quarta-feira, 3 de abril de 2013

Lateral-esquerdo Carleto renova contrato com São Paulo


Carleto, São Paulo (Foto: Site Oficial / saopaulofc.net)

Antes da viagem para a Bolívia, nesta terça-feira, o lateral-esquerdo Carleto estendeu seu vínculo com o São Paulo. O jogador renovou o contrato até o fim da temporada de 2015. São-paulino declarado, o defensor comemorou a permanência no clube do coração.
– Sou um torcedor, todo mundo sabe que sempre fui são-paulino. Gosto de representar o torcedor dentro de campo. Agora tenho ainda mais motivação e tranquilidade para defender essa camisa com a mesma garra de sempre – afirmou ao site oficial do clube.
Contratado em 2010 do Valencia, da Espanha, Carleto demorou a se firmar no São Paulo. O lateral acabou emprestado para América-MG e Fluminense, onde conquistou o título brasileiro do ano passado. Valorizado pela campanha, recebeu nova chance do técnico Ney Franco.
– Fico muito contente. É mais um objetivo alcançado, uma meta que tinha desde que voltei do Fluminense. As coisas estão saindo bem, tem dado tudo certo, espero dar sequencia no trabalho e seguir no clube por muitos anos – disse.
Reserva no início do ano, Carleto só conseguiu ganhar a vaga recentemente – ele está escalado para enfrentar o Strongest, nesta quinta-feira, às 21h30m, em La Paz, pela Libertadores. Cortez não manteve as atuações do ano passado e abriu espaço para que o concorrente assumisse o lugar.

Escalado, Ceni fará tratamento na Bolívia: 'Estou mais ou menos'


A noite será longa para Rogério Ceni. O goleiro foi confirmado pelo técnico Ney Franco como titular do São Paulo na partida contra o Strongest, nesta quinta-feira, às 21h30m (de Brasília), em La Paz, pela Taça Libertadores, mas continuará em tratamento para diminuir as dores no pé direito.
– Estou mais ou menos, melhorando. Vou continuar o tratamento agora para reunir condições. Hoje, fiz todos os trabalhos no treino – disse o capitão na chegada a Santa Cruz de la Sierra.
rogerio ceni desembarque bolivia (Foto: Carlos Augusto Ferrari) Ceni se movimenta normalmente, sem mancar, mas reclama de um desconforto no local quando precisa chutar a bola. Caso o problema continue até a partida, o jogador pode até abrir mão de cobrar os tiros de meta, passando a função para algum defensor.
Dor faz parte. Preciso melhorar quando bato na bola. Em 24h muda muita coisa na nossa vida"
Rogério Ceni
Como precaução, o treinador optou por relacionar mais um goleiro na viagem. Léo, formado nas categorias de base, está concentrado com o grupo. Denis é o reserva imediato da vaga.
– Estou com dor. Mas dor faz parte. Preciso melhorar quando bato na bola. É quando dói. Em 24h muda muita coisa na nossa vida. Vamos trabalhar – ressaltou.
O ídolo são-paulino sentiu o problema em um lance polêmico. Após um recuo errado de Rafael Toloi no clássico contra o Corinthians, o goleiro tentou chutar a bola, mas acertou o pé de Alexandre Pato. O árbitro marcou pênalti que o próprio atacante converteu e deu a vitória ao Timão.
Para fugir dos efeitos da altitude de La Paz, o departamento de futebol do São Paulo optou por concentrar a equipe em Santa Cruz de la Sierra, apenas 400m acima do nível do mar. O grupo segue para o local da partida depois do almoço de quinta.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Jogo contra o Bolívar vira 'exemplo completo' para o São Paulo na quinta


Ney Franco entrevista coletiva no São Paulo (Foto: Carlos Augusto Ferrari)

O São Paulo faz nesta quinta-feira sua partida mais importante da temporada até aqui: de olho em uma vaga nas oitavas de final da Taça Libertadores, o Tricolor enfrenta o Strongest, da Bolívia, em La Paz, às 21h30m (horário de Brasília). A última vez que a equipe visitou a capital boliviana foi na fase preliminar da competição, em um jogo que se tornou exemplo para jogadores e comissão técnica - positiva e negativamente.
A derrota por 4 a 3 para o Bolívar não atrapalhou o São Paulo, que havia vencido por 5 a 0 no Morumbi e assegurou a vaga na fase de grupos. Porém, a maneira como se deu a derrota irritou os torcedores: após fazer 3 a 0 primeiro tempo, em atuação memorável, o time apagou na etapa complementar e cedeu a virada.
Os quase 3.700m de altitude de La Paz preocupam o técnico . O preparo físico de sua equipe, não. Tranquilo em relação às condições dos jogadores, o comandante lembrou a reviravolta na partida contra o Bolívar e assegurou que a queda vertiginosa de desempenho vivida no segundo tempo não se repetirá nesta quinta-feira.
- O jogo que fizemos lá é referência. Fazer um primeiro tempo do jeito que foi, 3 a 0, jogando na Bolívia, são poucos clubes do mundo que conseguem. Só não podemos ter a acomodação que tivemos no segundo tempo. Ficou uma má impressão, mas logo depois do jogo eu disse que não foi a altitude, e sim a equipe, que se acomodou - explicou o treinador, em entrevista coletiva no CT da Barra Funda.
Satisfeito com o desempenho recente da equipe, especialmente com a apresentação no clássico contra o Corinthians – embora a equipe tenha saído derrotada por 2 a 1 – Ney quer que a eficiência apresentada no Campeonato Paulista se repita na Libertadores. Hoje, o Tricolor lidera o estadual com 35 pontos, um a mais que a vice-líder Ponte Preta, e com um jogo a menos na tabela.
- A expectativa é ver o São Paulo dos últimos quatro jogos. Foram partidas consistentes, embora não tenhamos vencido o clássico. Esse é o São Paulo: vai a campo e sabe o que fazer, tem uma proposta na partida. Imagino que contra o Strongest tenhamos que repetir o que foi feito no clássico, mas com sorte maior.

