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domingo, 16 de dezembro de 2012

Fé e Perseverança: 16 de dezembro de 1935

No dia 16 de dezembro de 1935, o São Paulo Futebol Clube tomou lugar de destaque no futebol brasileiro
 
Arquivo Histórico SPFC - José Porphyrio da Paz, de farda, na inauguração da Sede do São Paulo, em 1936
 
Grêmio Tricolor - A directoria do Grêmio Tricolor convida todos os srs. conselheiros e consócios para uma nova reunião a fim de tratar de assumptos do interesse geral que terá lugar hoje, ás 20 horas, na rua 11 de Agosto, 9-A
Foi com esse simples anúncio publicado no jornal Correio de São Paulo no dia 16 de dezembro de 1935 que a coletividade são-paulina se reuniu e se reergueu para trazer novamente à vida o São Paulo Futebol Clube, que por desventuras políticas teve suspensa temporariamente a rotina esportiva do clube fundado em 1930 por dissidentes do Clube Athlético Paulistano e da própria Associação Athlética das Palmeiras.
Embora inativo dentro das quatro linhas, o São Paulo Futebol Clube não abandonou o coração dos torcedores em um momento sequer. Eram ainda 19h quando grande multidão de "sampaulinos" aguardava, porta à fora do escritório ainda fechado, a reunião que traria à tona novamente o "Clube da Fé".
Essa fé cega, que sempre acompanhou o Tricolor por onde quer que estivesse, que guiou fervorosamente as lideranças são-paulinas, como Porphyrio da Paz, Jaime Roso, Éolo Campos, Alcides Borges, Frederico Menzen e tantos outros a refundar o São Paulo Futebol Clube.
Às 20 horas, começou, debaixo da mais intensa emoção e de um indescritível entusiasmo, a magna sessão que foi aberta pelo Tenente Porphyrio da Paz, cujo discurso de abertura fez vibrar a assembleia. Terminadas as suas palavras, pediu Porphyrio à assembleia que indicasse um dos presentes para presidir os trabalhos, e, por aclamação foi o próprio Tenente escolhido para presidir a sessão.
As palavras de agradecimento pela sua escolha fizeram encher de lágrimas os olhos dos "sampaulinos", bem como deixaram a certeza de que o futuro do clube estava assegurado pela Fé inquebrantável que nunca deixou de sustentar os destinos do São Paulo Futebol Clube.
Ainda debaixo da maior animação, foi proposto o estudo e aprovação dos estatutos, trabalho esse que durou mais de duas horas. Aprovados que foram os mesmos, deu-se início então à eleição da primeira Diretoria que ficou assim constituída:
  • Presidente, Manoel Carmo Mecca;
  • 1º Vice-Presidente, Alcides Borges;
  • 2º Vice-Presidente, Francisco Pereira Carneiro;
  • 1º Secretário, Éolo Campos;
  • 2º Secretário, Luiz Felipe Paula Lima;
  • 1º Tesoureiro, Manoel Arruda Nascimento;
  • 2º Tesoureiro, Izidoro Narvaes;
  • Diretor Geral de Esportes: Tenente Porphyrio da Paz.
Mecca, o aclamado Presidente, não esteve presente ao início da assembleia em que foi honrado pois, justamente no dia anterior ao momento tão esperado por todos os são-paulinos, perdera o filhinho, que falecera. Ainda sim, sob luto, foi o primeiro signatário da ata que batizou o Tricolor.
Por volta da meia-noite, debaixo de salva de palmas e urras de vivas ao Clube, a São Paulo e ao Brasil, foi finalizada a sessão que trouxe ao mundo o time de futebol que futuramente se tornaria o mais vitorioso dessas terras. A entidade que possui as melhores marcas e os maiores recordes. O clube com o patrimônio incomparável construído com honra, fé e tradição fincadas em raízes profundas do esporte nacional através das glórias atuais e de outrora.

Fonte: Site Oficial

Comentário do Blog: Parabéns ao clube mais vencedor do Brasil e principalmente a nação São Paulina por sempre estar junto em todos os momentos.

 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Filho de Pedro Rocha agradece ao São Paulo mas pede homenagem em vida


