no dia seguinte. Isso porque o local dependerá basicamente do fechamento de um ambiente reduzido, onde hoje estão as arquibancadas amarelas e o gol do portão principal (veja na galeria de fotos ilustrações do projeto desta nova arena). A expectativa é de que comece a funcionar assim que a cobertura for concluída.

Assim, restam cerca de R$ 130 milhões a serem investidos pelo próprio São Paulo. Desse total, R$ 80 milhões já foram gastos até agora segundo José Francisco Manssur, assessor da presidência do São Paulo e membro do Comitê Morumbi 2014, criado quando o estádio ainda era o principal candidato a sediar os jogos da Copa do Mundo na cidade.

Manssur explica que o Morumbi, deficitário até 2002, hoje dá R$ 32 milhões de lucro ao São Paulo por ano (este é o valor referente a 2010; ainda não existe uma previsão do superávit para 2011, mas a expectativa é de melhora, como vem acontecendo nos últimos anos). Por isso, o clube teria toda a garantia financeira em relação à sua parte das reformas. “Em relação à parte financeira já ficou provado desde que começamos a conversar com a Fifa que estava tudo equalizado”, diz.

Esse superávit vem principalmente do aluguel de camarotes corporativos. Hoje são 36 no estádio e empresas como Volkswagen, Itaú, BMG, Habib`s, Nestlé, Visa, TIM, Sky e Andrade & Gutierrez pagam até R$ 1,2 milhão por ano pelos espaços, que em média comportam 64 pessoas, seja para jogos, shows ou eventos privados no estádio. Outras 40 empresas estão na fila de espera e novos camarotes estão sendo criados. Só não se sabe, por enquanto, qual será o número máximo de instalações do tipo.

Foto: Reprodução

Visão aérea do Morumbi e da praça Roberto Gomes Pedrosa após projeto de revitalização do local
Além dos camarotes, outras etapas da reforma já cumpridas foram a instalação de 17 mil novos assentos - a capacidade do estádio após dezembro de 2013 será de 70 mil, o suficiente para recber até a abertura da Copa pelas regras da Fifa - e a renovação de quatro banheiros para o público comum no anel inferior e um no anel intermediário.

Os banheiros, aliás, são um motivo de orgulho à parte para os responsáveis pelas reformas. “São instalações de estádio, mas parecem de shopping. É como no metrô, qua as pessoas respeitam. Se o torcedor vê que está tudo arrumado, ele vai respeitar mais do que se estiver sujo, pixado. E se quebrar alguma coisa, arrumamos no dia seguinte. Se o cara é tratado como gado, age mal, mas se for tratado bem ele respeita”, diz Manssur.

Também já estão em funcionamento anel inferior do Morumbi outras iniciativas comerciais, como um buffet infantil, uma livraria, uma loja-conceito da fornecedora de material esportivo do clube e uma academia, cujos frequentadores tem direito inclusive de utilizar a pista de atletismo em volta do campo.

Nas próximas etapas da reforma, será construído um auditório para 360 pessoas que poderá ser alugado para diversos tipos de eventos. Os atuais vestiários passarão a ser utilizados apenas como camarins para os shows realizados no estádio e novos locais para os atletas serão construídos, com entrada para o campo no centro do gramado, como é padrão em competições da Fifa.

Para completar, uma das atuais rampas de acesso às arquibancadas dará lugar a três torres comerciais. No projeto inicial, para a Copa do Mundo, estes prédios sediariam, entre outras coisas, o centro de imprensa do estádio. Após o torneio, podem ser alugados para empresas ou transformados em um hotel, especialmente para atender às pessoas que acompanham parentes internados no hospital São Luiz, próximo ao Morumbi.

Visão da avenida Jorge João Saad permite observar níveis do estacionamento que seria construído em frente ao Morumbi; custo de R$ 130 milhões para os cofres públicos

Mais de 17 mil novos assentos já foram instalados nos anéis inferior e intermediário; capacidade do estádio após reforma será de 70 mil pessoas

A parte pública dos investimentos

Todos os aspectos da reforma já citados serão pagos ou viabilizados com parcerias pelo São Paulo. Porém, uma parte importante da renovação do estádio depende do poder público. Trata-se da revitalização da praça Roberto Gomes Pedrosa, com a criação de um estacionamento para 1650 carros em três andares, sem alterar as vias públicas que já existem hoje.

Esse projeto de revitalização, que já está em sua oitava versão, foi encomendado ao arquiteto Ruy Ohtake pelo próprio São Paulo e entregue à prefeitura. O custo total seria de R$ 130 milhões, já incluídos no investimento de R$ 3,2 bilhões da linha 17-Ouro do Metrô, que prevê a ligação do aeroporto de Congonhas à estação São Paulo-Morumbi, da linha 4-Amarela.

Sobre essa melhora no transporte coletivo da região, a expectativa era de que os envelopes da licitação da linha 17 tivessem sido abertos esta semana. Contudo, isso foi impedido por uma liminar obtida por uma associação de moradores de bairro. Agora, espera-se que os envelopes sejam abertos num prazo entre 10 dias e duas semanas.

fonte: ig

ADRIANO DIZ ESTAR CHATEADO COM O FLA E PREGA RESPEITO AO SÃO PAULO

Atacante fala sobre o ‘não’ de Vanderlei Luxemburgo e afirma que não irá comemorar gols que fizer contra o Tricolor do Morumbi

O Corinthians é o terceiro clube brasileiro de Adriano. Seu foco, aliás, é conquistar a exigente Fiel pouco a pouco. Foi uma dica até dada por Ronaldo. Isso não significa, porém, que Flamengo e São Paulo deixaram o coração do atacante. Sim, ele está chateado com o Rubro-Negro. Mas não a ponto de esquecê-lo.
Revelado na Gávea e campeão brasileiro pelo clube em 2009, Adriano se ofereceu ao time carioca nesse seu retorno ao Brasil. Mas o técnico Vanderlei Luxemburgo não o quis por lá e avisou à diretoria que não era a favor de sua contratação.
- O Flamengo é um clube que fez parte da minha vida. Fico um pouco triste com isso, mas hoje estou mais feliz no Corinthians. De qualquer maneira, tenho de agradecer aos torcedores do Flamengo pelo carinho. O Flamengo vai ficar em um cantinho, porque agora em primeiro lugar é o Corinthians – declarou o Imperador.
Sobre o São Paulo, clube que defendeu em 2008 por seis meses, Adriano adotou postura respeitosa e disse que não comemorará gol contra o Tricolor.
- O São Paulo fez parte da minha vida também. Fui para lá me recuperar. Devo isso a eles. E devo respeito também. Deixar de fazer gol eu não posso, mas não vou comemorar – acrescentou o Imperador.
Logo depois dessa resposta de Adriano, o presidente do Corinthians, Andrés Sanches, pegou o microfone e fez uma brincadeira:
- Isso com o tempo nós mudamos na cabeça dele... – finalizou Sanches.
A prova poderá ser tirada em dois jogos do Campeonato Brasileiro.
fonte: globo esporte

quinta-feira, 31 de março de 2011

INTER DE MILÃO, BARCELONA E MANCHESTER UNITED "NAMORAM" LUCAS, DIZ JORNAL ITALIANO

Segundo a Gazzetta dello Sport, meia-atacante do São Paulo encantou times da Europa