Destaque do São Paulo no ano, Jadson celebra retorno à Seleção


jadson são paulo (Foto: André Lessa/Agência Estado)
Destaque do São Paulo em 2013, o meia Jadson está de volta à seleção brasileira. O jogador foi convocado pelo técnico Luiz Felipe Scolari para o amistoso contra a Bolívia, no próximo sábado, às 16h30m (de Brasília), no Estádio Ramon "Taihuichi" Aguilera, em Santa Cruz de la Sierra - clique aqui e veja a lista completa.
- Essa notícia me deixou muito contente, é sinal de que o trabalho está sendo bem feito. Quero seguir trabalhando forte e mostrar ao Felipão que tenho condições de jogar pela seleção brasileira - disse Jadson, em nota divulgada por sua assessoria de imprensa.
A lista para o amistoso não inclui jogadores que atuam fora do Brasil. Jadson tem ciência de que a concorrência por uma vaga no meio-campo da Seleção para a Copa do Mundo de 2014 é grande. Ele tem cinco jogos com a camisa verde e amarela, e esta é a primeira vez que é chamado por Felipão.
- Sei que a qualidade dos jogadores brasileiros é enorme. Se pudesse, poderíamos montar três ou quatro Seleções competitivas e que não fariam feio contra nenhuma outra. Mas também sei dos meus objetivos na carreira e farei de tudo para alcançá-los com bastante humildade, respeito e pés no chão - disse o são-paulino.

Sobre o jogo contra a Bolívia, Jadson torce para ganhar uma oportunidade de entrar em campo e demonstrar que pode ser mais uma boa opção para Felipão.
- A convocação já é algo maravilhoso, mas agora preciso trabalhar forte e demonstrar que posso ser útil dentro de campo. Essa partida contra a Bolívia é uma ótima oportunidade aos jogadores que atuam no futebol brasileiro e quero aproveitá-la ao máximo-  disse.

O retrospecto de Jadson na Seleção é positivo. Ao todo, o meia participou de cinco jogos - obteve três vitórias (Argentina, Romênia e Escócia), um empate (Paraguai), e uma derrota (França), além de ter marcado um gol sobre os paraguaios, no empate de 2 a 2 pela Copa América de 2011. Na época, a Seleção era comandada por Mano Menezes.

Pelo São Paulo, somente em 2013, o camisa 10 disputou 17 partidas, marcou oito gols (cinco no Campeonato Paulista e três na Copa Libertadores) e deu seis assistências (três no Estadual e outras três no torneio continental). Desde que chegou ao clube, Jadson já entrou em campo 86 vezes, fez 18 gols e deu 25 assistências.

Osvaldo vibra com mais uma chance na Seleção: 'Estou muito motivado'


Osvaldo no treino do São Paulo (Foto: João Pires / Vipcomm)

Depois de fazer parte do grupo da Seleção nos duelos contra Itália e Rússia, na última semana, o atacante Osvaldo voltou a ser lembrado pelo técnico Luiz Felipe Scolari. O jogador do São Paulo foi convocado para disputar o amistoso contra a Bolívia, no próximo sábado, na cidade de Santa Cruz de la Sierra.
Em boa fase com a camisa do Tricolor desde a reta final da temporada passada, quando a equipe do técnico Ney Franco conquistou a Copa Sul-Americana, o atacante se mostrou empolgado com mais uma chance com Felipão.
– Estava ansioso e recebi essa convocação como uma resposta positiva ao período que estive com a seleção brasileira para os amistosos com a Itália e Rússia. Procurei mostrar meu trabalho ao Felipão nos treinamentos e também uma boa postura no convívio com o grupo – disse.
Apesar de ter feito parte do grupo nos amistosos contra Itália e Rússia, Osvaldo, que foi chamado para ocupar a vaga do machucado Lucas, não teve a oportunidade de entrar em campo. Na Bolívia, porém, o atacante torce para que isso seja diferente.
– Fico feliz por ele ter confiado em mim me dando essa nova chance. Estou muito motivado e confiante pelo bom momento que vivo no São Paulo. Se eu tiver a chance de jogar, pode ter certeza de que vou fazer de tudo para não desperdiçar – completou o atacante.
Curiosamente, Osvaldo já embarca para Santa Cruz de la Sierra na tarde desta quarta-feira. Porém, antes do amistoso com a seleção brasileira, o jogador terá duelo importante pelo São Paulo. Na quinta, o time encara o Strongest, em La Paz, pela quinta rodada do Grupo 3 da Taça Libertadores da América.

