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terça-feira, 18 de outubro de 2011

JUVENAL DIZ QUE "DEMOROU" A DEMITIR ADILSON BATISTA E CRITICA RIVALDO

Presidente do São Paulo revela em entrevista a jornal que está à procura de um 'técnico de nome' para substiuir o 'inseguro' Adilson

Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo
(Foto: Julyana Travaglia/GLOBOESPORTE.COM)

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, já cogitava a demissão de Adilson Batista antes mesmo da derrota por 3 a 0 para o Atlético-GO, domingo, em Goiânia. E o treinador sabia disso. A informação foi revelada pelo próprio Juvenal em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada nesta terça-feira.

O dirigente admitiu que estava muito insatisfeito com o trabalho do técnico e que “demorou” a demiti-lo. Juvenal afirmou que o auxiliar Milton Cruz, que assumiu o time como interino, deve ficar “apenas dois jogos” e que procura um “nome de peso” para comandar a equipe até o fim do ano.

– Não existe no mercado um técnico que tenha unanimidade no São Paulo. Precisamos trazer alguém que tenha currículo, a torcida exige nome forte – disse Juvenal.

Questionado se Luiz Felipe Scolari seria esse nome, o presidente respondeu:

– O Felipão, sem dúvida, tem nome, currículo. Mas ele está no Palmeiras, é muito difícil pensar nele agora.

Na entrevista, Juvenal disse que o comportamento de Adilson, “inseguro”, o incomodava. O dirigente via no treinador uma preocupação em justificar os “erros do passado”, numa clara referência aos fracassos dele à frente de Corinthians e Santos.

– Eu demorei para tomar a decisão (de demitir Adilson), porque é preciso ter segurança numa hora como essa. É necessário escolher o momento certo. Eu mesmo disse ao Adilson antes do jogo com o Atlético: “Se não vencermos, você sabe que não conseguirá subir a escada do Morumbi no jogo seguinte (contra o Libertad, quarta-feira), não haverá clima. A torcida vai te vaiar, inclusive eu”. O torcedor vive de paixão e está frustrado. Como não dá para trocar os 11 jogadores, trocamos o técnico – disse Juvenal.

– Ele (Adilson) não foi bem, os resultados estão aí para mostrar. Ele cometeu alguns erros. Não deveria ter se preocupado em ficar dando explicações do passado (referência clara aos fracassos no Corinthians e no Santos). Ele não se mostrava seguro em alguns jogos e eu percebi que não estava bem.

Rivaldo não deve renovar para 2012
No embalo das críticas a Adilson, sobrou para Rivaldo. O presidente deixou claro que também não anda muito feliz com as atuações do veterano, de 39 anos.

– Às vezes, ele (Adilson) parecia querer atender ao pedido do torcedor para pôr o Rivaldo. E muitas vezes não era o caso. Contra o Inter, por exemplo, o Rivaldo ficou o jogo todo em campo, mas não estava bem. Perdeu um gol claro. Adilson é um bom cidadão, mas não deveria querer contemporizar, agradar à torcida, ao grupo ou à mídia. O compromisso é com a instituição – disse Juvenal.

– Rivaldo é um grande profissional, disciplinado, mas já não é mais aquele jogador – emendou.

Fonte: Globo Esporte

domingo, 16 de outubro de 2011

ADILSON BATISTA NÃO É MAIS TÉCNICO DO SÃO PAULO

Saída do treinador foi anunciada após a derrota para o Atlético-GO por 3 a 0

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Rubens Chiri / saopaulofc.net

Adilson Batista não é mais técnico do São Paulo. Após a derrota para o Atlético-GO por 3 a 0, neste domingo, no Serra Dourada, a diretoria do Tricolor se reuniu com o treinador e foi definida a sua saída do clube.
Adilson assumiu o São Paulo justamente na partida contra o Atlético-GO, no Morumbi, pelo primeiro turno do Brasileiro. Neste período, o comandante somou 22 partidas, sendo sete vitórias, nove empates e seis derrotas.
"O Adilson não é mais técnico do São Paulo na sequência da temporada. A partida contra o Atlético-GO era de suma importância e tivemos um resultado adverso. O trabalho se encerra no dia de hoje", ressaltou o Adalberto Baptista, diretor de futebol do São Paulo.
Sem ele, o coordenador-técnico Milton Cruz comandará a equipe diante do Libertad (PAR) na próxima quarta-feira, no Morumbi, pela Sul-Americana. Neste ano, após a saída de Carpegiani, Milton comandou o Tricolor nas vitórias sobre o Cruzeiro (2 a 1) e Internacional (3 a 0), ambas pelo Brasileiro.
"Gostaria de agradecer ao São Paulo pela possibilidade de trabalhar aqui. Para mim é como se estivesse na Seleção, pela camisa, estrutura, comissão de trabalho e pela lealdade das pessoas. Mas futebol é assim, infelizmente o segundo turno não tem sido dos melhores", agradeceu Adilson Batista.

Fonte: Site Oficial

sábado, 15 de outubro de 2011

LUIS FABIANO, LUCAS E CAMISA: ESPERANÇAS DE ADILSON PARA O TÍTULO

Até agora, sob o comando de Adilson Batista, o São Paulo somou 43,7% dos pontos que disputou no Brasileiro, com seis vitórias, nove empates e quatro derrotas. Baseado na campanha do título em 2008, usada como exemplo para o clube ser campeão novamente, será necessário quase o dobro de eficiência (85,18%), com sete vitórias e dois empates até o final do torneio. E o técnico tem na ponta da língua as razões para sonhar.



"A volta do Luis Fabiano, ter o Lucas por um pouquinho mais de tempo aqui, a manutenção e repetição [da escalação], nossas decisões, alertas, cobranças... Além de camisa, torcida. Tudo isso", apontou o comandante, tentando demonstrar otimismo mesmo diante de uma incômoda série de cinco partidas sem vitória que deixa o time em quarto lugar, a três pontos dos líderes.

De sua parte, o treinador tem levado ainda mais tempo ao analisar os vídeos dos jogos com o elenco, reforçando também a necessidade de se recuperar os pontos perdidos em três empates que ainda o revoltam: contra Atlético-GO e Atlético-PR, no Morumbi, e América-MG, em Minas Gerais.
Fernando Dantas/Gazeta Press
Adilson Batista crê que o time pode alcançar nos nove jogos que faltam o dobro de aproveitamento que teve até agora com ele
Em relação ao apoio, está cada vez mais animado com a torcida que tem enchido os estádios que recebem o Tricolor, hexacampeão brasileiro com três títulos consecutivos entre 2006 e 2008. Além disso, só terá que ceder Lucas novamente para a Seleção Brasileira no início de novembro - na esperança de conviver também com menos desfalques tanto por lesão quanto por suspensão.