Lucas jogou menos de 30 minutos contra a Escócia, mas chamou a atenção de vários clubes com sua velocidade

Lucas jogou pouco mais de 20 minutos com a camisa do Brasil. Mas seu desempenho no domingo (27), diante da Escócia, em Londres, chamou a atenção de vários clubes. Segundo a Gazzetta dello Sport, Inter, Barcelona e Manchester United estão de olho na joia são-paulina.



A publicação diz que Neymar era o jogador a ser observado pela Inter, mas que Lucas encantou os “olheiros” italianos com sua velocidade e suas arrancadas. O jornal diz que no Brasil o são-paulino está sendo chamado de “novo Rivelino” e que ele está fazendo a diferença no Paulista.

A Gazzetta cita a astronômica multa contratual do são-paulino (próxima dos R$ 200 milhões) como obstáculo para a contratação do meia-atacante, mas diz que os clubes europeus podem fazer esforços para tentar tirar a joia do Morumbi.

A publicação italiana também cita o interesse italiano em Dentinho. Sobre o corintiano, o jornal afirma que o atacante aprendeu muito Ronaldo e agora está pronto para se transferir para a Europa. De acordo com a Gazzetta, a Juventus estaria interessado no futebol de Dentinho.
fonte: R7

FALECE O DR. ADEMAR DE BARROS, PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO SPFC



Com profundo e doloroso pesar o São Paulo Futebol Clube comunica o passamento do Dr. Ademar de Barros, Presidente do Conselho Deliberativo do SPFC. Aos 72 anos e um dos principais expoentes da política são-paulina, Ademar de Barros faleceu na tarde desta quarta, 31 de março de 2011.

Paulista de Olímpia, no interior de São Paulo, nascido a 27 de novembro de 1938, advogado bem sucedido e sócio do São Paulo FC desde 1967 (associado nº 299), Ademar trilhou significante carreira política no clube. Por três mandatos foi Presidente do Conselho Deliberativo - 1994/96, 2006/08 e 2008/11. Em outros dois foi Vice-Presidente da Diretoria Executiva - 2000/02 e 2005/06, trabalhando junto, neste último, a Marcelo Portugal Gouvêa, contribuindo árdua e verdadeiramente com as conquistas são-paulinas mais recentes.

Conselheiro Vitalício e Membro Nato do Conselho Consultivo, deixa a esposa, Cacilda L. T. de Barros, e dois filhos, Eduardo e Andréa.

O velório acontece no Cemitério do Morumby, a partir das 09h desta sexta (01 de abril). O sepultamento, no mesmo local, se dará às 14 horas.

O São Paulo Futebol Clube declara luto oficial de 3 dias e oferece seus mais profundos sentimentos à família.

Nota do Blog: o blog sempre são paulo também se solidariza pela perda do grande ademar de barros.
Que durante vida foi um ser humano de grande caráter e um são paulino apaixonado pelo clube que tanto honrou.
Que Deus nesse momento de dor possa comfortar toda sua familia.

ELENCO PEDE APOIO DA TORCIDA NO JOGO DE VOLTA

Tricolor perdeu em Recife e terá de decidir vaga na Copa do Brasil na Arena Barueri
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Por Rubens Chiri - Lucas foi bem marcado no estádio Arruda
Para conquistar uma vaga na próxima fase da Copa do Brasil, os jogadores do São Paulo esperam o apoio da torcida no jogo da volta, na próxima quarta-feira. Eles acreditam que os são-paulinos possam repetir a mesma festa feita na apresentação do atacante Luis Fabiano, quando 45 mil pessoas estiveram no estádio do Morumbi na última terça-feira.
No site da CBF (http://www.cbf.com.br/), a partida está marcada para a Arena Barueri, dia 6 de abril, às 21h50. O zagueiro Alex Silva, que tem um ligação muito forte com os torcedores, pede a presença de todos. O São Paulo precisará vencer por dois ou mais gols de diferença para eliminar o time pernambucano.
"A nossa equipe foi guerreira. Tentamos buscar o gol. Agora a gente joga diante da nossa torcida e espero que eles façam muita festa. Somos fortes em casa. Vamos reverter este resultado", ressaltou o camisa 3 são-paulino.
Lucas segue o discurso do companheiro.
"É um resultado inesperado. O São Paulo sempre entra para vencer. Foi um jogo difícil aqui, como será para o Santa Cruz em São Paulo. Não tem nada perdido", concluiu o garoto.
fonte: site oficial

APÓS DERROTA DO SÃO PAULO, LUCAS RECLAMA: "FORAM DESLEAIS"

Meia sofreu com a forte marcação dos jogadores do Santa Cruz, no Recife

Santa Cruz x São Paulo (Foto: Pablo Rey) Lucas sofreu com a marcação do volante Everton Sena (Foto: Pablo Rey)

Após a partida desta quarta-feira, contra o Santa Cruz, os jogadores do São Paulo saíram reclamando da forte marcação do time da casa, muitas vezes desleal, segundo eles. Lucas e Fernandinho foram os que mais sofreram na derrota por 1 a 0, pela Copa do Brasil, em Recife.

– O time veio para marcar forte. Um não saía do meu pé, outro, não saía do Lucas. Uma marcação determinada – disse Fernandinho.

– Daqui para a frente, a tendência é que eu sofra mais com a marcação mesmo. Mas estou preparado, o que não pode é eles serem desleais como hoje – declarou Lucas.

O meia foi implacavelmente marcado pelo zagueiro Everton Sena, que, assim como ele, vestiu a camisa 7. Tamanha firmeza do adversário impressionou o são-paulino.

– Acho que, no profissional, não me lembro de ter sido marcado dessa forma, tão forte. Mas em alguns momentos eles foram desleais. Não vou mudar meu estilo de jogo, isso acontece – analisou o são-paulino.

