sábado, 9 de junho de 2012

JUVENAL FALA SOBRE OSCAR E REVELA CONVERSAS COM LÚCIO E KAKÁ

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, falou em entrevista ao programa da Record, Esporte Fantástico, que se sentiu absolutamente violentado pela decisão de Oscar, meia do Internacional e da seleção brasileira, de recindir seu contrato com o time do Morumbi e seguir para o colorado.

Apesar da mágoa, o dirigente se mostrou satisfeitro com o desfecho da transação. "A proposta de R$ 4,5 milhões que o Inter nos ofereceu conseguimos elevar para R$ 15 milhões. Resolveu o probema? Não, mas fizemos o possível".

Juvenal também falou sobre outra mágoa tricolor, a perda da oportunidade de realizar a Copa de 2014 no Estádio do Morumbi e tentou justificar o descontento com indiretas ao rival Corinthians. "Em determinado instante eu não queria mais a Copa, porque ela destrói seu estádio. Agora, vão construir um estádio aí na periferia, mas enquanto Piracicaba me dá R$ 300 mil, a Madonna me dá R$ 1,2 milhão, R$ 1,3 milhão".

O presidente sãopaulino aproveitou o assunto para alfinetar seu desafeto Ricardo Teixeira, zombando da queda do ex-presidente da CBF e exaltando o novo mandatário do futebol brasileiro, José Maria Marin.



"Ele (Teixeira) entendia que o São Paulo era o único clube brasileiro que podia se antepor a ele e disse para vários de seus amigos - Eu já derrotei todos meus inimigos, agora só falta o Juvenal e ele tá resistindo. O manda-chuva sãpaulino seguiu futebol é alegria e o Ricardo é antagônico a alegria, então agora ele já vendeu a fazenda, a vaca estrela dele e o boi foi pro brejo. Quanto ao Marin, ele é uma pessoa do futebol, alegre e sério".

Perguntado sobre as especulações em volta de Kaká e do zagueiro Lúcio, Juvenal confirmou o inetresse e as conversas, mas deixou claro a enorme dificuldade em contratá-los. "Sobre o Lúcio há uma tentativa, mas não está fácil. Ele está muito interessado em voltar, mas falar no momento é proibitivo. O Kaká tenho certeza que terá ofertas da Ásia maiores do que ele ganha hoje, e aí o nosso futebol não permite".

O dirigente encerrou a entrevista deixando um recado para os torcedores sãopaulinos, que já não suportam mais sua gestão e não pareceu nem um pouco incomodado com o fato. "É assim mesmo, tudo cansa na vida, mas tudo muda, na frente eles terão q agradecer", finalizou Juvenal.

Fonte: Uol

SÃO PAULO REJEITOU DUAS PROPOSTAS POR VOLANTE DE 16 ANOS

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, rejeitou ofertas de Manchester City (ING) e Bayer Leverkusen (ALE), de cerca de R$ 2 milhões, pelo volante Matheus Queiroz, de 16 anos. O jogador, recentemente convocado pela Seleção sub-17 deve assinar contrato na próxima semana, com multa fixada em R$ 30 milhões.

Fonte: Lance

EM CRISE COM LEÃO, SÃO PAULO NEGOCIA COM EX-TREINADOR DO CHELSEA

O português André Villas-Boas está apalavrado com o presidente Juvenal Juvêncio, mas só quer assumir o comando do time do Morumbi em 2013

O São Paulo pode trocar Emerson Leão pelo técnico português André Villas-Boas. O jornalista Fábio Sormani, colunista do iG, apurou que o presidente Juvenal Juvêncio conversou pessoalmente com o ex-treinador do Chelsea e, inclusive, acertou as bases salariais.



No entanto, uma exigência de Villas-Boas pode atrapalhar o negócio. A princípio, o pupilo de José Mourinho aceita assinar com o clube do Morumbi, mas só quer começar o trabalho após o fim da temporada.

Insatisfeita com o trabalho de Emerson Leão, a cúpula são-paulina quer que o treinador português assuma o comando após o término da Copa do Brasil – o time do Morumbi está nas semifinais da competição.

No mês passado, Villas-Boas esteve em São Paulo e falou sobre a possibilidade de trabalhar em um time brasileiro. Durante a visita, Adalberto Baptista, diretor de futebol do São Paulo, iniciou as conversas para contratar o treinador.

“A única coisa que tenho como ambição da carreira é trabalhar em campeonatos diversos. Partir para Argentina ou Brasil. São campeonatos diferentes de uma rota normal de um treinador europeu. Estar neles estimulam desafios pessoais que eu me tracei. Quando pode acontecer, eu não sei. Mas teriam muito gosto um dia de treinar nesses campeonatos”, disse o português.

Com apenas 34 anos, Villas-Boas fez história no Porto. Em 2011, ele conquistou o Campeonato Português, a Taça de Portugal e a Liga Europa. Por conta do excelente trabalho, foi contratado pelo Chelsea. Porém, assim como Felipão, ele foi fritado pelos jogadores do clube inglês e deixou o comando da equipe durante as oitavas de final da Liga dos Campeões.