Soma-se ainda aos fatores de otimismo para o técnico a presença de Luis Fabiano. O centroavante avisou que deveria marcar seu primeiro gol nesta passagem pela equipe até a sua quarta partida, que ocorrerá neste domingo, contra o Atlético-GO, em Goiânia. Mais uma oportunidade para ele provar que vale não só os mais de R$ 17 milhões gastos pela diretoria para contratá-lo em março, mas toda a confiança que desperta.

"É só o quarto jogo do Luis Fabiano. O time não tem que se adaptar a ele. E não vejo dificuldades em função dele. Ele já deu duas ou três assistências contra o Cruzeiro e outras duas ou três contra o Inter. Está tranquilo", argumentou Adilson Batista, valorizando os outros homens do setor ofensivo para se imaginar campeão brasileiro em 2011.

"Sem um atacante de referência na área, estávamos pertinho de ser o melhor ataque. Temos jogadores que finalizam, dão assistências e são válvulas de escape como o Dagoberto e o Lucas, ambos inteligentes e ótimos tecnicamente", enalteceu o comandante do quarto ataque mais efetivo do Brasileiro, ao lado do Vasco, com 45 gols em 29 rodadas.
 
Fonte: Gazeta Esportiva

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

INSATISFAÇÃO DE JUVENAL JUVÊNCIO CHEGA A ADILSON BATISTA

Presidente são-paulino começa a exergar culpa no técnico pela má fase

Adilson Batista tem sofrido pressão no São Paulo (Foto: Miguel Schincariol)

O comportamento da equipe no empate com o Internacional, na última quarta-feira, tirou o presidente Juvenal Juvêncio do sério. A irritação foi tamanha que, pela primeira vez, o mandatário deixou o estádio convicto de que a culpa pelo mau momento também é do técnico Adilson Batista.

Isso porque, antes do embate, Juvenal já demonstrava insatisfação com o futebol apresentado nas últimas rodadas, mas isentava o comandante, fazendo elogios.

– Não estou insatisfeito (com Adilson), estou satisfeito. Não estou satisfeito é com o rendimento da equipe até agora. Ele é sério, trabalhador, vibra, gosta do que faz. Os resultados não são bons e ele tem elementos que não estão rendendo o que podem – afirmou Juvenal.

Depois, no entanto, o presidente não gostou de algumas decisões de Adilson, que, para ele, interferiram diretamente no resultado. Deixar Luis Fabiano e Rivaldo em campo até o fim do jogo, sem condições físicas para suportar uma pressão nos minutos finais, foi visto como uma maneira de não contrariar o torcedor, que tem criticado muito o técnico.

Uma pessoa próxima ao presidente confidenciou à reportagem do LANCE! que fazia muito tempo que não o via tão irritado com a situação do São Paulo em campo. Com o empate, o Tricolor chegou a cinco jogos sem vencer no Brasileirão.

Apesar do descontentamento, Juvenal não pensa em tomar atitude drástica contra o treinador, mesmo porque também credita boa parcela de culpa ao desempenho irregular de alguns jogadores, suspensões e convocações para a Seleção.

Nesta quinta-feira o mandatário esteve no CT da Barra Funda, assim como o diretor de futebol Adalberto Batista. Entre eles é consenso que qualquer mudança radical agora será prejudicial. Houve conversa com o grupo. A situação é contornável. Por ora.

Os problemas de Juvenal

Adilson Batista
Embora a forma de trabalho seja elogiada e ainda tenha prestígio, técnico tem, na visão da cúpula, aceitado a pressão da torcida em algumas decisões. Luis Fabiano em campo durante 90 minutos, como nas duas últimas partidas, é um exemplo.

Elenco irregular
Alguns jogadores, considerados essenciais para o time, não tem rendido o esperado. Casos de Lucas, Rhodolfo e Casemiro. Outros, como Denilson e Piris, têm ficado fora com frequência, por cartões e seleção paraguaia. Neste caso, acaba sobrecarregando outros.

Fogueira fabulosa
Por fim, até o momento no qual Luis Fabiano entrou no time desfavorece, na visão de Juvenal. O atacante não tem culpa, pois ainda não reúne condições ideais de jogo. Mas poderia ter estreado em situação diferente, sem pressão da torcida inclusive no comandante.

Fonte: Lance

terça-feira, 11 de outubro de 2011

SÃO PAULO DÁ SINAIS DE "FRITAR" O TÉCNICO ADILSON BATISTA


Técnico Adilson Batista não goza de prestígio com a diretoria do São Paulo

Apesar de alguns tropeços inesperados, o São Paulo ainda briga pelo título do Brasileirão. Mas nem isso faz a diretoria do clube ter confiança plena no trabalho do técnico Adilson Batista, que está há dois meses e meio no comando do time tricolor.
O estafe são-paulino dá cada vez mais dicas implícitas de que o futuro de Adilson em 2012 não será mais no clube. Apesar de não admitir publicamente, o presidente Juvenal Juvêncio já está de olho no mercado em busca de um substituto.

Sempre que questionado sobre o assunto, Adilson se diz tranquilo e vai além ao assegurar que conseguirá conquistar o torcedor, que anda cético sobre o seu trabalho. “O torcedor daqui a pouco vai ter consciência e vai nos apoiar. Até o final do ano, conquistaremos essa turma aí”, falou na sexta.

Adilson tem sido alvo de vaias da torcida do São Paulo toda vez que o clube atua no Morumbi. Mas o UOL Esporte apurou que os apupos ao treinador nos bastidores são cada vez maiores. Veja quais são:

CONHEÇA OS SINAIS DE DESGASTE DE ADILSON BATISTA NO SÃO PAULO

INSEGURANÇA SOBRE O FUTURO: Os dirigentes do São Paulo não garantem a permanência do treinador em 2012, com a desculpa de que não é hora para se falar nisso, mas a atitude não deixa de ser um sinal de que não existe confiança plena no trabalho de Adilson Batista.

MULTA RESCISÓRIA BAIXA: Algo que postergou a saída do antecessor Carpegiani, a multa rescisória não é um problema com Adilson, já que se decidir demití-lo, o São Paulo pagará apenas o equivalente a um mês do seu salário, o que facilita a saída. Internamente, os cartolas fazem questão de alardear o valor da multa que facilitaria a sua demissão.

FLERTE COM FELIPÃO: A situação instável do técnico do Palmeiras, e a necessidade de Juvenal de encontrar um 'cala-boca' para os críticos se decidir demitir Adilson fizeram o São Paulo passar a cobiçá-lo. Mas ainda é um flerte, sem oferta oficial, pois o presidente do rival alviverde, Arnaldo Tirone, faz questão declarar que quer segurá-lo no cargo ano que vem.