Lucas, que jogou após retornar da Seleção Brasileira, ligou o alerta para o jogo de volta:

– O resultado nos preocupa, sim. Não esperávamos sair com a derrota, mas o Morumbi é nossa casa, teremos o apoio da torcida, e eles terão dificuldades como tivemos hoje.

fonte: lance

TRICOLOR PERDE NO RECIFE COM GOL CONTRA DE SOUTO

Derrota por 1 a 0 obriga jogo da volta, que será realizado na próxima quarta-feira

Não foi o resultado que o São Paulo gostaria de trazer de Recife. Com um gol contra do volante Rodrigo Souto, o Tricolor Paulista perdeu para o Santa Cruz por 1 a 0, nesta quarta-feira à noite, no Arruda, pela segunda fase da Copa do Brasil.

Com o revés, o São Paulo não conseguiu eliminar o jogo da volta. Na próxima quarta-feira, em partida realizada na Arena Barueri, o Tricolor precisará vencer por dois ou mais gols de diferença para ficar com a vaga. Se devolver o resultado de Recife, a decisão será nos pênaltis.

Como já citado, um placar indesejado. Mas, por outro lado, o São Paulo tem totais condições de reverter diante da sua torcida. A equipe vive boa fase na temporada e não será uma derrota que mudará isso. Semana que vem, os torcedores estarão apoiando. O objetivo do Tricolor é a Copa do Brasil. E tudo será feito para manter este sonho vivo.

GOL, MAS CONTRA

O técnico Paulo César Carpegiani surpreendeu na escalação inicial do São Paulo. O comandante são-paulino optou pela entrada do meia Rivaldo na equipe. Por opção,o volante Carlinhos ficou no banco. Com isso, o Tricolor atuou no 4-4-2, com Rhodolfo na lateral direita, enquanto o camisa 10 fez dupla com Lucas na armação.

A primeira chance clara de gol surgir pelos pés do próprio Rivaldo. O são-paulino tocou para Dagoberto, que driblou o zagueiro, mas na hora do chute foi travado. No rebote, o meia pegou de primeira e assustou o goleiro do Santa Cruz. Mas o Tricolor ficou nisso.

Por outro lado, os anfitriões chegaram ao primeiro gol. Muito por conta de um erro são-paulino. Aos 34 minutos da etapa final, após cruzamento da esquerda, o volante Rodrigo Souto tocou contra o seu próprio gol e fez contra. Rogério Ceni nada pode fazer. Infelicidade, que custou a derrota parcial do Tricolor.

DERROTA EM RECIFE

Na volta do intervalo, Carpegiani promoveu sua primeira alteração na partida. Tirou Juan e colocou Carlinhos em campo. Desta forma, Miranda atuou mais pelo setor esquerdo da zaga, enquanto Jean voltou para a lateral. O camisa 20 ficou, assim como Rodrigo Souto, responsável pela marcação no meio de campo.

O Tricolor ainda encontrava dificuldades para chegar com perigo ao gol adversário. Dagoberto, pela direita, chutou cruzado, mas o goleiro do Santa Cruz fez a intervenção. Aos 15 minutos, Ilsinho ficou com a vaga de Rivaldo, que fez boa partida no reencontra com seu ex-clube. Para dar mais ofensividade, Marlos no lugar de Rodrigo Souto, aos 22.

Minutos depois, Leandro fez falta em Fernandinho, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um a mais, o Tricolor seguiu no campo adversário, mas o Santa Cruz se fechou completamente. Um paredão que o São Paulo não conseguiu furar, pois seguiu sem encaixar um bom ataque.

AGORA É O PAULISTÃO

Depois da partida contra o Santa Cruz, o São Paulo volta suas atenções para o Campeonato Paulista. O grupo se reapresentará nesta quinta-feira à tarde, no CT da Barra Funda. A equipe voltará a campo no próximo domingo diante do Mirassol, na Arena Barueri. No Paulistão, o Tricolor é o vice-líder. Atrás somente do Palmeiras.
fonte: site oficial

quarta-feira, 30 de março de 2011

APRESENTAÇÃO DE LUIS FABIANO FOI A TERCEIRA MAIOR DO MUNDO

EVENTO TEVE DESTAQUE INTERNACIONAL

A extraordinária recepção para Luis Fabiano no estádio do Morumbi foi retratado pelo site da entidade máxima do futebol, bem como por diversos jornais esportivos estrangeiros, como os espanhóis As e Marca.
A festa organizada pelo clube, com mais de 45.000 torcedores, ficou marcada na história como a maior recepção de um jogador no futebol brasileiro, e a 3ª maior do futebol mundial, ficando atrás apenas da apresentação de Cristiano Ronaldo e Diego Maradona.
Isso mostra que a ousadia do clube em repatriar Luis Fabiano tem tudo para o clube não apenas dentro de campo, mas também com ousadas iniciativas de marketing.
O Blog mais uma vez parabeniza todos os envolvidos nessa grande contratação e na organização deste extraordinário evento.

fonte: blog do navarro

SÃO PAULO QUER FINDAR IMAGEM DE CLUBE ELITISTA E ESTUDA LANÇAR UNIFORME A R$ 50


vipcomm

O São Paulo pretende definitivamente deixar a imagem de clube elitista e encontrou em Luis Fabiano a personificação do jogador de todas as classes. A presença maciça de torcedores na apresentação do atacante, terça, no Morumbi, foi entendida pela diretoria como uma prova do potencial comercial perante o público. Para explorar a ala “povão”, o São Paulo estuda a confecção de camisas oficiais populares abaixo de R$ 50 a unidade.
A Reebok, fornecedora de materiais esportivos do clube, negocia com o São Paulo a viabilização de uniformes mais simples, semelhantes à camisa original, vendida por R$ 170, em média, três vezes mais que a versão popular.

“A Sao Store [rede de lojas oficial do São Paulo] era uma loja dita como elitista. Mas a expansão da rede em outros centros mostra o contrário. Lançaremos produtos da linha Luis Fabiano e está em estudo o lançamento de uma réplica da camisa, abaixo de R$ 50. Pode ter certeza que com o Luis Fabiano nós vamos arregimentar novos torcedores”, declarou o diretor de marketing do São Paulo, Adalberto Baptista.
A presença de Luis Fabiano no São Paulo atraiu investidores. O grupo Multi (que associará suas marcas Yázigi e Microlins ao clube) e a Visa firmaram parcerias com o clube.

As duas empresas usam os mesmos argumentos para explicar a aproximação ao São Paulo. O Fabuloso tem a imagem que se identifica com o povo: batalhador e vencedor no que faz.