Antes de assumir o comando do Porto, Villas-Boas trabalhou nas categorias de base do clube português e também foi assistente de José Mourinho no time principal.

Fonte: Ig

sexta-feira, 8 de junho de 2012

OBRIGADO NAÇÃO TRICOLOR

Gostaria de agradecer a toda nação tricolor que durante esses primeiros seis meses do ano deram a esse espaço um número recorde de acessos, do Brasil e de todas as partes do Mundo.

Um número muito expressivo, comparado aos primeiros seis meses do ano anterior.

O nosso esforço para deixar você torcedor sempre muito bem  informado continuará e esperamos que você possa continuar apreciando as informações diárias que são divulagadas aqui.

Mais uma vez o nosso agradecimento e que o nosso glorioso tricolor possa dar muitas alegrias nessa temporada.

BSS


PAU QUE DÁ EM CHICO...

Juvenal Juvêncio deu razão ao técnico Emerson Leão nas críticas a Luis Fabiano por causa do cartão amarelo contra o Internacional, que tirou o atleta da clássico com o Santos, no domingo. O presidente afirmou que o capitão errou e anunciou punição. O cartola disse que houve insucesso do jogador na partida, o que o levou à irritação que provocou uma reação indevida. O ato será punido com multa e pedido de desculpas ao plantel.
Morde e assopra. Porém o cartola descarta totalmente a possibilidade de o jogador ter forçado o terceiro cartão amarelo para não participar do clássico. O mesmo motivo o tirou da semifinal do Paulista, com o Santos. "O Luis Fabiano é cara de guerra. Ele não foge do pau de jeito nenhum", afirmou Juvenal.
Apaziguador. O presidente diz que não haverá sanções adicionais ao atacante pelo episódio de anteontem. "Não estamos na barbárie. Podem até não gostar da gente por sermos diferentes, mas usamos o que há no contrato." Ele reclamou das faltas cometidas pelos gaúchos.
Status. O presidente da CBF e do COL, José Maria Marin, fez um DDI dos EUA para Juvenal. Sua intenção era falar da partida da seleção com o Chile, no Morumbi. Marin, de antemão, classifica o jogo como "grande festa".

Fonte: Painel FC, Folha

TV SOBERANO, DO SÃO PAULO, VAI ESTREAR EM MAIS UM CANAL



A TV Soberano, programação oficial do São Paulo, vai estrear nas próximas semanas no Esporte Interativo. Um piloto já foi gravado e aprovado pela operadora e pela diretoria do clube. A exibição será semanal, mas ainda não está definida em que horário e dia acontecerá. O programa já é exibido no BandSports.

Fonte: Lance

quinta-feira, 7 de junho de 2012

SÃO PAULO ADIA DE NOVO PRAZO PARA APRESENTAR EMPRESAS QUE VÃO CONSTRUIR ARENA

O São Paulo adiou novamente o prazo, para o final de junho, para apresentar as empresas que irão construir a Arena Tricolor, o setor do Morumbi que irá abrigar shows grandes, mas não gigantes e que inclui a cobertura do estádios. Pelo cronograma inicial, a Andrade Gutierrez está cinco meses atrasada.

Fonte: Lance

NO BEIRA-RIO, TRICOLOR PERDE A SEGUNDA NO BRASILEIRO

Na noite desta quarta-feira, São Paulo foi derrotado para o Internacional por 1 a 0

por Rubens Chiri / saopaulofc.net 
Foi um jogo abaixo das expectativas de todos. Pior para o São Paulo, que perdeu a segunda partida neste Campeonato Brasileiro. Na fria noite desta quarta-feira, o Tricolor Paulista foi derrotado pelo Internacional por 1 a 0, no Estádio da Beira-Rio.
Com o revés, o São Paulo permanece com três pontos em três rodadas na competição nacional. Antes de enfrentar o time gaúcho, o Tricolor perdeu para o Botafogo na estreia (4 a 2) e ganhou do Bahia (1 a 0) no único jogo que aconteceu no Estádio do Morumbi no Brasileiro até o momento.
GOL GAÚCHO
O técnico Emerson Leão entrou em campo com o time escalado no coletivo da última segunda-feira. Apesar de uma formação ofensiva, Osvaldo e Fernandinho também tiveram de marcar. Os atacantes evitaram as subidas dos laterais colorados Nem, pela direita, e Fabrício, pela esquerda.
Apesar de melhor em campo, o Tricolor viu o adversário abrir o placar aos 20 minutos da primeira etapa. O argentino D'Alessandro cobrou falta pela direita e venceu o goleiro Denis. Foi uma das poucas chances da equipe gaúcha durante toda a primeira etapa.
No ataque são-paulino, o polivalente Cícero foi o mais perigoso. Seja com chutes de longa distância ou presenças dentro da área rival, o camisa 16 ficou perto do gol. No entanto, o São Paulo não conseguiu encaixar um bom ataque e foi para o intervalo com o revés no placar.
REVÉS NO SUL
No início do segundo tempo, Leão colocou Maicon no lugar de Fernandinho. Mas foi o Inter que chegou com mais perigo. Aos 20, Dagoberto recebeu em boa condição dentro da área, Denis fechou o ângulo e o ex-são-paulino concluiu para fora do gol.
Aos 27 minutos, em busca do empate, o comandante são-paulino mudou mais uma vez. Colocou Willian José ao lado de Fabuloso no ataque. Jadson deixou a partida. Além disso, um lateral pelo outro: o paraguaio Piris na vaga de Douglas.
Aos 32, após passe de Willian José, Cortez teve boa chance, mas chutou para fora. Na sequência, Paulo Miranda por muito pouco não fez de cabeça. A bola passou muito perto do travessão. A noite não era do São Paulo. Mesmo com as alterações, a equipe não conseguiu o empate e deixou o Beira-Rio com a derrota na bagagem.
REAPRESENTAÇÃO
A delegação tricolor voltará para a capital nesta quinta-feira. À tarde, Emerson Leão comandará uma atividade no CT da Barra Funda. O São Paulo voltará a campo no próximo domingo diante do Santos, no Morumbi, também pelo Campeonato Brasileiro.