Pedro Virgilio Rocha Franchetti comemora 70 anos no dia 3 de dezembro. Não haverá festas. Não há motivo. A mulher, os três filhos e os netos estarão ao seu lado, na cama, de onde não sai mais. O Verdugo, um dos jogadores que mais bem resumiu a mistura de força e técnica, já não anda, já não fala e enxerga mal.
A família, de forma polida mas firme, desencoraja visitas. Não queremos chocar ninguém que conheceu o meu pai como um grande campeão. O choque é grande, a gente reconhece”´, diz Gonçalo, 38 anos, um dos filhos.
Um dos maiores jogadores da história do São Paulo (113 gols em 375 jogos) e do Peñarol (81 gols em 159 jogos) Pedro teve artofia do mesaencéfalo, doença irreversível e que não admite sonhos. “Nem com um transplante a gente pode contar porque não há muitos estudos de células troncos nesses casos”, lamenta Gonçalo.
A comunicação é feita com sinais. O dedo polegar direito foi levantado em sinal de aprovação quando soube que Ganso havia sido contratado. “Agora, a gente nem fala muita coisa mais. O São Paulo é o time dele e ele se emociona muito. Meu pai está consciente de tudo, e isso é pior É um sofrimento muito grande”.
Há três anos, quando visitei Pedro Rocha para lhe levar o livro “Tricolor Celeste”, ele ficava em uma cadeira e tinha uma certa dificuldade para andar. Via futebol o dia inteiro e se disse fã de Ganso e de Gerrard. Disse que jogava parecido com o inglês.
Conversei com pessoas que o viram jogar e todos disseram que foi uma acesso de modéstia. Pedro foi melhor, bem melhor que Gerrard. No meu livro “Tricolor Celeste”, Pablo Forlán, pai de Diego Forlán, assim definiu Rocha.
“É o maior jogador uruguaio dos últimos 50 anos. Vou dizer como ele jogava”
1 – Caminhava com a bola, pelo meio, e lançava o centroavante, continuando a correr. Quando recebia a bola, tinha facilidade em marcar
2 – Tocava para um dos pontas e corria para a área. A defesa se preocupava com o centroavante e era ele quem cabeceava
3 – Quando não havia a possibilidade do passe, ele segurava a bola, chegava perto e chutava muito forte, de 30 metros de distancia. De esquerda ou de direita, como no final da Copa América de 67, quando fomos campeões.
4 – Se o ponta esquerda sofria uma falta, Rocha cobrava com o pé direito no canto esquerdo do goleiro.
Com esse repertório, jogou quatro copas do mundo pelo uruguai, de 1962 a 1974. Em seu grande momento, 1970, contundiu-se no primeiro jogo e ficou de fora. O Uruguai foi quarto.
Gonçalo elogia a ajuda do São Paulo, mas pede um pouco mais. Mais amor. “O São Paulo poderia fazer um jogo de despedida para meu pai. Reunir velhos amigos, fazer uma festa para ele ser lembrado uma vez mais. É bom ser lembrado em vida e não depois”
Um jogo beneficente? “Pode ser, o dinheiro seria muito bem aplicado, mas o bom seria mesmo pela emoção de se dizer obrigado a um craque como meu pai foi”.
Pedro Rocha vive com uma aposentadoria de R$ 1800 mensais. A família gasta o dobro disso com remédios. “Os remédios são caros, as fraldas geriátricas também. Uma vez por semna uma enfermeira vem trocar a sonda e isso custa R$ 200″, lamenta Gonçalo.
A ajuda do São Paulo é grande, segundo ele. “Não temos o que reclamar. O clube paga a cuidadora, paga a fono e a fisioterapia, ele faz uma hora por dia de cada um. A gente passaria mais dificuldades sem o São Paulo, mas eu repito, se o clube fizesse um jogo beneficente para ele, seira uma alegria para o velho”
No dia 15 de dezembro, a Reebok acertará com a família de Rocha o que é devido pela primeira leva de camisas tricolores e celestes que homenagearam os quatro grandes uruguaios – Rocha, Forlán, Lugano e Dario Pereyra – e a família está ansiosa. “Soubemos que as vendas foram muito boas. Eles vão nos pagar 10%, podemos arrecadar um dinheiro necessário para cuidar bem do pai”, diz o filho Gonçalo.
Quando um craque chega ao ocaso em dificuldades, é lugar-comum acusações de que a decadência financeira veio a reboque de lindas mulheres e velozes cavalos. E carros. Quando pergunto a Gonçalo, ele sorri, com tristeza e diz que com o Verdugo nada disso aconteceu.
“Pergunte a Muricy, que conviveu com ele. Sempre fez questão de dizer que meu pai sempre foi um grande homem. O que aconteceu foi que Pedro Rocha foi o primeiro a abir um bingo no Brasil, em 1994. Teve investidores espanhois com ele. Só que os caras fugiram e o bingo faliu, ou o contrário nem sei mais. Papai tinha muitos imóveis e teve de vender vários deles para pagar as ações trabalhistas que sobraram para ele. Honrou tudo. E ficou sem quase nada”
No “Tricolor Celeste”, Muricy deu seu depoimento sobre Pedro Rocha:
“Ele era muito educado, um cara diferente no futebol. Caladão, não era de muita brincadeira e gostava muito de jogar sinuca. Era invencível, tinha uma precisão para defender e atacar, até parecia que estava jogando futebol. Para ficar perto dele, comecei a jogar sinuca também. Melhorei muito mas nunca consegui vencer Pedro Rocha. Mas estava ali, perto dele. Era a prova de que estava vencendo na vida. O cara era um gênio da bola”
Muricy nunca venceu Rocha. Os zagueiros o temiam. Gerson, o grande craque brasilieor que o ofuscou no primeiro ano juntos, em 1971, nem teve sua saída lamentada depois que Rocha começou a brilhar sozinho.
Ninguém venceu Pedro Rocha.
A atrofia do mesaencéfalo, sim. Apesar da resistência do velho craque, a derrota é certa
 
Fonte: Blog  do Menon

domingo, 14 de outubro de 2012

TRICOLOR SEGUE IMPOSSÍVEL, VENCE NO MORUMBI E ENTRA NO G4

Na tarde deste domingo, São Paulo bateu o Figueirense por 2 a 0, com gols de Luis Fabiano e Douglas

Rubens Chiri / saopaulofc.net
O São Paulo perseguiu o G4 por longas 30 rodadas do Campeonato Brasileiro. Mesmo com alguns percalços no meu do caminho, a equipe não desistiu. E, os jogadores sempre avisaram: "Se entrar, não sai mais". O tão esperado dia chegou para o Tricolor e toda sua torcida, que fez a festa no Morumbi.
Em grande fase - venceu os últimos três jogos no Brasileiro, o São Paulo bateu o Figueirense por 2 a 0, na tarde deste domingo, no Morumbi, e chegou a 52 pontos na tabela de classificação. O resultado alçou o time para a quarta colocação, ultrapassando o Vasco, que perdeu na rodada. Luis Fabiano, que igualou Serginho Chulapa como maior artilheiro do clube em Brasileiros (83 gols), e Douglas fizeram os gols da equipe.
É a primeira vez que o Tricolor termina uma rodada do Brasileiro deste ano entre os quatro primeiros. Fez isso em um momento muito importante e decisivo na competição nacional. Colocação que dá ainda mais moral a um time que não perde há sete partidas em 2012 e mostra uma união e determinação impressionante a cada dia que passa.
TRICOLOR NA FRENTE
O técnico Ney Franco teve um problema de última hora e não conseguiu repetir o time que venceu o Vasco. Com lombalgia, Denilson precisou ser substituído por Maicon. Durante todos os 45 minutos iniciais, o São Paulo sobrou em campo e dominou por completo o Figueirense.
Com mais posse de bola, o primeiro gol não iria demorar para sair. E aconteceu aos 13 minutos. O meia Jadson cobrou escanteio e Luis Fabiano subiu mais do que todos para marcar de cabeça. Jogada foi muito treinada por Ney Franco no treino do último sábado.
Aos 23 minutos, o São Paulo chegaria ao segundo gol. Após rebote de chute de Fabuloso, o volante Maicon encontrou Douglas muito bem posicionado dentro da área. O camisa 23 se antecipou aos zagueiros e aumentou a vitória parcial do time são-paulino.