“Luis Fabiano é um exemplo de profissional de sucesso, e o estudante que quer ingressar no mercado de trabalho se identifica com ele”, opinou Sérgio de Souza Carvalho Júnior, diretor de marketing do grupo Multi.
fonte: uol

OS BASTIDORES DA FESTA DE LUIS FABIANO

Luís Fabiano nem bem pisou no Morumbi e já garantiu R$ 5 milhões aos cofres do clube. A bolada vem de três contratos de patrocínio assinados nesta quarta, horas antes da apresentação fabulosa do jogador no Morumbi. O Yázigi é o responsável pela maior fatia e vai estampar sua marca nas mangas da camisa tricolor por uma temporada. Já a Copagaz ficará com as barras do manto por quatro meses. A terceira parceira do time é a Visa, que pagará cerca de R$ 500 mil para ter o direito de exibir seu logotipo no peito da camisa apenas na partida de estreia de Luís Fabiano - na data, excepcionalmente, a marca do Banco BMG vai ficar acima do distintivo. Pelas contas da diretoria, a chance de a contratação de Luís Fabiano se pagar ainda no primeiro ano de contrato é enorme. Aumento de receita com bilheteria, venda de camarotes e ampliação do programa "Sócio Torcedor" são as próximas apostas do clube.

Campanha política
O presidente Juvenal Juvêncio aproveitou a festa de Luís Fabiano e Rogério Ceni para fazer campanha - ele tentará se reeleger na eleição marcada para abril. Pessoas ligadas a Juvenal andavam pelo Morumbi com uma camisa amarela, da cor de sua chapa, com os seguintes dizeres: "Eu quero mais Juvenal Juvêncio".

Penetras na festa
A banda Planta & Raiz fez o Morumbi balançar ao cantar o hino do Tricolor. O curioso é que o cantor da banda de reggae, responsável por puxar o coro, é santista. Já o baterista torce pelo Corinthians. Quem também ganhou o público foi a panicat Babi, que deu a volta olímpica apenas de biquíni. Foram tantos elogios que ela até se esqueceu da chuva e do frio.

Provocação básica
Ao ver o Morumbi praticamente lotado, gritando em coro o nome de Luís Fabiano, o diretor de marketing tricolor Adalberto Baptista não se conteve e, em tom irônico, perguntou a outro dirigente: "E como anda a festa de apresentação do Adriano? Será que ele conseguiu reunir muita gente?".

Sem boné
Antes de subir no palco, Luís Fabiano recebeu um boné da Independente, maior torcida organizada do São Paulo. O Fabuloso chegou a cumprimentar Juvenal com o adereço, mas Adalberto logo passou a mão no item e o atirou para fora do palco. Propaganda para torcida uniformizada de graça? Nem pensar!

Em fase de ajustes
Lançado na segunda-feira, o "É Gol" começou com problemas operacionais. Torcedores de Palmeiras, Santos e São Paulo estão tendo dificuldades para encontrar os títulos de capitalização de seus times em várias lotéricas da cidade. A Caixa Econômica promete normalizar a situação até o fim da semana.

VOCÊ SABIA?
Rogério virou Ceni por causa de Rogério Belém

Maior ídolo da história do Tricolor, Rogério Ceni era chamado apenas de Rogério até o ano de 1997, quando começou a virar titular. Na época, porém, o São Paulo acertou a contratação do meia Rogério Belém, jovem promessa do Pará indicada pelo então técnico do clube, Muricy Ramalho. Como o elenco já contava com outro Rogério, o zagueiro Rogério Pinheiro, os dirigentes do clube resolveram que o camisa 1 são-paulino passaria a ser Rogério Ceni.

Apresentação do artilheiro contou com a participação de cantores, atletas, musas e show pirotécnico; Rogério Ceni também foi homenageado pelo centésimo gol no clube | Crédito: Diário SP/Lancepress

fonte: diário de são paulo

MAIS UM DESEJO DE ROGÉRIO CENI

Nesta quarta-feira, São Paulo joga pela Copa do Brasil, torneio que é o objetivo do goleiro em 2011


Por Rubens Chiri/saopaulofc.net - Rubens Chiri/saopaulofc.net - Após centésimo gol, Rogério quer títulos pelo São Paulo

Depois da inesquecível noite no Morumbi na última terça-feira, quando apresentou o atacante Luis Fabiano para 45 mil torcedores, o São Paulo volta as suas atenções para a Copa do Brasil. Competição, inclusive, que é um dos objetivos do goleiro Rogério Ceni. Nesta quarta-feira à noite, em Recife, o Tricolor enfrentará o Santa Cruz, pela segunda fase do torneio.

No último domingo, na Arena Barueri, o camisa 1 são-paulino marcou seu centésimo gol. Após o jogo, em entrevista coletiva, Rogério deixou claro seu desejo por títulos (São Paulo não conquista um desde 2008) e a vontade de retornar à Libertadores. Objetivos que poderão ser alcançados com a conquista da Copa do Brasil.

"O meu maior objetivo é ser campeão. O que vai valer para mim é título. Retornar à Libertadores é o meu objetivo. É o que tenho de mais importante para este ano", ressaltou Rogério Ceni.

Na primeira fase da competição, o Tricolor despachou o Treze em apenas um jogo. Na Paraíba, Dagoberto, Fernandinho e Lucas foram os grandes destaques. O camisa 25 marcou dois gols, enquanto seu parceiro de ataque um. Já o garoto não deixou sua marca, mas foi extremamente fundamental no triunfo tricolor.

Rogério bateu na trave na Copa do Brasil. Em 2000, o São Paulo chegou na final diante do Cruzeiro. Após empate sem gols no Morumbi, a grande decisão aconteceu no Mineirão. O meia-atacante Marcelinho, que já deixou o clube, marcou o primeiro gol. Mas os paulistas viram o título escapar nos últimos minutos de jogo.

Para o duelo desta quarta-feira, além da excelente fase de Rogério, o técnico Paulo César Carpegiani contará com o retorno do garoto Lucas. No fim de semana, o camisa 7 participou do amistoso da Seleção Brasileira contra a Escócia, em Londres. Ele entrou no segundo tempo e foi elogiado por Mano Menezes.

Além dele, Juan, suspenso na última rodada do Paulistão, volta ao time titular. Dos considerados titulares, todos estão à disposição. Apenas Luis Fabiano ainda segue se recuperando de lesão no joelho direito. Camisa 9 que será fundamental para o São Paulo realizar o desejo de Rogério. Dupla que promete...