CURTA DURAÇÃO DO CONTRATO: Publicamente, tanto os diretores quanto Adilson afirmam que o contrato até o final do ano foi por uma opção do treinador, mas o fato não deixa de ser uma salvaguarda para a cúpula são-paulina se optar por demití-lo. Quando o compromisso foi assinado, os dirigentes afirmaram reservadamente que só haveria prorrogação se ele fizesse o que se esperava dele neste ano.

PRESSÃO POR RIVALDO TITULAR E CASEMIRO RESERVA: Adilson não passou isento por uma prática recorrente no São Paulo: a influência implícita da diretoria na escalação do time. O técnico teve que lidar com pressão para colocar Rivaldo de titular e barrar Casemiro, e acabou cedendo em ambas as coisas. pelo histórico do time tricolor, quando isso acontece, o técnico está chegando no fim de seu prazo de validade.

‘APOIO’ ÀS VAIAS: Longe dos microfones, os dirigentes ficaram do lado da torcida, que vaiou o técnico por sacar Luis Fabiano em sua estreia, quando o camisa 9 do time deu lugar a Carlinhos Paraíba aos 15min do segundo tempo da derrota para o Flamengo por 2 a 1 no Morumbi.

Fonte: Uol

domingo, 9 de outubro de 2011

JUVENAL DIZ QUE FUTURO DE ADILSON SERÁ DECIDIDO APÓS O NACIONAL

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, não está satisfeito com o desempenho do time no Campeonato Brasileiro. O cartola afirma que o "day after" da competição será decisivo para o futuro do técnico Adilson Batista no clube.
A informação é da coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri.

"No mundo do futebol, o resultado conta. Mas nossa reflexão [da diretoria] é mais serena. Se você olhar para a praça, grandes nomes não vão tão bem. A nós, dirigentes, cabe decidir com a razão. Enquanto a bola rolar, nada será decidido", disse o presidente.

Jorge Araújo-27.mai.2011/Folhapress
Juvenal Juvêncio fala ao celular durante treino do São Paulo no CCT da Barra Funda

Ainda de acordo com a coluna, a oposição são-paulina afirma que a troca de Adilson Batista por um técnico mais experiente, com currículo extenso, seria mais uma jogada política de Juvenal. Alegam que sempre que o clube não vive bom momento, o presidente promove uma mudança desse gênero.

O dirigente se defende e diz que não precisaria fazer uma coisa dessas por razões políticas e que o clube praticamente não tem oposição. Exemplifica com a eleição de conselheiros vitalícios que foi aprovada quase por unanimidade, tendo somente dois votos em branco e um nulo.

Adilson Batista assumiu o São Paulo na 11ª rodada. Já comandou o time em 28 jogos e conseguiu 26 pontos. Atualmente a equipe ocupa a terceira colocação, com 47 pontos.

Fonte: Folha.com

terça-feira, 4 de outubro de 2011

HÉLIO DOS ANJOS É OBSERVADO NO MORUMBI

Hélio dos Anjos, rodado técnico do Atlético-GO, arranca suspiros no Morumbi. Ao mesmo tempo, ninguém no São Paulo morre de amores por Adilson Batista.
O trabalho dos dois é comparado. O que se ouve é que Hélio conseguiu dar um padrão de jogo a seu time e mantém uma campanha regular, com seguidas boas atuações. Enquanto isso, Adilson não é capaz de emplacar uma série de bons jogos.
Quem elogia o técnico do Atlético-GO sabe que uma eventual contratação dele pelo São Paulo causaria polêmica entre conselheiros e torcedores. A pressão seria grande. Mesmo assim, haverá defensores da ideia caso Adilson perca o emprego no final do ano.

Fonte: Blog do Perrone/Uol

terça-feira, 13 de setembro de 2011

ADILSON REBATE RÓTULOS, CITA TELÊ E AVISA: "NÃO ACEITO QUE ME JULGUEM"

Chamado de 'professor pardal', técnico se apega a exemplo de reviravolta do 'ex-pé frio' Mestre Telê e deixa no ar a mágoa com o Corinthians

Até julho de 2010, Adilson Batista era considerado um dos técnicos “tops” do futebol brasileiro. Vice-campeão da Taça Libertadores de 2009 pelo Cruzeiro, saiu da Toca da Raposa após um ótimo trabalho de dois anos e meio e chegou ao Corinthians para substituir Mano Menezes, que havia deixado o Parque São Jorge para assumir a Seleção Brasileira. Após quatro meses, saiu do Timão, pressionado pelos fracos resultados e por não se sentir unanimidade perante o grupo. Veio 2011 e uma nova esperança se reacendeu. Afinal, ele comandaria o Santos com a geração mais badalada do futebol brasileiro nos últimos anos. Após três meses, 11 jogos e apenas uma derrota, foi demitido. Depois, novo trabalho sem sucesso, desta vez pelo Atlético-PR.

Adilson conheceu o outro lado da moeda. Sem prestígio, ganhou nova chance para se reerguer, desta vez no São Paulo. Pode-se dizer que é a união perfeita em busca do sucesso que ambos esqueceram no passado. O treinador não ganha nada desde o título mineiro de 2009, enquanto o clube do Morumbi perdeu seu rumo após a saída de Muricy Ramalho. O início, no entanto, não tem sido fácil. Apesar da terceira posição na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, o São Paulo ainda oscila demais. Adilson sofre com a desconfiança do torcedor, mas mantém seu foco no trabalho.

Respira São Paulo Futebol Clube 24 horas por dia. Dorme, acorda e come no CT da Barra Funda. Participa ativamente de todo o material didático que é repassado aos atletas. Alia a modernidade de um iPad com a simplicidade da prancheta para trabalhar no dia a dia. Em entrevista exclusiva ao GLOBOESPORTE.COM, o treinador não esconde o incômodo com rótulos que ganhou no futebol, como o de "Professor Pardal". Como exemplo de reviravolta na carreira, Adilson cita Telê Santana, que, segundo ele, "passou 20 anos sendo chamado de pé-frio" e depois "virou o melhor do mundo". Adilson garante que não é retranqueiro e diz ter uma certeza:

- Eu sei que o estou fazendo. Logo estaremos conquistando o que estamos procurando.