ESTAMOS NO G4!
Na etapa final, o ritmo da partida diminuiu. Rogério Ceni passou a ser um mero espectador em campo, já que o Figueirense não assustou o camisa 01 em nenhum momento. No ataque, o Tricolor buscou o terceiro gol na velocidade de Osvaaldo e na precisão de Luis Fabiano, que teve uma tarde feliz no Morumbi.
Aos 35 minutos da etapa final, Ney Franco fez a primeira alteração no time. Colocou Casemiro no lugar de Jadson. No lance seguinte, o atacante Aloísio tentou de bicicleta e Rogério Ceni trabalhou pela primeira vez de fato em campo. Ja aos 37, foi a vez de Cícero ficar com a vaga de Maicon.
Com o resultado na mão e a vaga no G4 já consolidada, o São Paulo administrou o jogo até o apito final. A torcida, mais uma vez, não economizou na comemoração. Bom momento para o time tricolor, que cresce na hora certa dentro do Campeonato Brasileiro. Agora no G4, a meta é ficar até o fim da competição.

REAPRESENTAÇÃO
O elenco são-paulino voltará a treinar na tarde desta segunda-feira, no CT da Barra Funda. Na quinta-feira, o Tricolor receberá o Atlético-GO, também no Morumbi. Para essa partida, Ney Franco deverá contar com a volta de Lucas, que está com a Seleção Brasileira.

Fonte: Site Oficial

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

HOMENAGEM A MARCELO PORTUGAL GOUVÊA

 



Você está convidado para uma missa em homenagem ao inesquecível Marcelo Portugal Gouvêa, amanhã (sexta) dia 12 ás 11h no salão nobre do estádio do Morumbi. MPG era devoto de Nossa Senhora e o clube decidiu fazer a missa no dia da padroeira do SPFC em homenagem a ele. Compareça!
Imagem: Site São Paulo FC

Fonte: Daniel Perrone

Comentário do Blog: Bela homenagem a um dos maiores Presidentes da história do São Paulo FC.
Um presidente pioneiro que recolocou o tricolor novamente no caminho dos títulos em sua gestão de 2002 a 2006.

sábado, 29 de setembro de 2012

SÃO PAULO FC LAMENTA FALECIMENTO DE HEBE CAMARGO

Torcedora do clube, ícone da televisão brasileira morre aos 83 anos

Arquivo Histórico do São Paulo FC - A são-paulina Hebe Camargo viu todos os títulos do São Paulo, exceto o 1º, em 1931

O São Paulo Futebol Clube lamenta profundamente o falecimento de Hebe Camargo, ocorrido nas primeiras horas deste sábado, dia 29 de setembro, em sua residência no bairro do Morumbi, em São Paulo.
A notícia da perda de um das mais brilhantes artistas e protagonista na história da televisão brasileira desce um véu de tristeza e saudade sobre todos os brasileiros. A energia e a simpatia deste ícone da televisão brasileira ficarão guardadas para sempre.
O clube deseja aos seus familiares, amigos e admiradores os mais sinceros e profundos sentimentos.
São-paulina
Nascida no Vale do Paraíba, na cidade de Taubaté, Hebe Camargo sempre nutriu um enorme carinho e respeito pelo São Paulo Futebol Clube. Não foram poucas as vezes em que essa ilustre torcedora do clube demonstrou seu amor.
Hebe Camargo ganhou destaque na edição de numero 110 da revista oficial do São Paulo, publicada em abril de 2002. Na ocasião a apresentadora relembrou um momento marcante de sua ligação com o clube.
"Aturar os torcedores adversários durante a construção do Morumbi não foi nada fácil.O presidente Laudo Natel não tinha recursos para reforçar o time, mas valeu a pena porque aqueles tempos de vacas magras só serviram para reforçar o meu carinho pelo clube", destacou ela, que celebrava principalmente a conquista dos mundiais de 1992 e 1993.
Sempre brincalhona, destacou ainda a beleza dos ídolos Raí e Kaká "Até nisso as torcedoras do São Paulo são privilegiadas, pois os dois são lindos", lembrou.
Em agosto de 2011 Hebe teve seu último contato direto com o clube. Ao lado do capitão são-paulino Rogério Ceni, foi condecorada pelo Tribunal Superior do Trabalho com a entrega da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, em cerimonia realizada em Brasília.