SANTA CRUZ-PE X SÃO PAULO

Estádio: Arruda, em Recife (PE)
Data/hora: 30/3/2011 - às 21h50 (de Brasília)

Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
Auxiliares: Raimundo Carneiro de Oliveira (BA) e José R. Dias da Hora (BA)

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso, Jackson, Thiago Mathias, Leandro Souza (André Oliveira) e Renatinho; Jeovânio, Cleber Goiano, Weslley e Natan; Gilberto e Landu. Técnico: Zé Teodoro.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda (Rivaldo ou Xandão) e Juan; Jean, Rodrigo Souto, Carlinhos Paraíba e Lucas; Dagoberto e Fernandinho. Técnico: Paulo César Carpegiani.
 fonte: site oficial

terça-feira, 29 de março de 2011

EXTASIADO COM FESTA, LUIS FABIANO "PEDE" PÊNALTIS A CENI E APOSTA EM GOLS

Camisa 9 fala que também está mais controlado e que precisa de títulos. Ele espera estar recuperado de lesão para poder jogar em duas semanas

Depois da festa no gramado e diante da torcida no Morumbi, Luis Fabiano deu a primeira entrevista coletiva após seu retorno ao São Paulo. O jogador se mostrou surpreso com o tamanho do evento para sua apresentação, explicou que o Tricolor sempre foi a primeira opção no retorno ao Brasil e revelou que tem necessidade de ganhar mais títulos com a camisa do São Paulo. Ele foi campeão do Torneio Rio-São Paulo, em 2001. A busca por gols também continua, e vale até negociar umas cobranças de pênalti com Rogério Ceni. O temperamento explosivo do passado também está sob controle, garante o camisa 9. Confira os principais trechos da coletiva do Fabuloso.

Impressionado com a recepção são-paulina

"A festa já começou no aeroporto, quando cheguei havia muita gente, e sair no meio do público foi uma coisa nova. E hoje foi como um sonho: voltar a vestir a camisa do São Paulo foi impressionante, nunca havia visto uma apresentação com tanto público. Eu vi a do Ronaldo, mas esta foi inesquecível. Espero retribuir. A partir de amanhã começa o trabalho e tenho de corresponder".


Volta ainda em alto nível de rendimento e Copa de 2014

"Quando saí e fui para a Europa sempre deixei claro que gostaria de voltar em condição de poder jogar vários anos e em alto nível. Tinha sonho de voltar com 30, 31 anos. Volto pensando no São Paulo. A Seleção ainda faz parte da minha vida, ainda penso, acho que tenho condição de ajudar. Mas hoje meu objetivo é voltar bem no São Paulo, ser o Luis Fabiano que o torcedor conhece. Seleção vai ser consequência. Hoje só penso em dar certo no São Paulo. A chance na Seleção vai chegar dependendo do meu rendimento".

Outras propostas (Santos, Internacional e Corinthians) e escolha pelo São Paulo

"Minha vontade era de voltar para o São Paulo. Tive muitas propostas, mas me ceder por empréstimo o Sevilla jamais aceitaria, e quando soube que o São Paulo estava interessado, fiquei feliz e fiz o possível para vir. Gostaria de voltar para o Brasil, mas essa sempre foi minha primeira opção. Não sei se me adaptaria em outro clube".



Em busca de títulos

"Venho para continuar minha história e para ganhar o que faltou. Tem algumas coisas importantes como chegar a ser o quinto artilheiro da história do São Paulo, o que seria bonito. Mas o principal é ganhar títulos. Tenho quatro anos para isso e acredito que com esse grupo é possível. Sou ídolo do são-paulino porque sempre me doei 100%. Fui guerreiro, batalhei muito. Para ganhar titulo precisa de algo mais, o que naquela ocasião faltou, mas o torcedor reconhece quem se doa".

Ansiedade pela apresentação ao torcedor

"Desde quando cheguei estava ansioso por esse momento, tinha de andar escondido. Já errei na entrada, porque tinha de estar tranquilo, mas saí correndo. Foi maravilhoso e inesquecível. Foi demais. No Morumbi cabe bastante gente, o estádio é grande, isso mostra a grandeza do São Paulo. Na hora em que precisa o torcedor mostra amor ao clube. Quero agradecer por tudo que foi feito. Foi um trabalho de três semanas, desde que assinei em Sevilha. Teve planejamento para a festa e foi muito legal. Agora é recuperar logo para entrar em campo, que é outra ansiedade".

Chegada ao Brasil, clássico e tempo de recuperação

"O domingo começou espetacular. Não imaginava ter tanta gente, porque o desembarque era às 6h da manhã. Depois houve uma expectativa grande para o clássico, foi uma vitória espetacular, mas o gol 100 do Rogério coroou meu domingo. Ele tem uma estrela grande. Errou um pênalti, mas se não tivesse perdido teria feito o gol 100 contra o Paulista e não teria tanto brilho. Meu retorno é uma pergunta difícil. Tenho que ver com os médicos, fisioterapeutas, mas hoje me sinto muito bem. Em duas semanas espero estar jogando (ele se recupera de lesão no joelho direito)".

Caminho até o Morumbi

"Quando cheguei à praça e vi o tanto de gente, começou a emoção, parecia jogo de Libertadores. Não imaginava que viria tanta gente. Começou a ansiedade de festejar com a torcida. Aí sim fiquei nervoso. É uma coisa inesquecível. Nunca tinha passado por isso. Vi na Europa Cristiano Ronaldo e Kaká viverem isso. Vai ficar marcado na história do futebol Brasileiro. Alguns candidatos como Kaká e Lugano de repente podem superar".

Negociando gols com Ceni por artilharia

"Com o Rogério tem de fazer um acordo. Cavo três faltas e ele me dá um pênalti. É só conversar. De repente se ele não estiver bem posso bater pênalti. Seria legal poder me tornar maior artilheiro do clube. São quatro anos e números alcançáveis. Mas meu objetivo é ganhar títulos. Prêmios individuais são consequência. No passado cheguei a ficar com um gol por jogo. Tenho quatro anos para conquistar um título importante e entrar de vez na história do São Paulo".

Temperamento explosivo sob controle

"Na Europa tem rivalidade tanto quanto aqui. O temperamento é uma coisa do passado. Com o tempo você vai adquirindo experiência. E não sou mais um menino de 21 anos. Já disputei Copa do Muindo e hoje sou outro, mais calmo. Vou pensar mais antes de fazer besteira, não que não vá fazer. Santinho ninguém é. Mas não como nos anos passados (risos)".