Fonte: Site Oficial

quarta-feira, 6 de junho de 2012

NOVA ORDEM NO TRICOLOR

Nova ordem...
Emerson Leão não está mais autorizado a dar entrevistas coletivas no CT da Barra Funda duas vezes por semana. A determinação veio da presidência e não foi bem assimilada pelo treinador são-paulino.
...no Tricolor
A decisão de diminuir pela metade as conversas de Leão com os jornalistas tem dois motivos: evitar novas trocas de farpas com a diretoria e mostrar a ele quem manda no clube.

Fonte: Jorge Nicola, Diário de São Paulo

terça-feira, 5 de junho de 2012

TRICOLOR NA FRENTE DO CORINTHIANS

O presidente corintiano Mário Gobbi recebeu na última semana a visita do secretário especial de Articulação para a Copa, Gilmar Tadeu, em sua sala no Parque São Jorge. O motivo: debater sobre projetos e ações para o Mundial de 2014, no Brasil.

Gobbi ouviu de Tadeu que a secretaria vai apoiar o Parque Ecológico como CT para hospedar a seleção brasileira antes e durante a Copa. A promessa encheu a cúpula do Timão de esperança, mas não deve ser suficiente para um desfecho feliz.

Tudo porque o São Paulo já pleiteava havia mais tempo, em outra frente, o mesmo direito. O presidente Juvenal Juvêncio ganhou importante aliado no estado, além da CBF. Inclusive, José Maria Marin, presidente da entidade, declarou aos mais próximos que o CT de Cotia é o seu preferido.

Acertando arestas...
A Fifa está disposta a diminuir as exigências para os CTs que serão utilizados por seleções durante a Copa. Os donos dos centros de treinamento ficarão liberados para buscar parceiros e faturar enquanto estiverem envolvidos com o Mundial do Brasil.

...para alegria tricolor
A novidade é encarada como uma vitória do São Paulo, que chegou a anunciar em 2011 a decisão de não liberar quaisquer de seus CTs. Com a mudança nas regras, Juvenal Juvêncio voltou atrás e autoriza nesta semana a inclusão de Cotia e da Barra Funda no Catálogo de Competições da Copa do Mundo.

Maioria paulista
Os estados têm até esta terça-feira para confirmar quais CTs estão aptos a receber seleções durante o Mundial. E já é certo que o Catálogo terá maioria paulista. Pelo menos 40% das ofertas serão de palcos no Estado de São Paulo.

Fonte: Diário de São Paulo

segunda-feira, 4 de junho de 2012

PITACOS TRICOLORES

ESCALAÇÃO
Emerson Leão resolveu ousar para a partida contra o Internacional nesta quarta-feira.
Treinou com três atacantes: Osvaldo, Luis Fabiano e Fernandinho.
No meio campo apenas Denílson como marcador específico ao lado de Cícero e Jadson.
O maior problema está na zaga.
Rhodolfo está com um problema na panturrilha e não treina faz oito dias, logo, está praticamente descartado para quarta-feira. Edson Silva de forma imprudente tomou um comprimido para dor de cabeça sem consultar o Departamento médico e como o medicamento contém substancia proibida pela comissão antidopagem, esta sem condições de jogo.
A vaga ao lado de Paulo Miranda na zaga será ocupada por João Filipe.
O time do coletivo de hoje atuou com: Denis, Douglas, João Filipe, Paulo Miranda e Cortez, Denílson, Cícero e Jadson, Osvaldo, Luis Fabiano e  Fernandinho.
Edson Silva por sua imprudência, além de tirar a comissão técnica do sério, foi advertido pela diretoria.