Conmebol mantém punição, e Luis Fabiano não pega o Strongest


A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) manteve a punição de quatro jogos de gancho ao atacante Luis Fabiano, apesar do recurso enviado pelo São Paulo na última semana. Assim, o jogador está fora da partida contra o  Strongest, nesta quinta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), no estádio Hernando Siles, em La Paz.
Como já cumpriu uma partida na derrota do Tricolor por 2 a 1 para o Arsenal de Sarandí, na Argentina, o atacante ainda terá mais três jogos de gancho – além do confronto com o The Strongest, ele também perderá a partida contra o Atlético-MG, no estádio do Morumbi, marcada para o dia 17 de abril. Caso o Tricolor caia na primeira fase da Libertadores, ele não jogará a primeira partida da Recopa Sul-Americana, contra o Corinthians, no primeiro semestre.
Multado em US$ 5 mil (R$ 10 mil), Luis Fabiano foi punido pela expulsão no empate por 1 a 1 com o Arsenal no estádio do Pacaembu. Ao final da partida, o atacante reclamou com o árbitro colombiano Wilmar Roldán e acabou punido com o cartão vermelho, mesmo após o apito final. A diretoria do clube descartou qualquer punição ao jogador.
A revolta de Luis Fabiano era devido a um suposto pênalti não marcado sobre ele no segundo tempo do confronto com os argentinos. O tropeço em casa, somado à derrota na Argentina, complicou a situação do Tricolor na Taça Libertadores da América.  Na oportunidade, através de sua assessoria de imprensa, o São Paulo afirmou que “respeitava, mas não concordava” com a decisão da Conmebol.
Atualmente, o São Paulo ocupa a segunda colocação do Grupo 3, com quatro pontos ganhos. O líder da chave é o Atlético-MG, já classificado, com 12. O Tricolor disputa uma vaga nas oitavas de final com o Arsenal, que detém a mesma pontuação, mas perde nos critérios de desempate, e com o Strongest, que acumula três pontos.
Luis Fabiano recebe o cartão vermelho no final da partida do São Paulo (Foto: JF Diorio / Ag. Estado)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Osvaldo lamenta 'gol bobo e pênalti duvidoso' e diz que derrota foi injusta


Um dos principais destaques do São Paulo na temporada, o atacante deixou o Morumbi neste domingo lamentando o tropeço da equipe no clássico contra o Corinthians. Na visão do tricolor, a equipe do técnico Ney Franco acabou derrotada por 2 a 1 por causa de dois lances de infelicidade.
– Tomamos um gol bobo no primeiro tempo e agora um pênalti duvidoso, que para mim não foi – disse o atacante ainda no gramado.
A arbitragem de Leandro Bizzio Marinho foi alvo de muita reclamação pelo lado do São Paulo. O capitão Rogério Ceni reclamou de falta de Alexandre Pato no pênalti marcado, enquanto Osvaldo questionou os critérios do juiz na marcação das faltas.
– A arbitragem deu muita falta para a equipe do Corinthians, toda hora parando o jogo. Na minha opinião, se tinha uma equipe que merecia vencer hoje era o São Paulo – afirmou.
Líder do Campeonato Paulista com 35 pontos, o São Paulo volta a campo na próxima quinta-feira, dia 4, mas pela Taça Libertadores da América. O Tricolor viaja para a Bolívia enfrentar o Strongest, em La Paz, às 21h30 (horário de Brasília).

Perfil de árbitro no Facebook mostra foto de cartão para Luis Fabiano


Nem Rogério Ceni nem Alexandre Pato. O personagem principal do clássico entre São Paulo e Corinthians, disputado na tarde deste domingo no Morumbi e que terminou com a vitória alvinegra por 2 a 1, foi o árbitro Leandro Bizzio Marinho. No lance mais polêmico da partida, o juiz marcou pênalti de Rogério Ceni em disputa com o atacante Alexandre Pato.
A jogada, que originou o gol da virada corintiana, gerou revolta dos são-paulinos. Para “piorar”, a conta pessoal do juiz em uma rede social tem como foto principal um lance em que ele mostra um cartão amarelo para o atacante Luis Fabiano, no clássico contra o São Paulo.

Ganso reclama da atuação do juiz: 'Deu a vitória a eles'

Ganso reclama do juiz: 'Deu a vitória a eles' (AFP)
O meia deixou o gramado do Morumbi esbravejando contra a arbitragem de Leandro Bizzio Marinho na derrota do São Paulo por 2 a 1 para o Corinthians (assista aos gols), neste domingo, no Morumbi, pelo Paulistão. Ele reclamou do pênalti marcado em dividida entre Rogério Ceni e Alexandre Pato no segundo tempo.
- O árbitro deu a vitória a eles. Ele disse que foi falta do Rogério. Se aquilo não é solada, o que é, então? Se for assim, dá a vitória para eles! É mais fácil, nós nem precisamos entrar em campo – disse.
Os jogadores dos dois times, aliás, reclamaram bastante com o árbitro ao longo da partida. Os corintianos questionaram uma falta não marcada de Osvaldo em Alessandro no primeiro tempo. Na sequência, o atacante cruzou e Jadson abriu o placar.

Os são-paulinos também questionaram algumas decisões, principalmente algumas faltas ignoradas por Marinho. Em uma delas, Ganso dividiu com Gil em velocidade perto da área e caiu. O árbitro mandou a partida continuar.
- Eu levei um 'escorão' no segundo tempo, e ele (árbitro) disse que estava de costas. Que árbitro fica de costas para o jogo? – reclamou o camisa 8.

Diretor tricolor explica saída de Rosan: 'Já havia sido advertido'


Adalberto Batista em treino do São paulo (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)
O diretor de futebol Adalberto Baptista explicou o motivo da demissão do fisioterapeuta Luiz Rosan. Segundo o dirigente, Rosan já havia sido advertido anteriormente, verbalmente e por escrito. No início do ano, o São Paulo constatou que havia muita gente sem trabalhar dentro do Morumbi nos dias de jogos e baixou uma norma que os funcionários da comissão técnica só poderiam entrar com ingressos - que são dados pelo clube. Por três vezes, na versão oficial, Rosan foi barrado pelos seguranças, mas entrou mesmo assim, inclusive teria usado de truculência.
O privilégio de entrar no estádio sem ter seu ingresso em mãos. O fisioterapeuta chegou a bater boca com o diretor de futebol no vestiário.
- Não pode haver privilégios, isso é algo que não podemos aceitar. Ele já havia sido advertido verbalmente, depois foi por escrito, e da última vez não houve como segurar, contornar a situação. 