Estratégia para ter sucesso no retorno ao São Paulo

"A estratégia é gol. A pressão vai ser enorme. Eles não vão aceitar menos que a passagem anterior. Estou preparado, disposto a ajudar o time e conquistar algo importante".
fonte: globo esporte

CENI PROVOCA CORINTHIANS:"TEMOS ESPAÇO PARA QUE ISSO ACONTEÇA"



Com gol histórico, Rogério Ceni foi homenageado por torcida em apresentação no Morumbi
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Somado a Luís Fabiano, o goleiro Rogério Ceni também foi homenageado na noite desta terça-feira, no Estádio do Morumbi, em evento que marcou a apresentação do ex-atacante do Sevilla ao time tricolor. E, ao pegar o microfone, o camisa 01, que chegou à marca de 100 gols com a camisa do time paulistano, não deixou de provocar o rival Corinthians, vítima da marca histórica e derrotado no último domingo por 2 a 1, em duelo válido pelo Campeonato Paulista.

"Achava que essa torcida era grande, mas hoje vejo que é simplesmente a maior, vocês são os maiores do Brasil. O fato que acontece aqui não acontecerá novamente. Sabe por quê? Porque temos espaço para isso", disse Rogério, alfinetando o rival alvinegro, que ainda constrói a arena para a Copa de 2014.

As palavras de Rogério Ceni foram o pretexto para a torcida inflamar a tradicional provocação das arquibancadas: "galinha, galinha sem história, galinha sem estádio e freguês do tricolor", gritou o público em todo o Estádio do Morumbi.

Em sua homenagem, Ceni recebeu uma medalha de presente. Além disso, ganhou uma placa, que trazia consigo as inscrições "homenagem do São Paulo Futebol Clube a Rogério Cem Ceni, goleiro e artilheiro, pelo seu centésimo gol, sempre vestindo a camisa tricolor, o maior goleiro artilheiro da história do futebol".

"É um prazer muito grande estar aqui com vocês. Fico feliz porque o Luís (Fabiano) está voltando - eu mais ainda por nunca ter deixado. Amo vocês de coração. Tenho as duas coisas mais importantes da minha vida, minha família e vocês, são o grande fato de isso tudo existir", discursou o homenageado.

fonte: terra

NOITE HISTÓRICA NO MORUMBI

Rogério Ceni e Luis Fabiano colocam 45 mil pessoas no Morumbi na apresentação do Fabuloso


foto: Rubens Chiri

Foi uma noite histórica. Daquelas que o torcedor são-paulino jamais vai se esquecer. Um roteiro digno dos grandes filmes de Hollywood. Não há palavras para descrever a apresentação do atacante Luis Fabiano no São Paulo. Vamos começar então pelo público. Mais de 45 mil pessoas estiveram no Morumbi nesta terça-feira.

O evento de gala começou às 17h, quando os portões do Morumbi foram abertos para a torcida. Para animar o público, a bateria da Independente, torcida organizada do Tricolor, fez as arquibancadas sambarem. O estádio ia ficando cheio. No palco montando no lugar de um dos gols, shows de Jairzinho, Max B.O. Andreas Kisser, Nando Reis, Planta & Raiz e professor Fábio.

Tudo sendo preparado para a entrada triunfal de Luis Fabiano. César Filho era o mestre de cerimônia. As luzes do Morumbi foram apagadas por volta das 19h. Momento para o goleiro Rogério Ceni caminhar até o meio do campo para recepcionar Fabuloso. Nesta hora foi inevitável o camisa 1 ser ovacionado pelos torcedores. Correndo, Luis pisou no gramado do Morumbi sob uma chuva de fogos de artifício.

Juntos no centro do estádio, Rogério Ceni e Luis Fabiano saudaram a todos e foram até o escudo são-paulino. Parecia final de Libertadores. Hoje, a torcida são-paulina mostrou que é sim uma das maiores do Brasil: "Hoje, vocês são os maiores", decretou Rogério Ceni.

Em seguida, eles foram para o palco. Além da dupla, toda diretoria esteve presente. Após discurso do presidente Juvenal Juvênio, Luis Fabiano vestiu a camisa 9 do Tricolor. Retorno muito esperado, que deixou o atacante visivelmente emocionado e a torcida completamente em festa.

"Vocês são demais. Muito obrigado pelo carinho de todos. Desde a minha chegada no aeroporto e por tudo que está acontecendo hoje (terça-feira). Espero corresponder a tudo isso e marcar muitos mais gols com esta camisa", ressaltou Fabuloso.

O hino do São Paulo foi constantemente cantado e puxado até mesmo por Rogério Ceni. O M1TO, inclusive, ganhou de Juvenal Juvêncio uma guitarra em homenagem ao centésimo gol do goleiro, marcado diante do Corinthians. O instrumento ainda continha dizeres parabenizando Ceni pelo feito.

Antes de ir para a entrevista coletiva, Luis Fabiano se despediu dos torcedores, foi mais uma vez ovacionado pelos torcedores. Um grande evento, digno da história do clube. Da grandeza da idolatria que Rogério Ceni e Luis Fabiano sustentam. O São Paulo está de parabéns. A torcida está de parabéns. Emocionou!







fonte: site oficial
fotos: vipcomm, terra

CENI EXCLUSIVO: "TREINEI 15 MIL FALTAS ANTES DE ARRISCAR A PRIMEIRA NUM JOGO"

Os pés e as mãos de Rogério Ceni, duas armas mortais (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Pés e mãos: as armas mortais do são-paulino Rogério Ceni (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Quando Rogério Ceni bateu a sua primeira falta em um jogo de futebol, em 1997, muita gente pode ter achado que o goleiro estava metendo os pés pelas mãos. Hoje, 14 anos depois e com 100 gols marcados, todos têm certeza que ele é craque seja com os pés, seja com as mãos.
Quando estava perto da marca centenária, o capitão tricolor concedeu uma entrevista exclusiva ao Globoesporte.com no Centro de Treinamento da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista. Num papo de quase 40 minutos, o goleiro falou do seu lado artilheiro. Rogério é grato até hoje aos técnicos que o incentivaram – principalmente Telê Santana, que o fazia chegar mais cedo aos treinos, e Muricy Ramalho, que lhe deu carta branca para bater uma falta numa partida – e até a quem o proibiu – Mário Sérgio foi o único que não deixou.
Durante a conversa, Ceni cita um número impressionante. Antes de executar sua primeira cobrança num jogo, ele tinha treinado muito. Mas muito mesmo…
- Eu chegava sempre antes dos demais e era o último a ir embora. Treinei muito. Eram de 2.500  a 3 mil faltas por mês. Antes de colocar em prática num jogo, treinei mais de 15 mil faltas nesses campos aqui – fala, apontado para os três gramados do CT.
GLOBOESPORTE.COM: Como surgiu a vontade de bater falta?