Fonte: Site Oficial

Nota do Blog: O Blog Sempre São Paulo se solidariza com toda a familia da Apresentadora Hebe Camargo nesse momento tão dificl por qual todos estão passando.
Em nome do blog e de toda torcida tricolor desejamos o mais absoluto conforto e o nosso mais profundo sentimento pela perca da rainha da Tv Brasileira.
Um grande exemplo de mulher e que concerteza fará muita falta para todos.
Descanse em paz, Hebe!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

SÃO PAULO LANÇA CAMISAS EM HOMENAGEM A ÍDOLOS URUGUAIOS E A WALDIR PERES

Pedro Rocha, Forlán, Darío Pereyra e Lugano são lembrados em série especial; goleiro da década de 70 também ganha camisa retrô


Divulgação / VIPCOMM 
Uma homenagem mais que especial a quatro ídolos uruguaios pintou de azul uma série especial de camisas lançadas pelo São Paulo e pela Reebok, marca esportiva oficial do clube. A série faz o reconhecimento aos jogadores Pedro Rocha, Pablo Forlán, Darío Pereyra e Diego Lugano, símbolos do clube em diferentes épocas e até hoje admirados pela torcida e por apaixonados por futebol. O goleiro Waldir Peres, ídolo na década de 70, também é lembrado em uma peça especial. As camisas serão oficialmente apresentadas ao público neste sábado, dia 15, antes do jogo contra a Portuguesa no Morumbi.
"Homenagear ídolos é resgatar a história gloriosa de atletas vencedores! É dever do clube exalatar aqueles que tantas alegrias trouxeram aos nossos torcedores", diz o vice-presidente de Comunicações e Marketing do clube, Julio Casares.
A reprodução da assinatura dos jogadores uruguaios identifica cada camisa e aparece no lado direito do peito. Do lado esquerdo, o manto traz um patch especial com a bandeira do Uruguai. O uniforme também estampa nas costas o número e nome de cada jogador.
As cores do time - vermelho, branco e preto - aparecem em listras verticais no centro da camisa, junto com o escudo oficial, e estão também nas costas, abaixo do número e nome de cada atleta. Golas pretas, com detalhes em vermelho, branco e preto, completam o modelo.
Os ídolos

A homenagem a Waldir Peres resgata padrão da camisa cinza usada pelo goleiro, especialmente na conquista do título brasileiro de 1977, o primeiro do Tricolor. Waldir foi ídolo também na Seleção Brasileira.

Pedro Rocha, o Verdugo, atuou no São Paulo de 1971 a 1977. Fez 119 gols e conquistou um título nacional e dois estaduais. Pablo Forlán jogou entre 1970 e 1976, ganhou três títulos estaduais e fez 243 partidas.

Darío Pereyra foi zagueiro e atuou por 11 anos no Morumbi, entre 1977 e 1988. Conquistou dois títulos brasileiros - 1977 e 1986 - e quatro paulistas. Diego Lugano atuou por três anos no São Paulo, entre 2003 e 2006, e esteve com o clube na conquista da Libertadores e do Mundial em 2005.

"São ídolos com muita coisa em comum além da nacionalidade: a presença em grandes momentos do São Paulo, a dedicação e paixão pelo clube, a disposição única e talento dentro de campo. Muito justo aproveitar tudo isso com uma homenagem que celebra os craques e a história deles no clube", definiu Tullio Formicola Filho, diretor de Marketing Esportivo do Grupo Vulcabras|Azaleia, que administra a marca Reebok no Brasil.

Fonte: Site Oficial

domingo, 12 de agosto de 2012

PAIXÃO DE FILHO PARA PAI


Existem coisas que só o futebol é capaz de explicar.
Normalmente um filho sempre segue os passos do Pai e consequetemente segue seus exemplos e suas paixões.
No meu caso a história foi diferente.
Consegui fazer com que meu Pai seguisse a minha grande paixão. O São Paulo Futebol Clube.
Ele desde os anos 70 era torcedor Ponte Pretano, pois conseguiu ver um dos grandes times da história do futebol Brasileiro e por consequência virou torcedor da Ponte naquela época.
Porém, ao ver seu filho um fervoroso torcedor São Paulino, daqueles que  é capaz de ficar doente pelo clube do coração, ele começou a mudar seus conceitos.
Começamos a acompanhar os jogos juntos.
Ele ainda um pouco contido e eu como sempre meio nervoso.
Torcemos e sofremos muito e continuamos da mesma maneira.
Com o tempo o que era admiração, acabou virando paixão.
E hoje somos dois fanáticos torcedores do glorioso tricolor paulista.
Consegui inverter um pouco a ordem natural das coisas.
Porém sigo até hoje todos os exemplos de caráter e respeito que me ensinou durante a vida.
Amo muito o meu time, porém não há nada na vida mais prazeroso do que ser filho do meu Pai.
A quem eu admiro, amo e respeito muito.
Para todos os Pais tricolores ou não.
Um Feliz dia dos Pais.

BSS

domingo, 17 de junho de 2012

MINUTO A MINUTO DO JOGO EM QUE A AMÉRICA FOI CONQUISTADA

A primeira vez que o São Paulo FC foi campeão da Copa Libertadores da América

zetti-gazeta.jpg
Gazeta Press - Zetti defende a cobrança de Gamboa. É campeão!