REFORMAS
Em breve o São Paulo deve anunciar o inicio das obras para a cobertura do Morumbi e também do hotel anexo ao estádio que estava praticamente descartado.
A construtora Andrade Gutierrez está acertando os últimos detalhes com os investidores que participarão da obra.
São dois grandes desafios para sair a cobertura e o hotel: O alvará da prefeitura e a captação de recursos por parte da empreiteira.
O alvará já foi conseguido, faltando por tanto os parceiros financeiros.

Fonte: Marcello Lima

PLANO B

O São Paulo dificilmente vai ter a Reebok em sua camisa em 2013, mas isso não significa o fim da parceria. No Morumbi, entendem que há grande chance de acerto com a Olympikus, do mesmo grupo da Reebok.

Fonte: Diário de S.Paulo

ESPERANÇA

Esperança. Autoridades ligadas à Copa em São Paulo garantem que o prefeito Gilberto Kassab ainda nutre expectativa de a cidade entrar como sede da Copa das Confederações. E que se animou mais ainda com a confirmação do Anhembi como sede do sorteio da competição.

Entrelinhas. O prefeito, de acordo com gente que comanda a organização da Copa no município, insistiu em receber o sorteio para dar sinais à Fifa e ao COL de que a São Paulo está pronta. A esperança é que Salvador ou Recife decepcionem até o fim do ano. O estádio para sediar o torneio é o Morumbi.

Fonte: Folha.com

domingo, 3 de junho de 2012

QUASE LIVRE DAS DORES, CENI ADMITE "RISCO" DE TREINAR SÃO PAULO NO FUTURO

Em entrevista exclusiva, goleiro fala da possibilidade de ser técnico, elogia elenco tricolor e revela detalhes de sua fase de torcedor durante a lesão

Rogério Ceni no banco de reservas é uma visão surrealista. Afinal, é titular intocável do São Paulo desde 1997, um dos maiores vencedores e ídolos da história do clube, recordista de jogos com a camisa tricolor e maior goleiro-artilheiro do mundo.

Mas Rogério pode ir para o banco... Quando estiver aposentado. Há alguns anos, ele rechaçava a possibilidade de, um dia, se tornar técnico. Dizia que já era goleiro e não teria saúde para acumular as duas funções mais desgastantes do futebol. Mas agora, nos últimos meses da carreira, que pode terminar no fim deste ano ou de 2013, depois de ser comandado por 18 treinadores no São Paulo e visitar Jose Mourinho e Pep Guardiola, ele já admite a possibilidade de trocar as camisas personalizadas com o número 01 às costas pelos trajes de “professor”.

A lesão no ombro direito, a mais grave em 22 anos como profissional, tem servido como laboratório involuntário. Ceni acompanha o time do coração das cativas do Morumbi. Observa espaços, o apoio dos laterais, a marcação... Sem pretensão alguma de dividir tarefas com Emerson Leão. Até porque, sempre que toca no assunto, o ídolo faz a ressalva de que, até o dia 31 de dezembro, só pensa em voltar a defender sua meta. A diferença é que, agora, o “mito”, como é chamado pela torcida, admite prolongar sua história no Tricolor à beira do gramado.

- Seria um risco, assim como era um risco bater falta. Se eu decidir isso no futuro, não vejo problema nenhum em treinar o São Paulo. Aliás, acho que seria mais fácil ser técnico do São Paulo do que do Corinthians (risos).



O goleiro concedeu entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM na grande área de um dos campos do CT da Barra Funda . Local que ele não vê a hora de ocupar novamente. Na reta final de sua recuperação, que só será completa quando ele não sentir mais dores, revelou a felicidade ao conseguir enxugar o suor do lado direito do rosto, declarou confiança no título da Copa do Brasil, falou de Neymar, da atual safra de goleiros, Copa-2014, concentração e da chance de o Corinthians conquistar a Libertadores:

- Não muda nada na minha vida.



Como está sua recuperação?
Está bem melhor. Já ergo bem o braço, estou com 90, 95 por cento de amplitude do movimento. Comecei a fazer peso livre para fortalecimento, as quase duas horas de exercícios na piscina por dia ajudam bastante. Agora é trabalhar para investir mais na musculação. No campo já faço muitos movimentos. Já durmo sem dor, uma série de coisas que me facilita a vida. Sinto dor quando faço força ou levanto o braço para trás.

De que forma trabalhou o lado psicológico durante a pior lesão da carreira?
Tem dias que você acorda mais confiante, alegre, com menos dores, faz exercícios novos, se empolga e acha que está quase bom. Tem dias que regride um pouco, desanima. Não adianta pensar cinco ou seis meses à frente, tem de se adequar às circunstâncias que a vida oferece. Quando comecei a correr, não conseguia enxugar o suor do lado direito do rosto. E falava que, quando conseguisse, ficaria feliz. Hoje enxugo normalmente e ainda não estou feliz, mas são objetivos que você coloca para melhorar. Nesses pequenos movimentos nota-se uma grande melhora num prazo mais longo.