O episódio, porém, foi a gota d’água numa relação que é conturbada há anos. Rosan nunca concordou com a entrada de Adalberto no departamento de futebol. Questionava, por exemplo, a contratação de muitos jogadores com problemas e histórico de lesões, casos de Fabrício, Douglas e Ganso. A longa recuperação de Luis Fabiano, que só estreou sete meses depois de ser contratado, também causou estragos.
Enquanto a fisioterapia se via pressionada por recuperar um atleta que já havia chegado lesionado, e não concordava com isso, a diretoria de futebol esperava uma decisão mais rápida sobre operar ou não o joelho do jogador. Sem Rosan, principal responsável pela implantação do Reffis, em 2003, o São Paulo tem agora em sua equipe de fisioterapeutas Ricardo Sasaki, Alessandro, Betinho e Cilmara que já trabalhavam com o antigo profissional.
Por privilégio também pode se entender a questão de horários de Rosan. Na visão do clube, ele frequentava o CT da Barra Funda bem menos do que os outros. Uma das razões era o fato dele morar em Santos, a cerca de uma hora da capital. Luiz Rosan também é um dos fisioterapeutas da seleção brasileira, mas isso não era considerado um empecilho pela diretoria.
Outro ponto de desgaste foi a alteração na proporção da premiação da comissão técnica. Já no título da Sul-Americana do ano passado, os profissionais receberam um bicho menor do que estava previsto. O departamento de futebol justifica que a proporção entre jogadores e comissão havia ficado distorcida pelo aumento do número de profissionais do clube. Hoje, por exemplo, o Tricolor tem dois fisiologistas e três preparadores físicos.
A reportagem tentou entrar em contato com Rosan, mas seu telefone se encontrava desligado


À espera do Fabuloso, Ney não antecipa escalação contra Strongest


Ney Franco não pretende mudar, mas preferiu manter em segredo a escalação do São Paulo para enfrentar o Strongest, quinta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), em La Paz, pela Taça Libertadores. O treinador acredita que a derrota por 2 a 1 de virada para o Corinthians (assista aos melhores momentos ao lado), domingo, pelo Paulistão, não trará danos à equipe.
– Se tivéssemos perdido por 2 a 1 jogando muito mal, poderia ter um impacto emocional. Mas jogamos bem. Se continuarmos nessa sequência serão poucas as equipes que conseguirão derrotar o São Paulo no Morumbi. A equipe mostra que está em evolução. O que não pode é perder a confiança no trabalho que está começando a se encaixar – afirmou.
A única dúvida está no ataque. Comissão técnica e diretoria aguardam por uma resposta da Conmebol sobre o efeito suspensivo pedido pelo clube para tentar colocar Luis Fabiano em condições. O centroavante foi suspenso por quatro jogos pela expulsão após o apito final do duelo frente ao Arsenal, no Pacaembu – ele ofendeu o árbitro Wilmar Roldán.
Caso o camisa 9 não seja liberado pela entidade que controla o futebol sul-americano, o mais provável é que o treinador escale Aloísio na vaga. A outra alternativa é Wallyson.
– Esperamos que a equipe consiga repetir na Bolívia a sequência de bons jogos no Paulista. Estamos esperando a definição sobre o Luis Fabiano. Prefiro não me aprofundar no assunto da escalação. Temos tempo para preparar a equipe – ressaltou.
A delegação do São Paulo viaja para Santa Cruz de la Sierra após o treino de quarta-feira, no CT da Barra Funda. O grupo segue para La Paz na quinta-feira pela manhã.
Ney Franco São Paulo jogo Corinthians (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

domingo, 31 de março de 2013

Nervoso, Ceni reclama de dores no pé; Pato se defende: '100% pênalti'


Aos 32 minutos do segundo tempo, defesa do São Paulo toca a bola. Edson Silva passa para Toloi, que se complica na hora de recuar para Rogério Ceni. Ligado no lance, PATO se antecipa e divide com goleiro na entrada da grande área. O árbitro Leandro Bizzio Marinho não teve dúvida e marcou pênalti, que, após minutos de intensa reclamação dos tricolores, foi convertido pelo atacante alvinegro e deu números finais ao jogo.
Personagem direto no principal lance do clássico, Rogério Ceni deixou o gramado com dores no pé direito e bastante inconformado com a marcação da penalidade. Na visão do camisa 1 tricolor, foi de Pato a falta na jogada.
– É só ver o lance. Isso é sola! Deve ter fraturado o meu pé! – esbravejou o capitão na descida para o vestiário.
Recuperado de uma mialgia no coxa direita, Alexandre Pato voltou ao Corinthians neste domingo após quatro jogos. O atacante entrou no segundo tempo e foi decisivo para a virada alvinegra. Sobre o lance do pênalti, o jogador deu sua versão e comemorou o retorno em grande estilo.
– Eu acho que foi 100% pênalti. Se ele não me toca eu não ia cair. Perguntem para o árbitro (se foi falta). Achei que ele ia expulsar (o Rogério), mas o que valeu foi o gol – disse o atacante do Corinthians, na saída do gramado.– Eu entrei, fiz um gol e ajudei o Corinthians. Se ele não fizesse a falta, eu ia fazer o gol. Essa parada foi muito boa para mim, fiz trabalhos muitos fortes, estou tranquilo e vou até o final – completou.
Agora, a  equipes se concentram para O duelo importantes pela Taça Libertadores da América. O Tricolor, vice-líder da chave 3, vai para a Bolívia enfrentar o Strongest, na quinta-feira, às 21h30.
Rogerio Ceni jogo São Paulo Corinthians (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Atuações do São Paulo: Jadson e Ganso vão bem, mas defesa vacila


