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sexta-feira, 15 de junho de 2012

ESPECIAL SOBRE A CONQUISTA DA 1ª LIBERTADORES

sábado, 21 de abril de 2012

TELÊ: O MAIOR DE TODOS

Hoje faz exatamente seis anos da partida de um dos maiores Técnicos que o mundo já teve a oportunidade de conhecer, Mestre Telê Santana.
Com o seu futebol arte encantou varias gerações dos amantes do futebol.
Teve grande passagem por todos os clubes que dirigiu, inclusive na seleção Brasileira, onde foi injustiçado depois das eliminações de duas copas do mundo.
Mas Telê, conseguiu dar a volta por cima em grande estilo, fazendo com que o São Paulo fc conquistasse tudo que disputou no ínicio dos anos 90.
Com um futebol envolvente e limpo, digno das equipes que Telê dirigia.
Até hoje a nação tricolor lembra de Telê e lembrará sempre desse que foi o maior treinador da história.
Eternas saudades, Mestre Telê Santana!



BSS

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

TV GAZETA PREPARA ESPECIAL SOBRE O DIA EM QUE CRUYFF SE CURVOU AO SÃO PAULO


Capa de "A Gazeta Esportiva" em 14/12/1992


Dando sequência a uma série de homenagens aos grandes clubes paulistas, a TV Gazeta está preparando um especial sobre o primeiro título mundial conquistado pelo São Paulo, façanha que completa 20 anos em 2012. Na sexta-feira passada, os jornalistas Flávio Prado e Chico Lang receberam os campeões Zetti, Adilson, Ronaldão e Pintado para um bate-papo nas dependências da Fundação Cásper Líbero.

A reportagem da GE.Net acompanhou a gravação do programa "Mundo Tricolor", que vai ao ar no dia 18 de dezembro, às 21h30 (de Brasília). Durante a conversa, os heróis da conquista exaltaram a importância de Telê Santana, falaram sobre as dificuldades da campanha vitoriosa na Libertadores daquele ano e lembraram que a vitória por 2 a 1 sobre o Barcelona, com gols de Raí, dia 13 de dezembro de 1992, no Estádio Nacional de Tóquio, acabou com a soberba de Johan Cruyff, ex-craque holandês que dirigia a temida equipe espanhola.
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Pintado, Adilson, Ronaldão e Zetti participaram da gravação do especial em homenagem ao São Paulo de 92

Em agosto, o São Paulo goleou o Barcelona por 4 a 1, na final do torneio Teresa Herrera, em La Coruña. Os catalães justificaram o resultado dizendo que estavam em início de temporada e tinham plena certeza do título em Tóquio, tanto que nem haviam embarcado para o Japão quando Cafu, Telê e Raí representavam o Tricolor na entrevista coletiva oficial do Mundial.

"Eles falavam na época que não teria nem prorrogação, que o jogo seria decidido nos 90 minutos", recorda o ex-zagueiro Ronaldão, lembrando que Telê informou ao elenco são-paulino que o rival havia abdicado dos treinos de cobranças de pênalti. "O São Paulo era desacreditado, diziam que não ganharia do Barcelona jamais. Jogamos futebol, ganhamos na bola, uma coisa realmente fantástica".

Cruyff, que criticara o futebol brasileiro pós-Pelé meses antes, chegou à Ásia com o nariz em pé. Questionado sobre o bom preparo físico do São Paulo, que se aproximava da marca de 85 jogos disputados naquele ano, o holandês declarou que "quem corre são os covardes". Ele também ignorou a boa fase de Raí, Muller e Palhinha ao dizer que não via nenhum motivo para se preocupar com os brasileiros. Depois do jogo, se rendeu. "Se for para ser atropelado, que seja por uma Ferrari. O São Paulo jogou como legítimo campeão do mundo", disse.
"Só ficou a marca da Ferrari. Passou em cima dele e ele nem viu", brinca o ex-volante Pintado. "As declarações do Cruyff, que era o Mourinho do momento, caíram muito bem para a gente. Sabíamos do nosso potencial, da força que tínhamos, mas ser menosprezado serviu como motivação".

"Ele não respeitou Raí e Telê Santana, que são mitos. Nós ficamos sabendo do desrespeito deles e colocamos tudo o que sabíamos em prática", emenda o ex-zagueiro Adilson, que recebia informações sobre a preparação do adversário através de Telê, sempre atento aos comentários do oponente na tentativa de perceber provocações e motivar seus atletas.