São Paulo (SP). 17 de fevereiro de 1992. 21h00.
Estádio Cícero Pompeu de Toledo.
São Paulo escalado com: Zetti; Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão e Ivan; Adílson, Pintado e Raí; Palhinha, Müller e Elivélton. Telê Santana é o técnico.
O Newell's Old Boys, que vencera a primeira partida, em Rosario (Argentina), por 1 a 0, gol de pênalti, entra a campo com: Scoponi; Saldaña, Gamboa, Pochettino e Berizzo; Llop, Martino, Berti e Lunari; Zamora e Mendoza. No comando da equipe: Marcelo Bielsa.
O árbitro da partida é o colombiano José Joaquín Torres Cadenas que, com um pouco de atraso devido a pessoas estranhas na beira do gramado, apita o início do jogo.
1º TEMPO
  • 1min. Cafu avança pela direita se livrando do marcador e cruza. Pocchetino salva na pequena área cabeceando para escanteio.
  • 5min. Cafu é lançado na linha de fundo, dribla dois adversários e sofre falta. O lateral a cobra muito alto e a defesa afasta.
  • 6min. Cartão amarelo para o jogador Berti por nova pancada em Cafu, no bico da grande área.
  • 7min. Cafu cobra a falta direto pro gol e quase engana o goleiro Scopone, que defende com um tapa para escanteio.
  • 11min. Tabelinha do São Paulo. O defensor chega antes mas a bola rebate em Cafu e sobra pra Palhinha que chutou para o gol. A bola subiu e passou raspando a trave do goleiro.
  • 14min. Antônio Carlos rouba a bola no meio campo, avança e lança a Müller, que domina, recua passos e toca para Raí que de primeira levanta, dentro da área, para o mesmo Antônio Carlos que começou a jogada, cara a cara com o goleiro. O juiz paralisou o lance por achar que o zagueiro são-paulino dominou a bola com a mão.
  • 15min. Rai inicia a jogada no meio campo, toca para Cafu na direita, que avança e corta, um de cada vez, dois defensores e retorna a bola para o meio, na altura da grande área, para Palhinha, que sofre falta de Gamboa.
  • 16min. Na cobrança, Pintado rola a bola para Ivan, que chuta forte e rasteiro. A bola desvia e sai em escanteio.
  • 17min. Após rebatidas do escanteio, a bola sobra para Cafu, fora da área, arrematar direto pro gol. A bola vai para fora faceira e rasteira junto a trave esquerda do goleiro.
  • 22min. Bola mal reposicionada por Zetti é interceptada e sobra para o atacante Zamora se livrar de Ivan e acertar a trave esquerda do goleiro são-paulino.
  • 22min. Logo depois é a vez da zaga do Newell's falhar em recuo e a bola sobrar para Müller dentro da área, o atacante são-paulino fura duas vezes e reclama pênalti.
  • 24min. Pintado lança Cafu em profundidade, no centro da área. O lateral não alcança e Scopone defende.
  • 25min. Pintado rouba a bola no meio, toca para Müller, que tromba. A bola sobra para Palhinha que, de calcanhar, devolve para Müller. Este rapidamente toca para Raí na marca do pênalti, sozinho, chutar para fora em grande chance desperdiçada.
  • 29min. Adilson avança pelo meio, tabela com Palhinha, que chuta da meia lua e acerta o travessão! No rebote, Raí chuta por cima.
  • 34min. Lunari lança Mendonza que, de carrinho, rouba a bola de Ronaldão. Ele cruza para área onde Zetti divide com Zamora. A bola sobra para Ivan, tranquilamente.
  • 37min. Ivan, da lateral esquerda e na altura da intermediária, cruza para a área, Raí de cabeça toca para Müller que recebe a bola após falha da zaga. Müller chuta para o gol dentro da pequena área e Gamboa salva em cima da linha.
  • 37min. No escanteio cobrado por Palhinha e desviado por Raí na primeira trave, Ronaldão de puxeta chuta para fora, perto da trave direita do goleiro.
  • 40min. A transmissão (Rede OM Gazeta) chega a 28 pontos de audiência, o primeiro lugar no ibope.
  • 41min. Cartão amarelo para Antônio Carlos.
  • 46min. Gamboa recuou para Scopone fora da área, Palhinha dividiu com o goleiro mas a bola saiu para a lateral.
  • 47min. Fim do primeiro tempo.
Renda e público divulgados: CR$ 1.072.490.000,00 de arrecadação bruta para um público pagante de 105.185 pessoas. Fontes não oficiais garantem que mais de 15 mil pessoas pularam catracas e também presenciaram a partida, além de uma multidão do lado de fora do estádio, nos arredores.
2º TEMPO
  • 3min. Cartão amarelo para Elivélton, no campo de ataque do São Paulo.
  • 4min. Chute de Lunari de fora da área. Zetti defende facilmente ao centro do gol.
  • 10min. Adilson perde a bola no meio, sozinho. Zamora recebe a bola, avança e chuta rasteira no canto esquerdo de Zetti, que defende. O juiz dá tiro de meta erroneamente.
  • 11min. Domizzi, que entrada no segundo tempo, avança pelo meio, toca para Mendoza que faz o corta luz sem se mexer e Domizzi recebe dele mesmo, sozinho, na entrada da área. Zetti corre para interceptá-lo mas é driblado pelo atacante que chuta fraco pro gol. Adilson salva a poucos centimetros da linha.
  • 12min. Torcida grita "raça". Aos 17 min a torcida grita "Macedo".
  • 19min. A Rede OM chega a 42 pontos no Ibope.
  • 19min. Sai Müller, entra Macedo.
  • 20min. Cafu cruza, Palhinha ajeita, Macedo recebe e é derrubado na área! Pênalti!
  • 21min. Gol de Raí na cobrança do pênalti! Ele bateu rasteiro no canto direito do goleiro, que caiu à esquerda.
  • 23min. Cartão amarelo para o Pintado e para Zamora.
  • 26min. Raí recebe na entrada da área, domina, ajeita e chuta. A bola sai rasante a direita do goleiro. O juiz já invalidava a jogada.
  • 28min. 50 pontos no Ibope! Ou seja, metade dos televisores no Brasil estavam ligados na pequena e recém criada Rede OM a assitir o Tricolor!
  • 33min. Cartão amarelo para Gamboa por falta em Macedo. Marcelo "El Loco" Bielsa, técnico do Newell's, é expulso por reclamar da advertência.
  • 37min. Elivelton, em dois lances pela esquerda, ameaça o gol do Newell's. Na primeira é bloqueado pela zaga, na segunda a bola bate nas redes pelo lado de fora.
  • 39min. Palhinha toca para Cafu na entrada da área, este domina de frente para o gol, mas se atrapalha com a zaga: a bola bate em sua mão e o juiz apita a falta.
  • 41min. 53 pontos de audiência!
  • 42min. Os jogadores do banco de reservas se levantam e começam a pedir que a torcida grite e faça pressão. Depois vão todos para o aquecimento.
  • 45min. Fim de jogo.
PÊNALTIS
O árbitro decide que as cobranças serão executadas na trave que se situa próxima a entrada principal do Morumbi. A primeira cobrança é do Newell's Old Boys.
  • NEWELL'S - Berizzo. Corre pra bola e com de perna esquerda chuta. Zetti cai para a direita e a bola toma o sentido contrário, mas acerta a trave!
  • SÃO PAULO -Raí. Com categoria, chuta com a perna direita a meia altura. O goleiro Scoponi cai para o canto certo, o direito, mas não alcança a bola. Gol do São Paulo, 1 a 0.
  • NEWELL'S - Zamora. De direita e a meia altura, Zamora desloca Zetti que cai à esquerda. Gol do Newell's, 1 a 1.
  • SÃO PAULO - Ivan. O lateral chuta com a esquerda e com classe, no centro do gol e rasteiro, Scoponi caira para a esquerda. Gol do São Paulo, 2 a 1.
  • NEWELL'S - Llop. O argentino bate com a perna direita alto e forte, sem chance de defesas para Zetti, que desaba. Gol do Newell's, 2 a 2.
  • SÃO PAULO - Ronaldão. O zagueiro são-paulino bate de canhota ao centro do gol. Scoponi pouco precisou de mexer para defender. Segue empatado, 2 a 2.
  • NEWELL'S - Mendoza. O canhoto bate alto e forte, muito forte, a bola passa muito alto, pra fora. O Newell's perde outro pênalti, 2 a 2.
  • SÃO PAULO - Cafu. O são-paulino bate de direita a esquerda do goleiro, que cai para o canto certo. A bola bate na trave e entra! Gol do São Paulo, 3 a 2. Caso o Newell's desperdice a próxima cobrança, Pintado nem precisará bater a última cobrança do Tricolor, pois o título ja estará decidido e a taça ficará no Morumbi!
  • NEWELL'S - Gamboa. O capitão do time argentino baté com o pé direito a baixa altura no canto esquerdo de Zetti, que espalma a bola para fora. Zetti defende! E o São Paulo é campeão da Copa Libertadores da América de 1992!