ROGÉRIO CENI – goleiro
Depois de um primeiro tempo calmo, teve uma segunda etapa estranha: deu uma furada na pequena área e cometeu o pênalti em Pato que decidiu o jogo: Nota 4,5
PAULO MIRANDA – lateral-direito
Errou boa parte do que tentou nas poucas vezes que foi ao ataque. Na defesa, deu muito espaço para Danilo finalizar e fazer um golaço. Precisa de ritmo. Nota: 5,0
RAFAEL TOLOI – zagueiro
Vinha fazendo boa partida até recuar uma bola errada para Rogério Ceni que originou o pênalti da virada alvinegra. Nota: 4,0
EDSON SILVA – zagueiro
Não correu riscos com a maior proteção ao setor. Deve manter Lúcio no banco de reservas também na Libertadores. Nota: 6,0
CARLETO – lateral-esquerdo
Conseguiu impedir que o Timão colocasse velocidade por aquele lado. Vai se firmando como novo dono da posição. Nota: 6,0
DENILSON – volante
Depois de atuações apagadas, voltou a se destacar, agora como primeiro volante. Precisa ganhar mais poder de marcação e fazer menos faltas. Nota: 6,5
MAICON – meia
Teve mais um bom desempenho atuando como segundo volante. Dá mais posse de bola ao time e qualidade na ligação entre defesa e ataque. Nota: 6,5
JADSON – meia
Mostrou, mais uma vez, porque é o melhor jogador do São Paulo na temporada. Foi calmo e preciso no lance em que abriu o placar. Nota: 8,0.
GANSO – meia
Fez a melhor partida dele no ano. Bem mais veloz e participativo, abriu bons espaços na defesa rival. Faltou chutar. Nota: 7,5
OSVALDO – atacante
Deu início à jogada do primeiro gol são-paulino pela esquerda do ataque. Depois, sofreu para escapar da marcação e ainda perdeu uma chance. Nota: 6,5
LUIS FABIANO - atacante
Muito marcado por Gil e Paulo André, quase não teve oportunidades para finalizar. Nota: 6,0
WELLINGTON – volante
Foi a campo na vaga de Denilson para fortalecer a marcação. Pouco depois, o Timão virou.Nota: 5,0
WALLYSON – atacante
Não teve muito tempo para atuar, mas perdeu uma boa chance de empatar nos acréscimos.Nota: 5,0
DOUGLAS – lateral-direito
Pouco tempo para jogar. Sem nota

OPINEM !!!!!