É mais difícil encarar a lesão pelo fato de estar no fim da carreira?
Acredito que seja. Não tive nenhuma lesão grave no começo, ainda bem. Mas o tempo vai se espremendo. O fim está ali e cada dia fora do campo é uma perda grande. Mas no dia-a-dia você passa por cima, esquece e só quer ficar bom o suficiente para estar presente no próximo jogo. Já comecei a nadar em torno de mil metros por dia. Estou na batalha, na luta diária.

Você tem perspectiva de reduzir o prazo de retorno, que é para fim de julho ou começo de agosto?
Tenho muita vontade, mas quem vai me dizer é a dor, e ela é muito subjetiva. Não sei se não terei mais dor alguma daqui a um mês, ou se daqui a dois meses ela vai persistir. Nunca tive uma lesão como essa, não tenho parâmetro. Há dois meses eu achava que nunca iria ficar bom. Agora, com quatro meses de cirurgia, me sinto bem melhor. Se você chutar uma bola eu tenho reflexo para pegar. Mas a volta ainda não dá para ser projetada.

Alguns jogadores têm voltado de lesão melhor do que estavam antes. Você imagina que isso possa acontecer com você?
Meu Campeonato Brasileiro no ano passado foi muito bom. Não ganhamos, mas foi muito bem jogado. Espero voltar no mesmo nível. Estou fazendo o máximo para isso.

Qual foi o momento em que você mais lamentou não poder estar em campo?
Quando você está impossibilitado e sente que não tem condições, não existe um lamento tão grande. Quando estiver mais próximo da volta, me sentir apto a fazer os movimentos, vou sentir uma ansiedade maior. Por enquanto os jogos mais importantes foram contra o Santos, na semifinal do Paulista, e a Ponte Preta, na Copa do Brasil. Lamento sempre porque é outra emoção, circunstância, situação de vida, pressão, querer e poder ganhar. Quero viver isso o mais breve possível. Por enquanto ajudei com palavras e incentivo sempre que possível.

Você se envolve muito com o jogo. Como tem sido essa fase de torcedor?
Eu não jogo só como goleiro, gosto de participar, compreender como funciona. Há necessidade de interpretar o árbitro, a pressão, quem é quem, os mais experientes, mais jovens, conversar. Isso é legal, o conjunto em que se transforma o jogo, não apenas o cara chutar e eu defender. Como torcedor é impossível viver isso, então acompanho de cima, olho os espaços, o que podia estar melhor. Para conhecimento próprio, porque temos o treinador que tem a visão dele. É legal observar o porquê de ter tomado o gol, se ficou muito espaço no meio, os laterais descem juntos, se precisa compactar mais. Durante o jogo não tenho essa visão.



Isso tem a ver com uma vontade de ser técnico?
Futebol é minha profissão, acho necessário entender como um todo. Sou goleiro, mas gosto de ver como funciona, independentemente da profissão que eu vá seguir. Desde garoto gosto de ver tipos de treinamento, por isso viajei (para Madri e Barcelona) para ver outros treinadores, preparadores físicos, o que é melhor para um time.

Um atleta tão identificado como você pode se tornar técnico no clube?
Se eu decidir isso para minha carreira, no futuro, não vejo problema nenhum. Vou ser burro para muita gente, como todos os treinadores são. Se ganhar, serei aplaudido, se perder, vaiado. Mas hoje não tenho esse pensamento. Penso em voltar unicamente como atleta até 31 de dezembro.

Mas não seria colocar em risco tudo que você conquistou como ídolo do São Paulo?
Claro, sem dúvida. Mas bater falta também era um risco. Tudo é um risco na vida. Seria algo novo, que poderia acarretar glórias e decepções. Não tenho esse pensamento agora, mas não vejo problema algum. É um risco como qualquer um corre na profissão que deseja exercer.

E há também o risco de você só ter emprego no São Paulo, não?
Também tem isso. Seria muito mais difícil ser técnico do Corinthians do que do São Paulo (risos). Mas não tenho essa ambição hoje, aqui ou em outro lugar. Se tiver de arriscar, seria mais fácil aqui.

Seu contrato vence no fim do ano e você já disse que a renovação depende de como você vai voltar e dos resultados do time. Algo mudou?
Nada. Agora muito mais depende de como eu voltar, do que vai se apresentar para o São Paulo no ano que vem. Minha cabeça está focada em cumprir esse contrato até o fim do ano, voltar a fazer o que sei. Tenho de esperar para ver quando estarei bom e em que situação.

O São Paulo está a quatro jogos de voltar a Libertadores. Vê o grupo com postura adequada e compreensão da importância desse momento?
Acredito que sim, todos estão conscientes disso. Quando chegar perto do jogo isso vai aflorar de maneira natural. O Coritiba tem um grande time, foi finalista no ano passado, mas o São Paulo, na minha concepção, tem tudo para ser campeão. Os quatro times são competitivos e podem ganhar o título, mas vejo o São Paulo com um elenco extremamente preparado.