Adilson Batista acredita que o São Paulo brigará pelo Brasileirão (Foto: Marcos Ribolli/Globoesporte.com)
Veja a entrevista abaixo

GLOBOESPORTE.COM - Nesta semana, você completará dois meses de São Paulo. Que balanço é possível fazer do seu trabalho até agora?
Adilson Batista - É evidente que gostaria de estar em uma situação melhor do que a que estamos. Deixamos a desejar em algumas partidas, principalmente dentro de casa. É claro que é preciso considerar alguns fatores. Perdi jogadores machucados, suspensos, convocados. Não estou aqui reclamando ou justificando. Faz parte do trabalho e não sou só eu que convivo com isso. Mas deixamos alguns pontos escapar.

Você ainda está longe de ser uma unanimidade perante o torcedor. Como encara essa situação? O quanto isso atrapalha o seu trabalho?
Não sou de sair muito, fico o tempo todo no CT. Mas, no pouco que saio, vejo são-paulinos me cumprimentando, me desejando sorte, me querendo bem, esperando que eu tenha uma identificação com o clube e que possa repetir o que fiz no Cruzeiro, já que os clubes têm estrutura parecida. Com os resultados, as coisas vão melhorar. Tenho consciência do que estou fazendo, estou respirando o clube, estou morando no CT e, com o tempo, vamos conquistar o resultado que estamos procurando.

Por que você resolveu morar no CT?
Achei que era importante. Você chega, acompanha os dez jogos que a equipe havia feito até aqui no campeonato, vê imagens abertas de tudo que foi gravado, observa material dos atletas, vai a Cotia, acompanha a estrutura montada lá, faz coletivo com os juniores. No CT, posso interagir com a área médica, com a fisioterapia, com a preparação física. Acho que facilita demais o meu trabalho. Achei melhor ficar no CT. Era o que eu tinha de fazer mesmo. Logo mais, eu vou procurar um flat.
Tenho consciência do que estou fazendo"
Adilson Batista

Você disse acima que o torcedor espera que você repita o trabalho feito pelo Cruzeiro. Por que hoje as pessoas dividem o Adilson Batista treinador em duas fases? A primeira, ótima no Cruzeiro, e a segunda, com três passagens ruins por Corinthians, Santos e Atlético-PR?
É preciso saber analisar as coisas. Meu trabalho não começou no Cruzeiro. No Mogi Mirim, fiz um campeonato com 65 times e perdi a decisão para o Etti Jundiaí, que era bancado pela Parmalat. Depois, fui para o América-RN, e lá fui campeão estadual. Na sequência, estive perto de subir para a Série A com o Avaí e salvei Grêmio e Paysandu do rebaixamento. Também fiz ótimo trabalho no Jubilo Iwata (JAP). No Cruzeiro, fiz grandes trabalhos. Só perdi um Mineiro quando o Vanderlei estava lá. Na Libertadores, fui um ano eliminado pelo São Paulo, outro pelo Boca e no terceiro fui vice-campeão perdendo para o Estudiantes. E agora tem gente que quer me julgar por três trabalhos? Não aceito que me julguem. Nesse momento, você escuta cada bobagem...

E por que ficou tão pouco tempo em cada um dos três times?
Em um time (Corinthians), perdi inúmeros jogadores por lesão e Seleção. No outro (Santos), perdi apenas uma partida (para o Corinthians), vindo de uma viagem desgastante (o Peixe havia jogado contra o Deportivo Tachira na Venezuela, pela Libertadores) e não contei com quatro jogadores nessa partida, que estavam na Seleção. No Atlético-PR, fui porque sou atleticano, tenho cadeira no estádio e achei que poderia ajudar. Pela torcida que tem, eles estão devendo um grande time. Tentei fazer o meu melhor e não consegui. Mas não aceito que fiquem me julgando por isso.

Ficou alguma mágoa de Santos e Corinthians? Você não cita o nome dos times.
O importante é que deixei as portas abertas. No jogo (do São Paulo) contra o Santos, o Pedro (diretor de futebol) me deu um abraço. O mesmo no Corinthians com o seu Mário Gobbi (ex-diretor de futebol). Eu sou um cara limpo, honesto, trabalhador. Quem não quer um cara assim? Às vezes dá certo, às vezes não dá.

No Corinthians, muitos dizem que você caiu porque não permitiu que os jogadores fumassem e jogassem baralho na concentração.
Passado. Estou no São Paulo. Só estou respondendo porque vocês estão perguntando. O que me deixa feliz é que o meio me conforta. No jogo contra o Santos, todos os atletas vieram me cumprimentar. O mesmo aconteceu contra o Atlético-PR. Tenho respeito por todas as instituições. Eu não bato de frente com ninguém. Daqui a pouco vou conquistar algo no São Paulo e não vou mudar. Você escuta algumas coisas que precisa relevar, que é melhor dar risada.
Ver o Thiago Heleno bem no Palmeiras o deixa alviado? (No Corinthians, o treinador barrou o capitão Chicão para escalar o zagueiro com quem tinha trabalhado no Cruzeiro)
Não tem alívio, ele é base do Cruzeiro, tem potencial, tem força. Esse tipo de coisa não me incomoda. Eu conheço o jogador. Como o Gil, que estava no Cruzeiro e foi para a França. Agora por que nao deixaram jogar? Não é problema meu. Eu sou limpo, transparente. Não fico fazendo média com A, B ou C, com empresário. Comigo é campo. Jogou bem, fica; não jogou bem, sai.

É difícil lidar com rótulos? Você é chamado de Professor Pardal, de retranqueiro
O Telê ganhou título brasileiro em 1971 e passou 20 anos sendo chamado de pé-frio. Aí ganhou com o São Paulo e virou o melhor do mundo. Mas ele sofreu por 20 anos, mesmo sendo um profissional fantástico. O Vanderlei (Luxemburgo) era decadente, está aí de novo. Isso magoa. O Zagallo "inventou" o Piazza de quarto-zagueiro na Copa de 70 e todos viram o que aconteceu. Quanto ao termo professor Pardal, fui eu que falei após uma partida do Cruzeiro contra o Ituiutaba. Comecei o jogo com o Henrique (volante) de zagueiro e estávamos ganhando por 4 a 1. Como tínhamos um jogo pela Libertadores, saquei e botei um zagueiro, o Thiago Martinelli. O jogo acabou 4 a 4 e, na coletiva, eu ironizei, me chamando de Professor Pardal. Mas se você pensar, quando o volante estava improvisado, estávamos ganhando por 4 a 1. Com o zagueiro da posição, que não era para tomar gol nenhum, levei três. E sou eu que invento?
Fazer análise pós-jogo é uma das coisas mais fáceis no futebol"
Adilson Batista