São Paulo 1 x 2 Corinthians #SeNãoForRoubadoNãoÈCorinthians


Luis Fabiano, Guerrero, Jadson, Sheik, Ganso, Danilo, Osvaldo, Pato, Rogério Ceni, Paulinho... Se em um domingo de Páscoa um clássico com tantos bons jogadores terminasse 0 a 0, o Paulistão teria de ser benzido. Mas inesperado mesmo é que a vitória fosse decidida por um erro, em vez do talento de um deles. Rafael Toloi recuou a bola de maneira absurda para Rogério Ceni, que teve de dividir com Alexandre Pato. E aí? O goleiro chutou o pé do atacante, ou o atacante entrou de sola no goleiro? O árbitro deu pênalti.
Pato bateu e decidiu. Virada do Corinthians, que nem foi melhor no jogo, não foi brilhante, mas não perdeu as oportunidades que teve e errou menos. Vitória que mantém uma escrita de sete anos sem perder para os donos da casa no Morumbi. E que coloca o Timão em situação de menos aperto na tabela do Paulistão: está em quarto, com 29 pontos. O Tricolor segue líder, seis pontos à frente do rival e com um jogo a menos.
O São Paulo foi melhor no primeiro tempo, criou ótimas jogadas e contou com talento e dedicação de seus jogadores. Jadson marcou logo no início, e o time controlava o jogo até Danilo, sempre ele, letal nos Majestosos, acertar um lindo chute de pé direito e salvar sua má atuação. Na etapa final, fez diferença a consistência do Corinthians, que nem se esforçou muito para ganhar, mas não cometeu nenhum erro grave como o de Toloi.
Pausa no Paulistão. A Libertadores vem aí! O São Paulo está em situação muito ruim. Vai jogar na quinta-feira na tão temida altitude de La Paz contra o Strongest. Se não vencer, corre o risco de ir para a última rodada precisando derrotar o Atlético-MG no Morumbi, e ainda dependendo de outros resultados para se classificar. Já o atual campeão Corinthians, em posição mais confortável, terá o Millonarios pela frente, na quarta, em Bogotá. Se vencer, praticamente carimba sua vaga. Do contrário, ainda poderá fazer isso diante do frágil San José, na última rodada, no Pacaembu.
Chuta, Ganso? Chuta, Danilo!
Paulo Henrique Ganso fez um bom primeiro tempo. Com movimentação, dedicação de saltar aos olhos na marcação, ótimos passes, inteligência, mas... Teve três chances para chutar a gol, e em todas preferiu tentar encontrar um companheiro. Danilo, por outro lado, tinha atuação pífia até receber com liberdade do lado esquerdo, ajeitar para o pé direito e... Gol! Golaço! Não era o pé bom, mas não importa. Danilo tem talento, tem estrela nos duelos entre São Paulo e Corinthians, onde já fez muitos gols com as duas camisas. Ganso também tem talento. Precisa usá-lo mais.
Quem chutou, e também marcou, foi Jadson, o melhor jogador do São Paulo desde que Lucas se foi. Logo no começo do Majestoso, para afastar qualquer suspeita de um novo 0 a 0 em clássicos no Paulistão. Uma jogada ótima, que teve o drible e o passe de Osvaldo, a visão de Ganso ao deixar a bola passar, e a calma do camisa 10. Com um sistema de marcação frágil, apenas Denilson como volante e Maicon mais recuado, o Tricolor foi melhor, muito por conta da dedicação dos homens de frente.
Luis Fabiano, por exemplo, apareceu em duas boas finalizações que Cássio defendeu, mas também em desarmes e entradas firmes. Firmes, não violentas! Leais. Mas o Timão, sabendo de sua fama, fez de tudo para enervá-lo e jogá-lo contra o árbitro. Por sinal, choraram demais os corintianos, que cercaram Leandro Marinho em dois lances: pediram falta em Alessandro no lance que originou o gol são-paulino, e reclamaram do empurrão de Gil no Fabuloso. Em nenhum deles tinham razão.
Tite começou a partida com Romarinho na direita, Danilo centralizado e Sheik na esquerda. Nenhum deles ia bem, o que comprometia também a atuação de Guerrero. A versatilidade dos atletas permite ao técnico invertê-los. De repente, Emerson estava na direita, Romarinho pelo meio e Danilo na esquerda, onde recebeu para fazer um senhor golaço. Quando recebeu, aliás, o lateral-direito Paulo Miranda, que joga porque é marcador, estava voltando lentamente no meio.
Na jogada mais bonita do primeiro tempo, a bola passou pelos pés de Ganso e Paulo Miranda até chegar em Jadson, e o meia fazer lindo passe para Osvaldo, que bateu de primeira, para fora. Paulinho e Romarinho também tiveram chances pelo Timão. Um clássico cheio de ótimos jogadores, muito melhor do que os outros do Paulistão.
Falta ou pênalti? Pênalti!
Ritmo mais lento. O segundo tempo não teve a intensidade do primeiro. Um vai viajar para a Colômbia, o outro para a Bolívia. Era esperado. Ainda assim, a qualidade dos jogadores em campo fazia com que chances fossem criadas. Luis Fabiano recebeu dois bons passes e finalizou com perigo, mas em ambas as vezes estava impedido.
O banco do Corinthians era melhor. Sai Guerrero, entra Pato. Que time tem esse privilégio? Foi o jovem quem ajeitou de cabeça para Paulinho e causou o lance mais inusitado do jogo. Rogério Ceni, goleiro mais talentoso com os pés, furou, mas se recuperou a tempo de evitar o segundo gol corintiano.
Com a formação inicial, o São Paulo não tinha outra proposta além de tentar a vitória. São jogadores fadados ao ataque. O contra-ataque, então, ficou para o Timão. Mas nenhum time cumpriu sua proposta com apetite suficiente. Por falar em apetite, uma cena que deve ter enchido os dirigentes tricolores de orgulho: Ganso deu um carrinho, levantou socando o ar de raiva pela marcação da falta, e levou cartão amarelo. Corre sangue nas talentosas veias do meia.
Tudo parecia caminhar para o quinto empate consecutivo em clássicos quando Toloi, que havia acabado de desarmar Sheik e Pato com maestria, errou o recuo para Rogério Ceni. O goleiro dividiu com Pato, ficou caído, e ainda teve de amargar o pênalti e um cartão amarelo. Foi a vez dos tricolores reclamarem demais com todos os árbitros possíveis. Queriam uma falta do atacante, que antes do choque entre sua chuteira e a do capitão são-paulino, já havia tocado na bola.
Sem pressão, o anfitrião tentou empatar no fim. Não conseguiu. Vitória  do Corinthians em um bom jogo, que poderá se repetir na fase final.
#SeNãoForRoubadoNãoÈCorinthians  
ARBITRAGEM BRASILEIRA E UMA VERGONHA!!!!! 


Criticado por temperamento, Luís Fabiano diz que pensou até em parar



Luís Fabiano relembrou proposta do Corinthians: valores eram melhores que os do São Paulo Foto: Fernando Borges / Terra
O temperamento explosivo de Luís Fabiano e suas constantes expulsões têm causado problema para o jogador em 2013, ano em que prometia se controlar mais. Recentemente, o atacante acusou até uma tristeza que o impediu de comemorar gols. Nos momentos mais difíceis, o camisa 9 afirmou, em entrevista à Rede Globo, que já pensou até em abandonar a carreira.
Luís Fabiano detalhou como se sente a cada vez que se envolve em polêmica nos gramados. “Na maioria das vezes eu não consigo dormir. Depois fico enchendo a cabeça da minha esposa com lamentações”, apontou. “Fico triste e começo a pensar. Às vezes eu penso: será que já deu para mim? Será que é hora de cair na real e parar? Será que eu tenho que abandonar, deixar de prejudicar o São Paulo?”
O atacante do São Paulo desconversou sobre a origem da recente tristeza e negou que haja um responsável específico. “O momento não era para festa, era para seriedade. Foram criando um ambiente que começou a ficar meio estranho. Ambiente de pressão, de carga negativa. Não é nada de diretoria, de jogador, de nada. É pessoal”, afirmou Luís Fabiano.Durante o período de tristeza, Luís Fabiano fez desabafo afirmando que havia deixado muito coisa para trás para jogar pelo São Paulo, incluindo a chance de jogar no Corinthians que seria campeão da Libertadores e do mundo. “Primeiro foi o Inter que veio me procurar, aí depois da Copa do Mundo veio o Corinthians, mas eu disse que ia esperar a proposta do São Paulo, que veio aos 45min do segundo tempo”, contou.
“A proposta do Corinthians era melhor, os valores eram mais altos. Eu só optei pelo São Paulo porque gosto muito do clube. Abri mão de muita coisa para vir para o São Paulo”, reforçou Luís Fabiano, que neste domingo entra em campo contra o Corinthians, em clássico do Campeonato Paulista.