Milhares de são-paulinos invadem o campo na festa jamais vista e nunca mais repetida na história do clube, da competição e do futebol mundial.

Fonte: Site Oficial

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sexta-feira, 15 de junho de 2012

ESPECIAL SOBRE A CONQUISTA DA 1ª LIBERTADORES

terça-feira, 1 de maio de 2012

BASTIDORES

‘Eu avisei’
No domingo, enquanto conversava com amigos são-paulinos, Leão ouviu lamentações sobre a falha do goleiro Denis.  E, bem ao seu estilo, ele disse que lavava as mãos — Leão havia exigido um goleiro após a lesão de Rogério Ceni, mas ouviu um “não” da diretoria.
Audiência nas alturas
A semifinal entre o São Paulo de Lucas e o Santos de Léo registrou a maior audiência da Globo em um domingo de 2012. O clássico teve média de 22 pontos, com 42% de participação entre as televisões ligadas no período.
Prêmio gordo...
São Paulo e Santos pegaram R$ 700 mil, cada, com a renda proveniente dos 47.771 pagantes de domingo. Para se ter uma ideia, o Peixe não ganhou o mesmo valor com as seis partidas da fase de grupos da Libertadores.
...e poderia ser melhor
Tricolor e Peixe só não dividiram mais dinheiro devido ao alto desconto na renda do clássico. Contando impostos, taxas e afins, os clubes deixaram de dividir R$ 635 mil.
Viúvas do Muricy
Um pequeno grupo de conselheiros do Tricolor morreu de inveja ao ver Muricy Ramalho no banco adversário. “E toda vez em que ele nos enfrenta em decisão no Morumbi, sai com a vitória”, ressaltou um dos cartolas.
Impedimento
O São Paulo havia se planejado para entrar com uma camisa em homenagem a Pedro, filho do cantor Leonardo, que sofreu grave acidente de carro. Porém, a Federação Paulista não autorizou a iniciativa.

Fonte: Jorge Nicola, Diário de São Paulo

Caixa preta.
A proposta do Internacional apresentada ao São Paulo em uma tentativa de solucionar o caso Oscar, mas que acabou por ser ignorada pelos cartolas do Morumbi, previa o pagamento ao clube de um valor superior a R$ 8 milhões.
Pacote.
 A proposta contemplava também a participação do São Paulo em futuras negociações do jogador. Os são-paulinos teriam direito a 10% das transações.

Fonte: Painel FC, Folha

sábado, 21 de abril de 2012

TELÊ: O MAIOR DE TODOS

Hoje faz exatamente seis anos da partida de um dos maiores Técnicos que o mundo já teve a oportunidade de conhecer, Mestre Telê Santana.
Com o seu futebol arte encantou varias gerações dos amantes do futebol.
Teve grande passagem por todos os clubes que dirigiu, inclusive na seleção Brasileira, onde foi injustiçado depois das eliminações de duas copas do mundo.
Mas Telê, conseguiu dar a volta por cima em grande estilo, fazendo com que o São Paulo fc conquistasse tudo que disputou no ínicio dos anos 90.
Com um futebol envolvente e limpo, digno das equipes que Telê dirigia.
Até hoje a nação tricolor lembra de Telê e lembrará sempre desse que foi o maior treinador da história.
Eternas saudades, Mestre Telê Santana!