Ser chamado de retranqueiro o incomoda?
Eu já joguei no 4-4-2, no 4-3-3. Mas eu preciso escalar de acordo com a característica dos jogadores que eu tenho. Eu uso três volantes e sou retranqueiro. Quando estava lá no outro, botei o Ralf para jogar ao lado do Paulinho e do Jucilei. Na época, fui crucificado. Como é que eles jogam hoje? O Muricy fez o mesmo no Santos na final da Libertadores, quando usou o Adriano, que foi peça fundamental. E só eu sou retranqueiro? Quem está lá dentro sabe o que está fazendo, quem está fora precisa saber respeitar. Contra o Atlético-MG, por exemplo, fui criticado porque escalei o Wellington na lateral. Só que ninguém observa que o Cuca mudou o jeito do adversário jogar e botou o Neto Berola na esquerda. Eu faço o que acho que possa fazer o time render bem. No futebol, o atleta tem de jogar aqui, ali e lá, senão não serve. Contra o Fluminense, escalei dois volantes e botei o Cícero um pouco mais recuado. O que aconteceu? Levamos um passeio do Fluminense. E quem está errado? A grande verdade é que fazer análise pós-jogo é uma das coisas mais fáceis no futebol.

Ficou surpreso com o convite do São Paulo?
Recebi outras propostas e estava encaminhando uma situação de dar uma saída e não concretizei. Quem está no meio está acostumado. O importante é que o Brasil tem grandes profissionais.

No que o São Paulo precisa evoluir?
Precisamos melhorar nos três setores, fazer eles andarem juntos. Estamos cometendo muitos erros por desatenção. Quando eu tiver tempo para trabalhar, vai melhorar. Começou o Denilson, que seria a peça para exercer uma liderança tática em campo, ele se machucou. Quarta e domingo não tem como treinar. Agora terei a semana cheia, mas temos quatro na Seleção. Nesta semana, também treinarei no Morumbi. Vou seguir trabalhando e vou encontrar o time. Ainda não encaixamos "aquele jogo", mas tenho certeza de que logo isso vai acontecer.


Treinador é só elogios para a postura do goleiro e capitão Rogério Ceni (Foto: Ag. Estado)

Como adversário, você sempre acompanhava o Rogério Ceni. Mudou algo na sua impressão ao estar trabalhando diariamente com ele?
Para mim, o Rogério é um meia esquerda que joga no gol. É o cara que pensa, que organiza, é inteligente. Dispensa comentários, é um cara fantástico, profissional sério, dedicado, só quer vencer, tem me ajudado demais.

Você está ansioso para contar com o Luis Fabiano?
Quem me observa no dia a dia acha que sou um cara agitado. Mas eu sou normal, tranquilo. Ele é um grande jogador e, na hora certa, vai nos ajudar bastante. É preciso ter calma e não atropelar etapas.
O Luis Fabiano, na hora certa, vai nos ajudar bastante"
Adilson Batista

Rogério Ceni; Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Wellington, Denilson, Casemiro e Lucas; Dagoberto e Luis Fabiano. É possível escalar esse time? O torcedor sonha com a volta do Luis Fabiano e não imagina a equipe sem Lucas e Dagoberto.
Grande time. Bem treinado, com repetição de jogos para ganhar conjunto, é uma ótima opção.

Recentemente, você foi muito elogiado pelo Muricy Ramalho. Como é sua relação com os outros treinadores dentro do meio do futebol?
Criamos uma boa amizade. Nós nos enfrentamos muito na Libertadores, ele pelo São Paulo, eu pelo Cruzeiro. Eu me lembro que, em 2005, na premiação dos melhores do Campeonato Brasileiro, saímos depois, ficamos conversando, contando piada, tomando cerveja. O Muricy é autêntico, é vencedor. Fiquei feliz com a sua ida para o Santos. O Brasil tem uma safra de ótimos treinadores. Inclusive, quero aproveitar e dizer que estou na torcida pelo Ricardo Gomes, que é um cara muito bacana.

Aproveitando sua última resposta sobre o Ricardo Gomes, como está a sua saúde? Você se cuida, teve uma precaução maior após o que aconteceu com o técnico do Vasco?
Tenho, faço exames regularmente. Quando cheguei aqui ao São Paulo, refiz todos. Estou com o colesterol meio alto. Acho que é por causa da manteiga, dos ovos, do camarão (risos). O resto é normal. A pressão está 12 por 8, durmo bem. Estava gordinho, dei uma emagrecida. Agora só falta um convite para bater uma bolinha aqui no CT.

Fonte: Globo Esporte

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ADILSON SE JUNTA A ROGÉRIO E DETONA ARBITRAGEM

Sem perder a sua tradicional calma ao falar, o técnico do São Paulo, Adilson Batista, juntou-se ao goleiro Rogério Ceni e não hesitou em detonar a arbitragem do paranaense Héber Roberto Lopes e culpá-la pela derrota para o Grêmio por 1 a 0 neste domingo. O resultado negativo tirou a chance de o clube paulista assumir a liderança do Campeonato Brasileiro.



"Nós tivemos um gol mal anulado, o Casemiro não fez falta em ninguém. Depois desse lance saiu o gol [do Grêmio]. Foi um jogo truncado, faltoso, só o meu xará fez nais de 20 faltas e não tomou nenhum [cartão] amarelo", afirmou o treinador na entrevista coletiva, referindo-se ao volante do time gaúcho que também leva o nome de Adilson.
O lance do qual o treinador queixa-se aconteceu aos 18 minutos do segundo tempo, quando Juan cruzou da esquerda e o volante tricolor tocou de cabeça para as redes. Héber Roberto Lopes viu falta de Casemiro em seu marcador ainda antes de a bola chegar e parou o lance, o que invalidou a jogada que acabou co a bola no fun do gol.

"Sofremos um gol de contra-ataque após fazer um com o Casemiro que foi anulado em um lance que não aconteceu nada", disparou Adilson. No minuto seguinte ao lance reclamado pelo treiandor são-paulino, os donos da casa foram ao ataque e anotaram o gol da vitória com Douglas.

"Os citérios formam diferentes, por questão de torcida você toma cartão amarelo, por exemplo. O outro lado bateu e não aconteceu nada", seguiu questionado o treinador, para quem o árbitro deixou-se influenciar pela pressão da torcida, que lotou o Olímpico.

Questionado se concordava com Rogério, que na saída do gramado disse que "será muito dificil para o São Paulo chegar de novo", insinuando, mas sem dizer especificamente o quê, haver algo contra o clube, Adilson foi direto.

"Vou falar sobre hoje. Eu conheço o Héber, mas a arbitragem ficou com critérios diferentes. Ele amarelou nosso time inteiro no primeiro tempo, e isso gera uma desconfiança. Preciso falar em relação a hoje [domingo], e hoje não gostamos da arbitragem", encerrou o comandante tricolor.