No dia seguinte ao título, A Gazeta Esportiva relatou que o comandante tricolor usou na preleção "o que Cruyff falou e o que não falou sobre o São Paulo e seus jogadores". A alcunha de Ferrari, pelo menos, caiu bem. "Dá para dizer que nosso time era uma Ferrari porque nós buscamos o título. Para conseguir esse objetivo, você precisa passar por cima de todo mundo, ser o melhor, o primeiro. Nós fomos", elogia o ex-goleiro Zetti, um dos grandes nomes daquela equipe.

Fonte: Gazeta Esportiva

terça-feira, 26 de julho de 2011

26 DE JULHO DE 1931: O NASCIMENTO DE UM GRANDE ÍDOLO

Mestre Telê Santana da Silva completaria, no dia de hoje, 80 anos de vida




Site Oficial/saopaulofc.net 

Em Itabirito (MG), no dia 26 de julho de 1931, nasceu Telê Santana, para muitos, o "Fio de Esperança", para os são-paulinos, o eterno "Mestre Telê". Ídolo por onde passou, consagrou o futebol arte na Seleção Brasileira, mostrando que ser campeão somente não bastava, era preciso tornar cada partida um momento inesquecível.
No São Paulo Futebol Clube, Telê fez história conquistando dez títulos oficiais e outros tantos torneios. As taças dos dois mundiais interclubes, as duas Libertadores da América e o Brasileiro de 1991, são, entretanto, as maiores conquistas dentre suas menores vitórias:  Obstinado em recuperar a imagem que consagrou internacionalmente o futebol brasileiro, lutou até onde pode para provar que um time técnico e bonito de se ver podia ser vencedor. E conseguiu.
Enfrentou a violência dentro dos campos, a má qualidade dos gramados, os erros e o descaso da arbitragem nacional e guerreou uma batalha particular para que o futebol brasileiro reencontrasse seu rumo dentro e fora das quatro linhas.
Por isso, se dedicou também ao Tricolor de corpo e alma. Até mesmo morou no CT do clube. Passo a passo, Brasil e América se renderam ao trabalho do treinador perfeccionista. Em pouco tempo o mundo tinha três cores e era de Telê. Em Tóquio, superando o grande Barcelona (por 2 a 1) dez anos depois da fatídica queda da Seleção Canarinho na Copa do Mundo da Espanha, Telê se consagrou campeão mundial.
Mas não parou por ai. Em 1993, levou o São Paulo à soberania na América vencendo a tríplice coroa continental: a Taça Libertadores, a Supercopa e a Recopa. No Japão, ao fim do ano, após bater outro super-time europeu (o Milan, por 3 a 2), Telê entregou ao mundo uma obra prima, uma obra de arte bicampeã mundial.
Com justiça, a torcida adotou o prenome "Mestre", entoado até os dias de hoje em saudosa reverência e admiração.
Para sempre, Mestre Telê Santana da Silva.

Fonte: Site Oficial

Leia Mais: "O Estado de S. Paulo" menciona esclarecimento do São Paulo FC

quinta-feira, 21 de abril de 2011

CINCO ANOS SEM TELÊ SANTANA

Emblematicamente, o mineiro Telê Santana morreu num 21 de abril, cinco anos atrás.

E está sendo lançada a segunda edição, atualizada,  de sua biografia, de autoria do jornalista André Ribeiro, pela Cia dos Livros.
Uma bela maneira de matar as saudades de Mestre Telê, que neste julho de 2011 completaria 80 anos de idade, não tivesse sido vítima de mau atendimento médico.
É o próprio autor do livro quem conta: “Além da atualização que fiz desde 2.000, com o martírio de seu tratamento, morte e homenagens póstumas, há uma contundente história escrita pela Conceição Lemes, sobre aquele estudo do AVC que, creio eu, você, em seu blog, tenha sido o único a divulgar na época. Além da publicação na íntegra desta reportagem, há uma atualização feita por ela, relatando minuciosamente a queda de braço com os médicos que trataram Telê e o Cremesp. Ela foi processada, impedida de receber um prêmio da “Revista Imprensa”, foi aos tribunais e venceu. Eu não sabia, mas o caso do Telê transformou-se em paradigma para mudanças nos hospitais que tratam vítimas de AVC”.
fonte: blog do juca kfouri

HOMENAGEM DO BLOG SEMPRE SÃO PAULO AO MAIOR DE TODOS OS TÉCNICOS

SAUDADES, TELÊ ETERNO