ROGÉRIO CENI: Em 1996, o São Paulo não fazia gols de falta. Eu falava pro Zetti bater, mas ele não queria. Aí disse pra ele que eu ainda iria fazer um gol de falta pelo São Paulo ou por outro lugar. E comecei a treinar. Em 97, quando o Muricy (Ramalho) me liberou para tentar as cobranças, fiquei feliz. Achava que não sairia da fase de treinamentos, e ele me possibilitou bater nos jogos.
Quantas cobranças em média você treinava?
No início eu batia entre 2.500 e 3 mil faltas por mês nos treinos. Antes da minha primeira cobrança em um jogo cheguei a cobrar 15 mil nos treinamentos.
Você fez gol de pênalti, de falta, até de bola rolando. Qual o gol que não fez e gostaria ter feito?
Teve um lance em que a bola passou muito perto, em um jogo contra o Paysandu, no Brasileiro. Eu chuto, ela vai na barreira, volta, e pego de voleio. Ia entrar, mas ela resvala em um adversário e sai. Seria um gol diferente. Lógico que eu queria ter feito um driblando todo mundo, mas nunca vai acontecer.
Ceni com folhagens ao fundo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Rogério ainda tem contrato com o São Paulo até o fim de 2012  (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Faz falta não ter marcado um gol pela Seleção Brasileira?
De maneira nenhuma. Nada me faz falta na Seleção. Foi um momemto bacana que vivi, não tão intensamente como no São Paulo, mas foi legal, conheci muita gente, aprendi muita coisa, vi como tudo funciona. Bati uma falta contra a Colômbia (em 2000), mas o zagueiro tirou na linha. Na cobrança, brinquei com o Rivaldo, que estava na bola comigo. Pedi: “deixa pra mim essa aí, você já está consagrado”. Mas o zagueiro acabou tirando.
O que você leva em consideração quando bate uma falta?
O principal é a distância da barreira. Se o juiz a mantém na distância certa, dá para saber como arriscar. O número de jogadores nela também influencia. A cobrança muda se está chovendo ou está seco. Depende do vento, se ele contra preciso calcular a força.
Costuma estudar o goleiro adversário antes dos jogos?
Não estudo tanto, mas se a falta é mais longe, daquelas que eu não bato, eu presto atenção na movimentação do goleiro, se ele sai antes ou não, se toma gols no canto. Há uma porção de fatores que, naqueles dez segundos entre a armação da barreira, o apito do juiz e a batida, você desenvolve de forma automática: vê distância, vento, altura, posicionamento, gramado, chuva…
Você leva alguma vantagem por ser goleiro? Pois sabe como a bola chega para seu adversário…
O pênalti é muito mais calma e tranquilidade. Não pode haver ansiedade, isso conta muito mais do que a parte técnica. Tem goleiro que vai para um lado e para o outro. Você tenta induzir ao erro. Enfrenta um, tenta induzir, ele erra o canto, e na próxima vez aparece o jogo psicológico: ele acreditar que você vai repetir, ele tentar imaginar o que você fará.

O que te falta na carreira?
Não falta nada até hoje, mas amanhã faltará. A partir de amanhã preciso mostrar que posso ganhar, ser campeão, vencer o próximo jogo, o próximo campeonato. Se eu achar que tudo está bom as coisas não progridem mais. Quanto mais você conquistar, melhor. Não estou satisfeito com o que fiz, quero mais, quero ganhar o próximo.
close nos olhos de Rogério Ceni (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Como capitão, Ceni fala olho no olho com os companheiros (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Te incomoda quando há alguém no grupo que não tem essa postura?
Incomoda a todos. O futebol hoje é diferente. Há muito apego a quanto o atleta custou, quanto pode render ao ser vendido. Hoje se passa muito a mão na cabeça. O que manda no futebol é a parte financeira. Você tem que fazer de conta que não vê e tentar contornar. Antigamente as coisas eram mais resolvidas entre jogador e treinador, mas hoje não. Há todo um processo, o clube não pode ter perda. Mas a maioria dos profissionais atualmente é dedicada, de chegar na hora certa, é difícil ter aquele que atrasa ou falta ao treino. Antigamente isso ocorria mais e era natural, a pressão hoje é maior.
Quais foram os técnicos mais importantes na sua carreira?
Não sei quantos técnicos tive. Devo muito ao Telê, que é um mito no São Paulo pelos títulos e pela pessoa que era: um cara sério, duro, mas justo. Aí veio o Darío Pereyra, o Muricy, que depois voltou e foi um baita cara vencedor. Tive o Levir Culpi que adorava, o Nelsinho (Batista) foi fantástico, me ajudou muito, o Paulo (César Carpegiani), o Vadão, o Oswaldo de Oliveira… O São Paulo sempre contrata caras de bom caráter, como o Paulo Autuori e o Leão, que era mais duro, mas era o nome certo para aquele momento.
Chilavert já batia faltas, mas depois de você surgiram outros goleiros-artilheiros. Sente orgulho do legado?
Eu nunca tinha visto o Chilavert fazer gol de falta. Na década de 90 não tinha canal fechado de TV, era difícil ver Campeonato Argentino. O primeiro gol dele que eu vi foi na decisão da Libertadores em 94. Foi a primeira vez e não foi por isso que comecei. Comecei porque gostava. Mas hoje eu vejo que alguns batem e fico feliz. Não é uma necessidade para se tornar um grande goleiro. Mas é um ingrediente legal. O futebol é um jogo, um espetáculo, os torcedores vão pra ver coisas bacanas, vão pra ver o diferente.
Equipe do Globoesporte.com entrevista Ceni no CT do São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Rogério fala com a equipe do Globoesporte.com
Pode dar conselhos aos goleiros que decidirem seguir seu caminho?
Os do São Paulo observam mais. Às vezes antes de eles pedirem eu levanto e falo “a bola tem que rodar desse jeito”. Mas cada um tem um estilo. O Leo (Leonardo) é o que bate mais semelhante ao meu jeito. Sei que lá em Cotia os meninos da base também treinam cobranças.
Tem algum goleiro que não tomou gol seu, mas você gostaria de ter feito?
Não penso no outro. Faço o gol pelo meu time e não por demérito ao adversário. Não quero dizer que sou melhor que ninguém.
Sofrer gol de outro goleiro é um desmerecimento?
Não, desde que não seja falha minha. O goleiro é um goleiro. O Chilavert bateu várias faltas em mim, mas fez um gol de pênalti em um 3 a 3 entre São Paulo x Velez na Argentina. Durante os 90 minutos foi o único que sofri, e foi uma pancada forte. Esperei, mas não peguei.
Rola provocação dos goleiros quando você vai arriscar um gol?
Eles brincam e dizem “pô, vai fazer gol em mim?” ou “chuta pra fora”. Mas provocação nunca teve. Nunca tentaram fazer nada.Sim. O gol do Roger (São Paulo 4 x 3 Fluminense, pelo Rio-São Paulo de 2002) foi ilegal porque tínhamos quatro jogadores em posição irregular: três no círculo central e outro no campo deles. Não seria um gol. O França estava na bola, mas ficou desatento. Foi até bom porque foi um jogaço: fiz o 4 a 2, ele fez 4 a 3. Para a beleza do espetáculo foi um gol bacana, que gostei de tomar. Naquele dia o Gustavo Nery me deu uma gravata na hora da comemoração e eu não conseguia voltar pro gol. No jogo contra o Santos (São Paulo 1 x 2 Santos, pelo Brasileirão de 2005) o lance se originou em uma falta mal batida., que foi na barreira e voltou no Cicinho. Mas como veio forte ele não conseguiu dominar e ela escapou. Ai o Fabão recuou demais. O posicionamento correto seria ir no combate, aí já estaria antes da linha do meio-campo. Era para interpretar a regra com frieza. Se ele vai no cara, faz falta ou obriga o mesmo a tocar a bola para outro, que estaria impedido.
Toda vez que você vai tentar uma cobrança no campo do adversário sabe que corre o risco de ser surpreendido, o que já aconteceu duas vezes. Era um risco calculado?