Fonte: Espn

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

ADILSON BATISTA PRECISA DE TÍTULO PARA SEGUIR NO SÃO PAULO EM 2012

A cúpula do São Paulo está convencida de que a irregularidade do time é mais culpa dos jogadores do que de Adilson Batista. Mesmo assim, o treinador não encanta os cartolas. Contratado por falta de opções, não conseguiu, na opinião da maioria dos dirigentes, domar os atletas mais jovens e deixá-los focados no Brasileirão. Pelo menos até agora.
Na avaliação da diretoria, Adilson não é o nome ideal para conduzir o time na próxima Libertadores, caso a vaga seja conquistada. Por isso, os dirigentes afirmam em conversas informais que ele só continua no clube se conquistar o Brasileiro. Apostam que em dezembro existam técnicos desempregados mais ao gosto de Juvenal Juvêncio.
O curto contrato atual de Adilson, válido até dezembro, mas com uma cláusula de renovação, é uma clara demonstração da fragilidade do voto de confiança dado a ele pelo presidente são-paulino. O tratamento dispensado ao treinador mostra que o São Paulo abandonou de vez a filosofia de dar tempo a seus técnicos na formação de equipes vencedoras.

Fonte: Blog do Perrone

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CAÑETE SE DESTACA EM COLETIVO

Meia argentino mostrou que ainda não tem condições de atuar 90 minutos, mas se destacou nas assistências e deixou a sua marca em chute de pé direito

Contratado por US$ 3 milhões (R$ 4,6 milhões) junto ao Boca Juniors (ARG), o meia Marcelo Cañete ainda vive a expectativa de estrear pelo São Paulo. Nas últimas cinco partidas do time na temporada (Atlético-PR, América-MG e Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro, além dos dois duelos contra o Ceará, pela Copa Sul-Americana), o argentino ficou no banco de reservas, o que tem gerado expectativa na torcida e alguma irritação no técnico Adilson Batista que, a cada entrevista coletiva, precisa responder a mesma pergunta.
Após a vitória contra o Ceará, Adilson fez um pedido aos jornalistas.
- Respeito o atleta, independente do país, gosto de qualidade e ele tem qualidade. Só que ele chegou em um período de recuperação. Amanhã o CT estará aberto e terá um coletivo contra os juniores. Acho importante vocês observarem – afirmou o treinador.
E foi o que a reportagem do GLOBOESPORTE.COM fez. O coletivo dos reservas contra os juniores teve a duração aproximada de uma hora e o time principal jogou com: Denis; Jean, Xandão, Luiz Eduardo e Henrique Miranda; Zé Vitor, Rodrigo Caio, Cañete e Rivaldo; Marlos e Henrique. O duelo terminou 1 a 0, gol marcado justamente pelo meia argentino, em chute da entrada da área.


Gringo fez um gol de pé direito no coletivo e criou outras jogadas de perigo (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)

Mais do que o gol, Cañete mostrou bom desempenho. Embora claramente ainda não tenha condições de atuar os 90 minutos, o camisa 14 mostrou muita habilidade com o pé direito e facilidade para dar assistências. Em duas delas, deixou Henrique na cara do gol, mas o atacante desperdiçou. Também fez tabelas com Marlos e ainda mostrou inteligência para virar o jogo quando necessário, o que gerou muitos elogios de Ivair, auxiliar técnico de Adilson Batista, que apitou a partida.
Seu estilo de jogo é parecido com o de Rivaldo, ou seja, aquela peça que tem pouca velocidade, mas se destaca com a bola nos pés. O gringo será relacionado para o clássico de domingo, contra o Santos, na Vila Belmiro. E a torcida são-paulina espera que finalmente possa conhecer o dono da camisa 14.

Fonte: Globo  Esporte

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

"NÃO É NO GRITO QUE O CAÑETE VAI ENTRAR", DIZ ADILSON

O argentino Marcelo Cañete foi contratado pelo São Paulo há pouco mais de um mês, mas ainda não estreou. Mesmo sendo praticamente desconhecido da maioria dos torcedores --que só devem ter visto lampejos do meia através de vídeos na internet--, em todos os jogos a torcida pede a entrada do jogador. O fato parece estar começando a incomodar o técnico Adilson Batista.

O meia argentino Cañete durante treino do São Paulo

"A primeira coisa é o respeito pelo atleta. É um jogador de qualidade, que chegou e teve um período de recuperação, aí foi fazer trabalho físico", justificou. Mas depois ele mostrou que ainda falta algo para que o argentino tenha chances.

"Não é no grito [que Cañete vai entrar]. Amanhã [nesta quinta] tem treino contra os juniores, ele vai jogar. Podem ir lá ver. Eu tenho que vivenciar o jogo. Mas ele vai ter oportunidade. Hoje [ontem] optei pelo Rivaldo para ele controlar o jogo", explicou Adilson, negando peremptoriamente que esteja preterindo o argentino de propósito.

Fonte: Folha.com

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

SPFC VAI PRA CIMA DE FELIPÃO

O furo do ótimo Paulo Galdieri, amanhã no JOrnal da Tarde, deixou muita gente infeliz no São Paulo. Galdieri noticiou que Roberto Frizzo, vice-presidente de futebol não perderia um minuto lamentando uma provável saída de Felipão e que já teria acertado tudo com Paulo César Carpegiani para substituir o pentacampeão do mundo em 2002. É um divórcio que anteciparia o plano da diretoria, montado para ter Scolari em janeiro de 2012.

O São Paulo sonha há muito com Felipão. Ao contrário de Luxemburgo, que nunca conseguiu apagar totalmente com as restrições que sofre no MOrumbi, Scolari é desejado há tempos. Ele estava acertado com o clube no ano passado, mas a oferta do Palmeiras foi melhor e ele voltou ao Parque Antártica.

A aposta passou a ser, então, em um desgaste da relação. Ela já existia no início do ano, mas as duas partes reataram. Quando, em junho, Carpegiani balançava, o São Paulo esperava por Felipão. Não deu para esperar e acertou com Adilson Batista.

Acertou por cinco meses. Até dezembro, quando termina o contrato de Scolari com o Palmeiras. Não é por acaso. A troca de ambos seria natural. Se Scolari sair agora, não. Seria necessário demitir Adilson, o que a diretoria - que gosta de ter fama de moderna - não gostaria de fazer agora, com apenas um mês de trabalho.

A situação de Adilson no final do ano será medida pelo fator Libertadores. Quando assumiu, o clube estava entre os quatro primeiros do Brasileiro, garantindo a vaga. Até hoje, o clube esteve sempre com a vaga na mão. Se o São Paulo se classificar, seu caso será analisado e ele pode ficar ou não. Caso não se classifique, está fora.