Por ser um título inédito, é um gosto ainda mais amargo estar fora?
Gosto mais amargo que estar machucado não existe. Quando começa o Campeonato Brasileiro ou chegam as finais de um torneio importante como a Copa do Brasil, você gostaria muito mais de estar jogando. Se perde uma fase classificatória de Campeonato Paulista, com 19 rodadas que não valem absolutamente nada e um regulamento sem sentido, você sente falta pelo jogo em si, não pela competição.



Recentemente, o Marcos disse em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM que secaria o Corinthians na Libertadores, porque não sabe como seria se eles fossem campeões. Você também seca? Como vê essa possibilidade?
Não interfere em absolutamente nada na minha vida. Interfere muito mais se o São Paulo for campeão da Copa do Brasil. O Corinthians tem um time competitivo, extremamente bem postado, equilibrado e vai brigar. É difícil, mas possível. As mesmas condições que o São Paulo tem de ganhar a Copa do Brasil, eles vão encontrar na Libertadores. Mas minha vida muda com as coisas que acontecem no São Paulo, não no Corinthians.

E o que tem achado dessa ascensão do Neymar? Ele virou uma celebridade, como vê sua postura dentro e fora de campo?
Ele vem jogando extremamente bem, fazendo a diferença. O Santos é uma equipe muito boa, o Muricy lida bem com atletas e está se adaptando a outro tipo de jogo, diferente do que era no São Paulo. Tem jogadores muito bons e tem no Neymar seu grande trunfo, o diferencial, acima da média. Tem trabalhado muito bem a imagem visando a Copa do Mundo, vive momento publicitário extraordinário. As atenções estão voltadas para ele, que merece esse investimento e essa consideração da mídia e das pessoas porque, em campo, faz gols, grandes partidas, o que se espera de um jogador diferenciado.

Você conversou com o Denis depois da falha dele na semifinal do Campeonato Paulista?
Erros vão acontecer. Não foi o primeiro e não será o último. Tem de fazer uma carreira longa com o menor número de erros possíveis, mas eles acontecem. Ele tem de levantar a cabeça e tirar lições. Se um goleiro começa a errar muito, tem um peso maior, mas erros esporádicos acontecem com os grandes, médios... É igual ao centroavante embaixo do gol. Uma hora ele vai perder, a gente vê no Inacreditável Futebol Clube.



É que aconteceu com ele, Julio Cesar, Deola, Rafael... Há algum problema com a safra?
Foi extrema coincidência. Falhas como essas geram insegurança maior nos jovens. Têm de passar por esse período e reencontrar a regularidade. Isso abala a confiança do mais jovem, baixa a personalidade que ainda não está totalmente formada no jogo. Ajuda muito se tiver um bom time que o leve a ter oportunidade de jogar logo uma decisão. Se o time é incompetente, a derrota é iminente. No São Paulo, você tem chance de provar o quanto aprendeu com o erro.

O Luis Fabiano é um ídolo da torcida, mas padece da falta de títulos. Você já passou por isso. Dá algum conselho a ele?
O Luis é um cara muito experiente, passou dos 30 anos. No futebol você precisa montar o time certo, ter estrutura para fazer acontecer. As pessoas se enganam muito com vitórias, têm uma concepção de sucesso enganosa. A vitória esconde muita coisa. Ganhar não é sinônimo de sucesso. Essas equipes montadas no São Paulo de 1991 a 93, e de 2005 a 08, são sinônimos de sucesso que se sustentaram ganhando porque tinham grandes jogadores e uma boa estrutura. Espero que o grupo montado este ano consiga o sucesso, e já comece agora com a Copa do Brasil, que falta tão pouco.

Para quem vive a rotina de um clube, incomoda essa confusão entre vitória e sucesso, que só considera trabalhos vitoriosos?
O futebol é imediatista, impulsivo. Mas quando se acompanha tudo de perto, sabe o que pensar. O torcedor vai ao estádio e tira conclusão por aqueles 90 minutos. Já vi muita gente boa, competente, trabalhar nesses 22 anos e não conseguir vencer. E já vi gente ganhar títulos e você não conseguir explicar como. Quem está dentro observa de maneira melhor. O São Paulo tem um time muito melhor do que nos últimos anos e tudo para chegar à final.

Você visitou, recentemente, Barcelona e Real Madrid, teve contato com Guardiola e Mourinho. Surpreendeu a eliminação dos clubes na Liga dos Campeões?
Surpreendeu, ainda mais depois do primeiro jogo, em que Real e Barcelona mereciam vencer. Mas é o que falo de vitória e sucesso. Quem é campeão da Liga? O Chelsea. Quem é o sucesso do futebol mundial? O Barcelona. Título se ganha ou perde, mas grupos ficam para sempre. O Chelsea tem um ótimo time dentro de sua proposta, mas o fenômeno é o Barcelona. Quem jogou melhor na final? Eu achei o Bayern. Há os times que ganham e os que são referência de sucesso.

Você preferiria fazer parte do Chelsea ou do Barcelona?
Eu prefiro jogar no São Paulo, mas prefiro que seja como o Barcelona do que como o Chelsea.