BSS

domingo, 8 de abril de 2012

FELIZ PÁSCOA


Páscoa é tempo de Ressureição, de Amor e Respeito ao próximo.
Que nós possamos nesse dia tão especial, refletir e parar de pensar em sí próprio.
Assim como Jesus, que em cada um de nós possa nessa Páscoa renascer uma pessoa melhor.
Uma Feliz Páscoa a toda nação tricolor e a toda Humanidade que necessita tanto Ressuscitar.

BSS


sábado, 24 de março de 2012

HOMENAGEM AO GRANDE CHICO ANYSIO

Homenagem do Blog ao MAIOR de todos humoristas.
Eterno Chico Anysio.
Descanse em Paz.


BSS

sábado, 7 de janeiro de 2012

UNIFORME SERÁ LANÇADO DIA 20 E SERÁ INSPIRADO NA CAMISA DE 92


De acordo com Rogê David, diretor de marketing do SPFC, o novo uniforme do clube será lançado no dia 20 de janeiro, e será inspirado na camisa de 1992.
O uniforme ainda terá um selo comemorativo feito pelo designer Glauco Diógenes (o mesmo que customizou o camarote de Rogério Ceni e que concebeu o logo dos 50 anos do Morumbi), referente aos 20 anos da conquista da Libertadores ocorrida naquele ano.

Fonte: Blog do Navarro

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SÃO PAULO FARÁ HOMENAGEM AOS CAMPEÕES DE 92 EM CAMISA

Departamento de comunicação e marketing criou uma logomarca, que estará no uniforme lançado para esta temporada

Raí era o camisa 10 no título da Libertadores, contra o Barcelona (ESP) (Foto: Divulgação/SPFC)

O São Paulo vai lançar nos próximos dias seu novo modelo de camisa para esta temporada. Nela, haverá uma logomarca para homenagear os campeões da Libertadores de 1992. No segundo semestre, este será substituído por um que festeja o título Mundial do mesmo ano.
A diretoria de comunicação e marketing, durante o ano, vai promover algumas ações para homenagear os jogadores que conquistaram os dois campeonatos, o primeiros de três que vieram depois.
Sem renovar com o BMG, por enquanto a camisa contará apenas com a Wizard, escola de línguas, nas mangas. O clube busca um parceiro master, mas não tem negociação avançada com empresas. Por isso, a cúpula já admite, em 22 de janeiro, contra o Botafogo, fazer a estreia do Paulistão sem patrocinador na frente e costas.

Fonte: Lance

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

76 ANOS DE FÉ E CONQUISTAS

São Paulo Futebol Clube completa 76 anos de seu renascimento

Arquivo Histórico SPFC  - Parabéns, São Paulo!

O uniforme nº 2 do Tricolor surgiu em 1932. A primeira taça de campeão do time é de 1931 e se encontra atualmente no Memorial do Morumbi. O uniforme nº 1 e o emblema são-paulino nasceram em 25 de janeiro de 1930. O próprio nome do clube, em verdade, surgiu até antes: Jornais anteriores a essa data, ao divulgarem nota sobre a pretendida reunião de fundação, já anunciavam o título da futura agremiação: São Paulo Futebol Clube.
Deste modo, não é de se estranhar que para se comemorar os 76 anos da nova vida do Tricolor e o dia de 16 de dezembro de 1935 sejam necessárias algumas digressões. Nascido em berço de ouro proveniente de ex-sócios, jogadores e dirigentes do CA Paulistano e da AA das Palmeiras, o São Paulo se iniciou nos gramados em 1930, com um grande elenco, apelidado Esquadrão de Aço.
Entretanto, por desavenças políticas - internas e externas (veja o capítulo "Breve Fim", em http://www.saopaulofc.net/spfcpedia/a-historia-do-spfc/floresta/) - aquela primeira fase de vida do Tricolor chegou ao fim. Porém, não o São Paulo em si. O sonho de manter o ideal de são-paulinidade não se extinguiu. Que é um clube se não um ideal compartilhado por um mesmo conjunto de homens?
Justamente estes homens, Manoel do Carmo Meca, Cid Mattos Viana, Francisco Pereira Carneiro, Éolo Campos, Manoel Arruda Nascimento, Izidoro Narvaes, Francisco Ribeiro Carril, José Porphyrio da Paz, Eduardo Oliveira Pirajá, Frederico Antônio Germano Menzen, Francisco Bastos, Sebastião Portugal Gouvêa (tio de Marcelo Portugal Gouvêa), Dorival Gomes dos Santos, Deocleciano Dantas de Freitas e Carlos A. Azevedo Salles Júnior, se reuniram a 16 de dezembro de 1935 na Rua Onze de Agosto, 9-A, no escritório do Dr. Silva Freire, às 20h00 para a fundação do atual São Paulo Futebol Clube.
A continuidade atribuída pelos fundadores da segunda fase está demonstrada no registro da própria ata de fundação, quando o presidente Manoel do Carmo Meca prometeu que "os membros da diretoria não mediriam sacrifícios para que o Pavilhão Tricolor voltasse a tremular glorioso nos campos esportivos do Brasil, elevando cada vez mais o nome do São Paulo Futebol Clube, cognominado o Esquadrão de Aço".
O novo São Paulo cresceu e se agigantou partindo do zero, em termos patrimoniais. Daquele clube que nasceu forte e vigoroso somente os ideais e fé restaram. A fé que o batizou e que tornou possível sair de uma sala de porão apertada e alugada a qual se chamou de sede, a primeira sede do Tricolor, em 1936, ao gigante do Morumbi, estádio que já fora o maior recinto particular para jogos de futebol do mundo e ainda hoje é o maior do Brasil.
Parabéns São Paulo Futebol Clube. "Dentre os grandes, és o primeiro"... E também és o mais jovem!