Fonte: Blog do Menon

EM SETE LAGOAS, TRICOLOR SEGUE CAÇA AOS LIDERES

Equipe conta com bom desempenho fora de casa para vencer o América-MG

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Por Rubens Chiri

O São Paulo não poderá vacilar no jogo desta quinta-feira, em Sete Lagoas, diante do América-MG, pelo Campeonato Brasileiro, já que o líder Corinthians venceu seu compromisso na rodada e abriu cinco pontos na liderança em relação ao Tricolor Paulista.
Para não deixar o rival disparar, o São Paulo aposta no bom desempenho como visitante neste Brasileiro. A equipe tem o melhor aproveitamento fora de casa entre todos os 20 clubes da Série A. Ao todo, são sete partidas, com cinco vitórias e duas derrotas - 75% de aproveitamento.
Sob o comando de Adilson Batista, o Tricolor venceu as duas partidas que realizou longe do Morumbi. A primeira delas no Couto Pereira, com a épica vitória por 4 a 3. Depois foi a vez de vencer o Avaí na Ressacada por 2 a 1, com dois gols do meia Cícero.
"Para ser líder temos de continuar vencendo nossas partidas fora de casa. Mas também precisamos vencer no Morumbi. Sabemos que dentro de casa podemos fazer algo a mais para alcançar a liderança", ressaltou Cícero, que deverá seguir entre os titulares nesta quinta.
Adilson Batista contará com reforços em Sete Lagoas, principalmente no sistema defensivo. Xandão e Rhodolfo, além de Rodrigo Caio (que está sendo improvisado no setor), voltam de lesão e ficam à disposição do treinador. No entanto, a escalação ainda não está definida.
Se por um lado perdeu Denilson no meio de campo, Adilson ganhou Carlinhos, que retorna após cumprir suspensão automática. No setor, ele ainda tem Rivaldo, artilheiro da equipe desde que chegou, com três gols - Atlético-GO, Ceará e Atlético-PR.
"Estou tendo mais oportunidades agora. Já fiz três gols desde a chegada dele e fico muito feliz por isso. Espero dar continuidade e fazer mais. Quero ser campeão e estou batalhando para isso acontecer", completou o camisa 10.
O desempenho fora de casa é trunfo para não deixar o líder Corinthians escapar. Três pontos que darão ainda mais moral ao time no Brasileiro, já que as próximas duas rodadas serão clássicos - Palmeiras e Santos. Mesmo em Minas, a torcida são-paulina dará apoio ao grupo.
AMÉRICA-MG X SÃO PAULO
Estádio: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Data/hora: 18/8/2011 - 21h
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Tatiana Jacques de Freitas (RS)
AMÉRICA-MG: Neneca; Micão, Gabriel e Willian Rocha; Marcos Rocha, Dudu, Amaral, Rodriguinho e Gilson; Léo e Alessandro. Técnico: Givanildo Oliveira.
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Piris, Xandão (Jean), Rhodolfo (Zé Vitor) e Juan; Wellington, Carlinhos, Cícero e Rivaldo; Lucas e Dagoberto. Técnico: Adilson Batista.

Fonte: Site Oficial

Leia Mais: Henrique brilha e coloca o Brasil na final do Mundial Sub-20

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

DEPARTAMENTO MÉDICO DO SÃO PAULO INICIA OPERAÇÃO: SALVA ADILSON

O técnico Adilson Batista pediu e rapidamente foi atendido. Com inúmeros problemas no time, o departamento médico do São Paulo entrou em ação para tentar recuperar os jogadores lesionados visando à partida de quinta-feira, contra o América-MG, na Arena do Jacaré.

Neste domingo, Rhodolfo (com edema na coxa esquerda), Xandão (estiramento muscular na coxa direita) e Denilson (dores na coxa direita) ficaram sem a folga do Dia dos Pais e fizeram tratamento no Reffis.

A situação dos dois zagueiros é mais emergencial, já que no momento Adilson não conta com nenhum atleta da posição apto para atuar. A participação deles no confronto vai depender da evolução do tratamento no decorrer da semana. Se até quarta-feira forem liberados para treinar no campo, podem estar à disposição de Adilson.

Já Denilson ainda será submetido a exame de ressonância magnética nesta segunda-feira para saber a gravidade do problema. Ele deixou a partida de sábado com dores na coxa direita.

Rodrigo Caio, outro volante que pode atuar na zaga, segue tratando o joelho esquerdo e a situação é a mesma dos zagueiros citados. Enquanto isso, Adilson teme não ter 18 jogadores para levar para Minas Gerais e compor o banco de reservas. Vale lembrar que o zagueiro João Filipe está suspenso.

Fonte: Lance

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ADILSON BATISTA ELOGIA RAÇA DA EQUIPE E APOSTA EM VIRADA

Técnico aposta no Tricolor para avançar de fase na Copa Sul-Americana


Por Rubens Chiri

Ninguém gosta de perder. E no São Paulo não é diferente. Mas a derrota para o Ceará por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, em Fortaleza, não causou grandes estragos no Tricolor. O técnico Adilson Batista enalteceu a raça da equipe no jogo.

No início do segundo tempo, o Tricolor ficou com um a menos depois da expulsão de Denilson. No fim, a equipe sofreu a virada. Apesar disso, o São Paulo fez um gol fora de casa, que é muito importante na Copa Sul-Americana.

"Não era o resultados que gostaríamos, mas fizemos um gol fora de casa. Temos que destacar o espírito guerreiro, de luta, de entrega, de superação, de buscar o gol mesmo sendo pressionado", ressaltou o técnico Adilson Batista.

O zagueiro Rhodolfo, que deixou o jogo no intervalo por conta de um incômodo muscular, também acredita que no Morumbi a história será diferente.

"Com o apoio da nossa torcida eu tenho certeza que vamos conseguir esta classificação. Lutamos demais hoje (quarta-feira). Temos chances ainda", completou o camisa 4.

Fonte: Site Oficial

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ADILSON MUDA FUNÇÃO DE WELLINGTON PARA TRANSFORMÁ-LO EM "RAMIRES SÃO-PAULINO"

Wellington, jogador do São Paulo, mudou de função tática desde a chegada do técnico Adilson Batista

Com apenas 20 anos e apoiado pelo então técnico Paulo Cesar Carpegiani, ele virou o protetor da defesa do São Paulo. Agora sob o comando de Adilson Batista, Wellington mudou de função: deixou de ser o primeiro volante e agora é o homem-surpresa e o ‘pulmão’ do novo treinador no Brasileirão.