Mesmo sem ganhar o título?
Um time que jogue futebol promissor, a longo prazo, com o estilo do Barcelona, com certeza colocará títulos na parede, mesmo que momentaneamente perca um. O Barcelona conquistou com méritos todos os títulos. Ganhar ou perder é o que marca a história, mas, ao longo da vida, saber como ganhou e como perdeu se torna importante.

Você disputou duas Copas (em 2002, no Japão e na Coreia, e em 2006, na Alemanha), viveu estádios, preparação, aeroportos... Acha que o Brasil vai conseguir oferecer uma estrutura à altura em 2014?
Como são muitas sedes, serão problemas distintos. Alguns serão encontrados em todas. Na Alemanha foi fantástico. Tanto que o país é modelo de gestão, firme, intacto e confiável numa crise que atinge toda Europa. Aqui os estádios já gastaram mais de 70% do orçamento e não chegaram nem à metade, mas vão dar um jeito. No Brasil se fecha os olhos para tudo. Se precisar injetar mais dinheiro, vão injetar. Mas nem com todo dinheiro do mundo vejo tempo suficiente para o país se apresentar com conforto e tecnologia suficientes. O campo de jogo vai estar pronto, nos arredores acho que vamos deixar a desejar. Mas é a festa do futebol, ainda mais se o país-sede é campeão. O problema é o que será feito depois que a Copa se for. 70% das escolas públicas não têm quadra de futebol para a criança brincar, mas gastam bilhões em estádios que não vão encher nunca porque não têm times. Nós somos muito conformados. Pessoas famosas vão à televisão, dizem que vai ser a melhor Copa do Mundo, e o povo se ilude. Espero que as coisas fiquem prontas, mas sem deixar para a última hora e virar aquela festa tradicional em obras superfaturadas. É o que sempre acontece no nosso país (veja no vídeo acima as críticas de Rogério Ceni à Copa-2014).

Surpreende o fato de, a essa altura, só 5% das obras estarem prontas?
Não, porque é assim. Quando se apressa, não tem muita concorrência, o tempo fica mais apertado, colocam muito dinheiro e fazem o negócio andar. Mas mesmo assim não vão conseguir tudo como um país organizado. Deveria estar pronto daqui a um ano. Os jogos vão acontecer, os aeroportos terão superpopulação, as delegações serão bem escoltadas. Isso vai funcionar.

Como analisa a mudança na CBF e a gestão do Marin, que tem uma ligação mais próxima com o São Paulo e foi jogador do clube?
A mudança se deu por pressão de mídia pública e não por vontade própria. Houve muitos erros, estão sendo investigados. Encontrei o doutor Marin duas vezes. Com o Ricardo Teixeira foi muito mais pelas Copas do Mundo. Mas se aguardamos quase 20 anos do Ricardo, não podemos avaliar em dois, três meses. A gente espera que melhore para todos os clubes, que eles sejam o grande motivo de a CBF existir.

O Muricy tem dito que pretende acabar com a concentração. Acha que é possível?
Acabar não vai, é muito difícil. Acontece até a primeira derrota (risos). Mas acho que pode diminuir esse período trancado. A pessoa tem que viver, não pode perder tanto tempo da vida, duas ou três noites antes de um jogo importante. Tem de ter consciência profissional e isso vai mudar em breve. Descansar uma noite anterior, almoçar, é bacana pela proximidade. Não é pelo fato de não estar fora, mas de estar dentro, incluso num pacote sem excessos. Se você joga domingo à tarde, treina no sábado, descansa, acorda no domingo, almoça e vai para o jogo. Isso é cabível e aceitável.

O que pode falar a respeito desse recente problema com multa de trânsito, em que houve acusação de falsidade ideológica?
Aconteceu o seguinte: cheguei em casa e me disseram que havia uma multa para mim. Eu peguei, assinei e devolvi para que os pontos fossem creditados em minha carteira. Mas a multa era de um carro que havia sido emprestado, pensei que fosse de um dos meus. Eu deveria ter assinado no espaço de condutor, e assinei como proprietário. Errei, assinei no lugar errado. Mas se eu quisesse me livrar da multa ou dos pontos, não teria assinado o meu nome em lugar nenhum. É que agora, três anos depois, querem achar algo errado. Foi isso.


Fonte: Globo Esporte

sábado, 2 de junho de 2012

LUCAS PEDE PARA FICAR ATÉ A COPA, E EMPRESÁRIO PLEITEIA PLANO DE CARREIRA

Acordo, além de envolver um aumento salarial, englobaria maior exposição de mídia e patrocinadores pessoais, similar ao que ocorre com Neymar

Inspirado nos passos de Neymar, que, atuando no futebol brasileiro, é um fenômeno de mídia, exposição e ganha salários similares ao que receberia no Europa, o estafe de Lucas mudou de postura. Se antes a ideia era que ele saísse para o Velho Continente, a vontade do garoto falou mais alto e agora ficou definido que o camisa 7, que está nos Estados Unidos com a seleção brasileira, vai permanecer no São Paulo até a Copa de 2014. O empresário do atleta, Wagner Ribeiro, pretende marcar uma reunião nos próximos dias com o presidente tricolor, Juvenal Juvêncio, para discutir o assunto.