No estadual, São Paulo e Corinthians fazem 'esquenta' para Libertadores


O resultado do clássico deste domingo pouco mudará a situação de São Paulo e Corinthians no Campeonato Paulista, mas serve como combustível para uma semana que pode valer pelo ano todo. Em segundo plano no semestre, o torneio é agora a solução para acertar detalhes. Em busca de vagas no mata-mata da Taça Libertadores, Tricolor e  usam o clássico deste domingo, às 16h, no Morumbi, para fazer os últimos ajustes. 
O São Paulo vive situações distintas. A equipe dirigida por Ney Franco se classificou para as quartas com cinco rodadas de antecedência ao vencer o Paulista por 2 a 0, em Jundiaí – é líder, com 35 pontos. Na Libertadores, porém, vive um drama e não pode perder para o Strongest, quinta-feira, na Bolívia, se quiser continuar com chances de avançar no Grupo 3.
Já o  entra curintias no clássico com a necessidade de acabar com a sina de empates. Foram oito em 15 jogos pelo Paulista, o último deles contra o Penapolense, quarta-feira, no Pacaembu. Com 26 pontos na sétima posição, o time quer terminar a rodada entre os quatro primeiros colocados para jogar tranquilo pela Libertadores. Diante do Millonarios, quarta que vem, a vitória vale classificação antecipada à segunda fase. Mesmo assim, Tite vai escalar força máxima para o clássico.
Leandro Bizzio Marinho apita a partida. Os auxiliares são Fabrício Porfirio de Moura e Claudenir Donizeti, Gonçalves da Silva são os auxiliares. O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances da partida em Tempo Real, com vídeos exclusivos. A Rede Globo transmite a partida para RJ, RS, PR, ES, GO, TO, MS, MT, BA, SE, AL, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP, DF, Recife e Petrolina (PE); o Premiere 1 também exibe, através do sistema pay-per-view.

header as escalações 2
São Paulo: Ney Franco não quis adiantar a equipe que inicia a partida, mas deve usar a formação que teve bom rendimento contra São Bernardo e Bragantino. Assim, mandaria a campo o time no esquema 4-4-2, com apenas o volante Denilson na marcação. Na lateral direita, Paulo Miranda, recuperado de uma cirurgia no joelho esquerdo, tem boas chances de voltar no lugar de Rodrigo Caio. A provável escalação é: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Carleto; Denilson, Maicon, Jadson e Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano.
Corinthians: Tite tem uma dúvida para o confronto, e a resposta dela só sai no domingo. Com dores na coxa direita, Guerrero não treinou no sábado e se tornou dúvida. Se ele não jogar, Pato será titular. Outra mudança é na armação de jogadas, setor em que Romarinho ganhou a vaga de Jorge Henrique. Com uma série de retornos de titulares, as galinhas começa o Majestoso com: Cássio, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho, Danilo e Emerson Sheik; Alexandre Pato (Guerrero).
quem esta fora (Foto: arte esporte)
São Paulo: ninguém.
Corinthians: Renato Augusto, com uma lesão no músculo posterior da coxa direita, Igor, que lesionou o ligamento colateral lateral do joelho esquerdo, e Douglas, ainda em fase final de recuperação de uma lesão muscular na coxa.


header fique de olho 2
São Paulo: apesar da cara fechada, Luis Fabiano vem correspondendo nos últimos duelos do estadual. O atacante fez cinco gols nas últimas quatro partidas e disparou na artilharia da equipe no ano, com 12. Além disso, tem boas recordações do Corinthians. Na temporada passada, anotou dois no clássico que acabou com o jejum de sete anos sem vitórias tricolores sobre as galinhas no Pacaembu.
Corinthians: de volta ao time após três jogos de molho, o volante Paulinho é um dos pontos de equilíbrio de Tite na busca pela regularidade de 2012. Acostumado a subir com qualidade ao ataque, ele pode ajudar a resolver o problema das finalizações erradas das galinhas nos últimos jogos.

header o que eles disseram

Jadson, meio-campista do São Paulo: “Vencer um clássico é sempre importante. A torcida fica ansiosa pelo jogo, e tem também a rivalidade das equipes. Uma vitória assim dá muita confiança para a partida seguinte, na Bolívia”.
TiteTécnico dos gambas : “Os clássicos são campeonatos à parte. Numa semifinal ou final tem outra dimensão, claro, mas agora também tem sua importância. As equipes estão em início de temporada e se ajustando, mas não espero menos do que um jogaço”.