Em quem você se espelhou pra repor a bola com precisão?
No meu primeiro ano trabalhei com o Gilmar (Rinaldi), que estava no último ano dele. Ele tinha uma  reposição muito boa. O Alexandre, que faleceu em 92, tinha ótima reposição, e fui aprendendo. O Zetti estava aqui também. Todos treinavam diariamente, um repunha pro outro. Quando eu comecei, achei que jamais acertaria um cara a 50 metros de distância. Fui repetindo, e hoje é um movimento natural e os goleiros já começam uma jogada na reposição. Antes era só aquele balão pro alto.

No dia 7 de setembro você vai completar 21 anos de São Paulo e sabe o peso que isso tem para a torcida. É o último romântico do futebol?
Não me sinto assim, mas, se pra mim é importante estar aqui, imagino que pro torcedor, que é apaixonado pelo clube, também seja. A torcida brasileira sofre de uma carência relativamente grande de ídolos, apesar de o Brasil estar com a moeda fortalecida e trazendo gente de volta. Mas eu acho que é uma marca relativamente impressionante pelo tempo e pelo número de jogos. Eu me machuquei pouco, fiquei poucas partidas fora. Isso é legal pro torcedor. Aquele mais velho, que viveu as décadas de 50 e 60, sabia de cor os 11 titulares do time, que raramente mudava. Mas hoje não é assim. É um orgulho para o torcedor ter esse apego e essa identificação com determinados atletas.O São Paulo é um clube com mais de 70 anos, e cada jogador foi importante para a sua época. Talvez uma pessoa de 80 anos possa ter outros ídolos como referência. Mas acho que faço parte de uma fatia de jogadores que são especiais no clube. O Raí é um deles. Para mim, ele é o maior jogador da década de 90 no São Paulo. Aí vamos buscar Pedro Rocha, Roberto Dias, Careca, cada época tem os seus. Não me considero o maior ídolo. Sempre via o Raí e pensava: “como vai ser quando ele parar?” e “teremos outro Raí?” Ele parou, e nós conseguimos ganhar Mundial, Libertadores e Brasileiro. Cada um tem seu tempo. Eu vou ficar marcado na memória do torcedor por essa ultima década, esses últimos dez ou 15 anos. Mas seria impossível responder quem é o maior. É muito abrangente. Faço parte de uma galeria de ídolos que escreveram a história do clube.
O Raí diz que você é o maior ídolo da historia do São Paulo. Concorda?

Aos 38 anos, a carreira está chegando ao fim. Está preparado?
Jogo mais quatro ou cinco anos, e aí tudo acaba (risos). Eu procuro não pensar. Sei que deveria, mas hoje prefiro viver dia após dia, ver se consigo fazer o São Paulo vencedor. Não quero viver hoje o que vai acontecer daqui a dois anos. Vai ser um momento muito complicado, é uma vida toda nessa profissão. Não é que vou mudar de empresa, eu vou mudar o que escolhi para a minha vida. Espero estar preparado e entender da melhor maneira possível. Mas acordar o dia seguinte vai ser uma experiência difícil.
Close dos pés de Ceni (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Desses pés saíram 100 gols do São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

fonte: globo esporte

CARPEGIANI TESTA MEIO DE CAMPO COM LUCAS E RIVALDO


Preparando sua equipe para o duelo contra o Santa Cruz, pela segunda fase da Copa do Brasil, o técnico do São Paulo, Paulo César Carpegiani, testou algumas alternativas para seu time no treinamento desta terça-feira. No time que iniciou o treinamento, as principais novidades em relação ao time que venceu o Corinthians foram as entradas do meio-campistas Lucas e Rivaldo.

O pentacampeão mundial, que tem ficado no banco de reservas, começou o treinamento como titular da armação, ao lado de Lucas, que não enfrentou o Timão por estar na seleção brasileira. Além deles, o lateral Juan, suspenso para o embate do último domingo, também voltou ao time.

Quem saiu dos titulares do clássico foram o zagueiro Miranda, que ficou fora dos treinos por conta de uma amigdalite, o lateral Junior Cesar, e o meio-campista Ilsinho. No início do treinamento, Jean, que atuou no meio de campo contra o Corinthians, foi deslocado para a lateral direita. Com isto, o time que iniciou a curta atividade foi: Rogério Ceni, Jean, Rhodolfo, Alex Silva e Juan; Rodrigo Souto, Carlinhos Paraíba, Lucas e Rivaldo; Fernandinho e Dagoberto.

Ao longo do treinamento, para testar outra formação (que deve ser a escolhida para o duelo com o Santa), Carpegiani tirou Rivaldo do time e promoveu a entrada do zagueiro Xandão. Com a mudança, Rhodolfo foi deslocado para a lateral direita e Jean voltou ao meio de campo, assim como vem atuando nas últimas partidas.

Para o duelo desta quarta-feira, no Arruda, em Recife, o time que vai a campo deve ser: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda (Rivaldo ou Xandão) e Juan; Rodrigo Souto, Jean, Carlinhos Paraíba e Lucas; Fernandinho e Dagoberto. O duelo está marcado para as 21h50
fonte: gazeta esportiva