Lucas é alvo das principais equipes europeias. O Inter de Milão, em janeiro deste ano, apresentou uma proposta de € 27 milhões (R$ 64,8 milhões), que foi recusada pelo clube do Morumbi. Chelsea e Real Madrid também acompanham os passos do jogador. O técnico da equipe espanhola, José Mourinho, esteve em Hamburgo para acompanhar o amistoso entre Brasil e Dinamarca, realizado no último sábado.

– Essa questão, para nós, está definida. O Lucas gosta muito do São Paulo e não quer sair até a Copa do Mundo de 2014. Ele pediu para ficar, não pensa no futebol europeu agora, quer primeiro fazer uma carreira, se consolidar para ir depois do Mundial ainda mais valorizado. Exatamente por isso, vou conversar com o Juvenal porque alguns pontos precisam ser costurados. E deixo claro que não é apenas uma questão de dinheiro. É como um plano de carreira, muita coisa precisa ser levada em consideração – afirmou Wagner Ribeiro.

Esse acordo envolve Ronaldo Fenômeno, cuja empresa, 9ine, cuida da imagem do jogador. Hoje Lucas tem acordo de material esportivo com a Adidas e possui dois patrocinadores fixos. Ele já foi procurado por outras três empresas, interessadas em um contrato de longo tempo. Neymar tem 12 patrocinadores pessoais e seu vencimentos chegam a R$ 3 milhões mensais. A joia santista é o atleta mais bem pago do futebol brasileiro.

Revelado nas categorias de base em 2010, Lucas já ganhou um considerável aumento salarial no ano passado, quando saltou de R$ 12 mil mensais para R$ 130 mil mensais, além de ter recebido um valor relativo a luvas. A multa rescisória hoje é de € 80 milhões (R$ 192 milhões). O São Paulo tinha 80% dos direitos econômicos e o atleta, 20%. Agora, o jogador recebeu mais 10%.

São Paulo aceita conversar
Questionado sobre o assunto, o diretor de futebol, Adalberto Baptista, disse que o São Paulo pode sentar e discutir o assunto. Porém, fez questão de frisar que o jogador já tem vínculo até 2016.

– Se o pai e o Lucas quiserem conversar conosco, não há o menor problema. Estamos felizes com ele, ele está feliz aqui e seu contrato termina em 2016 – avisou o dirigente, que não tem boa relação com o empresário do atleta.

Fonte: Globo Esporte

sexta-feira, 1 de junho de 2012

TRICOLOR AINDA ESPERA ALVARÁ DO MORUMBI

Nação do Maior do Mundo;

O Blog mais uma vez conversou com as pessoas responsáveis pelo andamento das obras de modernização do Morumbi e as notícias não são animadoras. Já estamos entrando no mês de junho e até agora o São Paulo Futebol Clube não recebeu dos órgãos competentes a publicação oficial do alvará para as reformas do Cícero Pompeu de Toledo.
O mais curioso disso tudo é que no dia 9 de abril foi divulgada por vários veículos de imprensa a permissão para realizar as reformas que pretende no estádio. Segundo o que foi noticiado na época, a Prefeitura entendeu que a construção da cobertura no estádio e da arena de 25 mil lugares não constavam no potencial construtivo do Morumbi, o que dificultava a aprovação do projeto nas leis atuais de zoneamento e urbanização. O prefeito Gilberto Kassab, na época do lançamento da linha Ouro do Metrô, havia garantido pessoalmente ao presidente Juvenal Juvêncio, a proximidade da publicação oficial.
Apesar de ainda aguardar o alvará, o Tricolor já começou a trabalhar nas chamadas “obras silenciosas”. Os locais de colocação dos apoios da cobertura dentro do clube já foram definidos e também já estão sendo executados todos os cálculos estruturais, sondagem do solo e consultorias de acústica e ambiental necessárias para o projeto. O clube tem contrato em vigor com a Andrade Gutierrez, porém o contrato de operação das obras só será assinado quando for definido o operador.
A pergunta que fica é: Se a Prefeitura já entendeu que as obras citadas (cobertura e arena 25 mil lugares) podem ser realizadas dentro da lei de zoneamento, por que a demora neste processo de recebimento do alvará? Se a parte técnica já foi esclarecida qual seria o entrave? Político? É isso que o torcedor do São Paulo quer saber das autoridades competentes.

Fonte: Daniel Perrone

NOVO POINT

O setor no Morumbi destinado a deficientes vai se transformar no Bar Brahma, para 800 pessoas. O espaço, inclusive, deve ter Luis Fabiano como sócio. O atacante pode emprestar sua imagem e receber convidados em dias de jogo, para agitar o bar.


Fonte: Diário de S.Paulo