header números e curiosidades
* Computando apenas os jogos válidos pelo Paulistão, o Corinthians leva vantagem sobre o São Paulo. Em 161 jogos pelo Paulistão, as galinhas venceu 58 vezes, contra 52 vitórias do Tricolor e 51 empates.
* A maior goleada registrada neste confronto, dentro do Campeonato Paulista, aconteceu dia 10 de março de 1996, quando as galinhas venceu por 5a 0 em Ribeirão Preto, gols de Edmundo, duas vezes, Róbson, Souza e Henrique.
* No Morumbi, empate é o resultado mais comum no retrospecto recente entre São Paulo e Corinthians. Nas últimas dez vezes que as duas equipes se encontraram no estádio, seis jogos terminaram empatados.
* No século 21, de 2001 para cá, São Paulo e Corinthians se enfrentaram 39 vezes, com pequena vantagem corintiana. Foram 14 vitórias das galinhas, 12 empates e 13 vitórias são-paulinas.
* Interessante é o fato que já houve dois grandes tabus envolvendo este clássico nos últimos dez anos. O Corinthians ficou 13 jogos sem derrotar o São Paulo entre 2003 e 2007 e o São Paulo permaneceu 11 jogos sem vitórias sobre as galinhas entre 2007 e 2011.
* Diante do Corinthians, o São Paulo defende uma invencibilidade de 24 jogos no Morumbi. A última derrota são-paulina em sua casa foi dia 12 de agosto de 2012 quando perdeu para o Grêmio por 2 a 1, pelo Brasileirão
* As duas equipes já decidiram o Paulista nove vezes, com cinco  conquistas corintianas (1938, 1982, 1983, 1997 e 2003) e quatro são-paulinas (1957, 1987, 1991 e 1998). As duas equipes também decidiram o Brasileirão de 1990 e o Torneio Rio-São Paulo de 2002, com vitórias das galinhas.
header último confronto v2
São Paulo e Corinthians se enfrentaram na última rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado. Com um time misto, que priorizava as finais da Copa Sul-Americana, o Tricolor venceu por 3 a 1, na última partida das galinhas, antes do embarque da delegação alvinegra para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. Guerrero abriu o placar para o Corinthians, mas Douglas e Maicon, duas vezes, definiram a vitória são-paulina. O Tricolor entrou em campo com Denis, Lucas Farias (Cañete), João Filipe, Édson Silva e Henrique Miranda (Ademilson); Casemiro, Douglas, Maicon (João Schimidt) e Paulo Henrique; Cícero e Willian José. As galinhas  jogou com Cássio, Alessandro (Martínez), Wallace, Chicão e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Douglas, Danilo (Edenílson) e Emerson; Guerrero (Jorge Henrique).

sábado, 30 de março de 2013

Guerrero e Fabuloso são esperanças para quebrar marasmo de clássicos


Luis Fabiano e Paolo Guerrero travam um duelo à parte neste domingo, no clássico entre São Paulo e Corinthians marcado para as 16h, no Estádio do Morumbi. Mais do que tentarem animar seus torcedores, os dois também têm a missão de acabar com o marasmo que tem dominado os clássicos no Campeonato Paulista até aqui.

CORINTIANO EM NÚMEROS

  • Paolo Guerrero – 29 anos
    Bayern de Munique: 27 jogos e13 gols
    Hamburgo: 163 jogos e 48 gols
    Corinthians: 30 jogos e 16 gols
    Seleção peruana: 44 jogos e 19 gols
    Total 264 jogos e 96 gols
    Média: 0,36
São cinco jogos e quatro empates, sendo três deles com o placar de 0 a 0. As duas únicas exceções até aqui foram Palmeiras e Corinthians, que terminaram no 2 a 2, e a vitória do Santos contra o São Paulo, por 3 a 1, na Vila Belmiro.
"As equipes estão muito preparadas para os clássicos. Quando acontece um resultado dilatado, é porque são situações atípicas", analisou Tite.
Se depender dos números, as câmeras podem ficar mais preparadas para focar Luis Fabiano comemorar. Isso porque o são-paulino tem a média de 0,55 gol por jogo na carreira, enquanto que o corintiano tem a de 0,32. No total, como profissional, o ídolo tricolor tem 331 gols (em 603 gols), 235 a mais que o corintiano, que tem 96 (em 264 jogos).
Ou seja, o peruano precisa de três jogos para fazer os mesmos dois gols que o brasileiro faz em dois.
Neste ano, no entanto, os dois estão com médias parecidas. Paolo Guerrero chegou ao Corinthians no segundo semestre de 2012 e rapidamente tornou-se ídolo da torcida, principalmente por ter feito o gol do título Mundial contra o Chelsea. No clube alvinegro, seus números são bastante positivos. Contratado para ser o goleador que o time precisava, ele tem correspondido. Até o momento, foram 30 jogos com a camisa alvinegra e 16 gols, uma média de 0,53.

SÃO-PAULINO EM NÚMEROS

  • Luis Fabiano - 32 anos
    São Paulo: 231 jogos e 168 gols.
    Ponte Preta: 67 jogos e 25 gols.
    Rennes: 11 jogos e 0 gol.
    Porto: 19 jogos e 3 gols.
    Sevilla: 230 jogos e 107 gols.
    Seleção brasileira: 45 jogos e 28 gols
    Total de 603 jogos e 331 gols.
    Média de 0,55 gol/jogo
Já o são-paulino tem a média de 0,8, com 12 gols em 15 partidas disputadas.  Apesar de reclamar de seu momento nos microfones, Luis não deixa de balançar as redes adversárias. Depois de voltar ao Brasil, em março de 2011, o jogador sofreu para recuperar a boa forma, mas, atualmente, conseguiu emplacar uma boa sequência de jogos. Só na Libertadores que ele ficará de fora por causa da suspensão de quatro jogos imposta pela Conmebol.
Do outro lado, hoje com 29 anos, Guerrero foi muito jovem para a Alemanha, em 2002, onde defendeu o Bayern de Munique e o Hamburgo. No primeiro, foram 13 gols em 27 jogos. No segundo, onde atuou a maior parte do tempo, foram 48 gols em 163 jogos. Lembrando que o jogador ficou afastado na temporada 2009/2010, por conta de uma séria contusão no ligamento cruzado do joelho esquerdo. Foram sete meses parado.
Na seleção peruana, Guerrero foi o astro da surpreendente campanha do time na última Copa América. Com cinco gols, foi artilheiro da competição. Ao todo, ele já conta com 19 gols em 44 jogos com a equipe nacional de seu país. Vale lembrar que jogos com a seleção de base não foram considerados pela reportagem. Pela seleção de base, ele fez quatro gols, o que totalizaria 100 na carreira.