Fonte: Site Oficial

Comentário do Blog: Em nome do Blog Sempre São Paulo e de toda essa nação São-Paulina que se faz presente no Brasil e no Mundo, desejamos os nossos parabéns e a nossa admiração ao mais jovem e vencedor clube do Brasil e das Américas.
Parabéns São Paulo!
Parabéns Clube da Fé!
Como diz o seu Glorioso hino "Dentre os grandes, és o primeiro"

BSS

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

RAÍ: O TERROR DO BARCELONA

Eterno camisa 10 foi o grande destaque no título mundial de 1992 contra o time espanhol

rai_barcelona1992 mundial.jpg
"A sensação foi estar vivendo o melhor dos sonhos". Esta é a definição do ex-camisa 10 Raí sobre a final do Mundial de Clubes de 1992. Título até então inédito para o clube que passou diretamente pelos pés de um dos maiores nomes da história do São Paulo.
Naquele 13 de dezembro de 1992, o favoritíssimo Barcelona entrou em campo recheado de craques, como Guardiola, Stoichkov, Michael Laudrup... E como parar uma verdadeira seleção como esta? O Tricolor encontrou a resposta em apenas três letras: R-A-Í.
"No vestiário percebemos nos discursos que aquele time era mais que um grande esquadrão, era uma grande família", disse o ex-camisa-10.
Raí sabe do que fala. O inesquecível time de 92 também contava com grandes nomes do futebol brasileiro, como Zetti, Toninho Cerezo, Cafu, Palhinha, Muller, além do próprio meia. Uma equipe que não se importou com os status de favorito dos espanhóis e entrou em campo para fazer história.
Mas como em todo final feliz, sempre um obstáculo pelo caminho. Aos 12 minutos de jogo, Stoichkov abriu o placar para o Barcelona. Sem se entregar, São Paulo e Raí começaram a dar show.
Aos 27', Müller driblou Ferrer duas vezes, pela esquerda, e cruzou para Raí, que - de barriga - somente encostou para as redes. 1x1! Logo após, o humilhado Ferrer se redime e salva gol certo de Müller em cima da linha.
O Barça não deixou por menos. Aos 45', Beriguistain driblou Vitor e Adilson, passou por Zetti e tocou para o gol, que só não ocorreu graças à intervenção de Ronaldo Luís, o santo das bolas salvas em cima da linha (por mais de uma vez isso ocorreu pois, na verdade, Telê treinava essa jogada com o lateral-esquerdo).
No segundo tempo, o São Paulo se sobrepôs, tanto física, quanto tecnicamente. O time catalão já não ameaçava quando, aos 34', Palhinha sofre falta pela direita, na entrada da área. O árbitro apitou. A jogada seria ensaiada.
Raí se preparou para cobrar falta da entrada da área. Naquele momento, ele já sabia. "Minha sensação era de estar vivendo o melhor dos sonhos, que estava dando tudo certo, na hora certa. E, ainda por cima, no clube que eu amava e amo", completou o ídolo.
Um golaço que nem mesmo Zubizarreta pode evitar. Ali o São Paulo aparecia de vez para o mundo. Conquistava centenas e milhares de torcedores. Colocava de vez o seu nome no topo.
"Vencer o Barcelona da época foi provar pro mundo inteiro, de maneira incontestável, que éramos o numero 1",ressaltou Raí.

Fonte: Site Oficial

domingo, 4 de dezembro de 2011

SÃO PAULO F.C 6-3-3


São Paulo Futebol Clube: o primeiro e único tri-hexa Campeão Brasileiro, conquistado dentro de campo.

BSS

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

NO RIO, SÃO PAULO PRESENTEIA RICARDO GOMES COM CAMISA

Em visita ao comandante do Vasco, auxiliar técnico Milton Cruz dá lembrança com assinatura de todos os jogadores do elenco tricolor

Aproveitando a ida para o Rio de Janeiro no fim de semana, a diretoria do São Paulo enviou uma camisa de presente para o técnico Ricardo Gomes, do Vasco, que se recupera em sua casa após um AVC, sofrido dentro de campo no clássico contra o Flamengo, no Engenhão, em agosto.

Por meio do auxiliar técnico Milton Cruz, amigo do treinador vascaíno, a diretoria tricolor enviou uma camisa com uma mensagem para Gomes, e com o autógrafo de todos os atletas do elenco.
Acompanhado de seus familiares, Milton Cruz esteve com Ricardo Gomes no sábado no Rio de Janeiro e entregou o presente a ele em mãos.

Os dois possuem uma grande amizade, desde antes de o treinador trabalhar no São Paulo (entre 2009 e 2010). Mesmo no Vasco, Cruz sempre trocava informações com o treinador. Dias antes de passar mal em campo, Ricardo Gomes jantou com o amigo em São Paulo, antes de o Vasco enfrentar o Palmeiras, pela fase nacional da Copa Sul-Americana, no Pacaembu (derrota por 3 a 1, em 25 de agosto).

- O Ricardo Gomes está se recuperando muito bem, está melhorando a cada dia - disse Milton Cruz, no desembarque do São Paulo na capital, após o 2 a 2 com o Botafogo, neste domingo, no Engenhão.

Fonte: Globo Esporte

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

BASTIDORES DO DIA HISTÓRICO NO MORUMBI

Torcida lotou o estádio para o milésimo jogo do goleiro Rogério Ceni













O goleiro Rogério Ceni não poderia imaginar melhor cenário para comemorar o milésimo jogo com a camisa do São Paulo. Na última quarta-feira, no Morumbi, a torcida lotou o estádio na vitória sobre o Atlético-MG por 2 a 1, com gols de Lucas e Dagoberto. Confira agora fotos exclusivas dos bastidores desta grande festa histórica no Morumbi.

Fonte: Site Oficial