No duelo contra o Vasco no último domingo, Wellington foi visto em muitas ocasiões no ataque, tentando surpreender e descolar a marcação dos vascaínos para permitir a entrada de outro jogador no buraco criado por seu deslocamento.

A boa capacidade física do jogador foi usada como argumento para o técnico Adilson Batista pensar em construir a versão são-paulina de jogadores como Ramires (então no Cruzeiro), Elias (ex-Corinthians), Arouca (do Santos) e Kleberson (do Atlético-PR), só para citar os últimos trabalhos do treinador no futebol.

"O Denilson é o primeiro volante. Eu vejo que o Wellington tem condições de fazer outra função. Contra o Internacional, ele jogou pelo lado esquerdo. Não vejo problema", explicou Adilson.

Questionado sobre a nova função, Wellington celebrou a confiança dada pelo treinador e disse que se prepara para cumprir o que lhe é passado. “Graças a Deus tenho bom condicionamento e venho me preparando para o que o professor pedir, eu fazer bem feito. Contra o Vasco, ele pediu para eu ir mais para frente, pelos lados, para levar a marcação do zagueiro, e foi o que eu fiz”.

Curiosamente, o jogador não foi aprovado em sua autocrítica sobre o desempenho na nova função: “Nesse jogo não fui tão bem, não produzi o que esperava, que era roubar bastante a bola e dar passes para gol. Creio que amanhã [hoje, contra o Bahia] farei uma bela partida e quero fazer bem feito para sair satisfeito”.

Segundo o Datafolha, o volante Wellington é o nono melhor passador do Brasileirão, com 93,1% de aproveitamento, e faz 11,3 desarmes por partida.

Fonte: UOL

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

ESTREANTE NO MORUMBI, PIRIS RECEBE ELOGIOS DOS COMPANHEIROS

Adilson aprova versatilidade do lateral, que arma boas jogadas e se adapta rapidamente ao esquema. Lucas também gosta de parceria pelo lado direito

O lateral-direito Piris vivia a expectativa de estrear neste domingo com a camisa do São Paulo. E tal estreia veio logo como titular no Morumbi, mas numa derrota de 2 a 0 para o Vasco. Confiante e com personalidade, o paraguaio contratado do Cerro Porteño fez boa dupla com Lucas pelo lado direito e até apareceu na área – exigiu grande defesa de Fernando Prass em um chute cruzado.

Cansado, ele deixou o campo na metade do segundo tempo, com o time já perdendo por 1 a 0.
A ideia da substituição foi segurar um pouco o ímpeto de Piris, que foi apresentado durante a semana e já foi para o jogo. O técnico Adilson Batista gostou da versatilidade do paraguaio, que pode se adaptar às opções táticas propostas pelo comandante.

- O Piris a gente já conhece há algum tempo, ele tentou fazer de tudo e foi bem. Está acostumado a jogar com três zagueiros lá atrás, mas também joga em linha de quatro, como fez no Cerro Porteño. Acho que ele foi bem, entendi que o aspecto físico já estava meio desgastado, então trocamos para ter uma força ofensiva - explicou Adilson.
Protagonista das principais jogadas com Piris, Lucas foi outro que aprovou a atuação do lateral. Tímido, o paraguaio saiu calado do Morumbi.

- Foi bem, sim, aos poucos vai se adaptando e vamos nos conhecendo. Mas deu opções de jogadas, foi uma boa estreia - disse Lucas.

Com Ivan Piris, a tendência é que Jean perca a vaga na equipe. O volante vinha atuando na lateral e ainda foi titular neste domingo, devido à suspensão de Denílson. Como ele volta na próxima quinta-feira, contra o Bahia, Adilson deve sacar Jean.

Fonte: Globo Esporte

sexta-feira, 29 de julho de 2011

SÃO PAULO JÁ DEFINE ADILSON COMO "O CARA QUE FALTAVA"

Treinador recebeu elogios de jogadores em apenas duas semanas de trabalho

Adilson Batista precisou de duas semanas de treino e dois jogos para o São Paulo, na opinião dos próprios jogadores, conseguir inserir o que faltava com Paulo César Carpegiani: confiança. Se o treinador anterior caiu após vencer as cinco primeiras no Brasileiro e perder três consecutivas na sequência, seu sucessor já conquista os comandados com um empate e uma vitória por ter mais diálogo.

Para Carlinhos Paraíba, o técnico Adilson Batista é "o cara que faltava" para a equipe do São Paulo ganhar confiança na sequência do Brasileirão.

- Estávamos precisando de um cara assim, para levantar a nossa confiança. A qualidade do grupo é grande, tem muito que tirar dele ainda. Com certeza, se confiamos em nós mesmos e o treinador também, é bom.

O jogador destacou principalmente a comunicação que o novo chefe tem estabelecido com os atletas.

- Ele prioriza sempre conversar com os jogadores. Antes da partida, na maioria das vezes nos chama individualmente e dá a confiança que o jogador precisa. É uma grande qualidade que ele tem e que vai nos ajudar.

O bate-papo continuará sendo utilizado pelo comandante. Nesta sexta-feira (29), já está programada para antes do treino da tarde uma reunião para ver vídeos com os lances da vitória por 4 a 3 sobre o Coritiba - a sessão deve durar cerca de meia hora. O mesmo ocorreu na última segunda-feira, quando o elenco se reapresentou depois de empatar por 2 a 2 com o Atlético-GO na estreia do técnico, em casa.

Além do recurso, Adilson tem agradado pela atenção aos reservas. Na última quinta-feira (28), por exemplo, comandou um coletivo em campo reduzido sem nenhum titular como se fosse o último antes da partida de domingo, contra o Vasco, no Morumbi. Deu bronca e orientou, acompanhando os atletas o tempo todo. A atitude também recebeu elogios de Carlinhos Paraíba.

- Ele conta com todos, principalmente com quem não vem jogando.

A empatia até o momento é tanta que o meio-campista, que deixou de ser um encostado no elenco graças à confiança que recebeu de Carpegiani após ser emprestado ao Goiás e dispensado, não gosta de ouvir reclamações pelos cinco gols sofridos em dois jogos do chefe à frente do Tricolor.

- O Adilson tem dois jogos. Está buscando a melhor forma possível para que não venha tomar muitos gols. Durante o campeonato, vamos acertar. Independentemente dos três gols, temos sempre que ressaltar a vitória.

Fonte: R7

quinta-feira, 28 de julho de 2011

SÃO PAULO LEMBRA TELÊ, ABRE 4, LEVA SUFOCO, MAS VENCE CORITIBA

Tricolor abre 4 a 0 com gol ao estilo do Mestre, permite reação, mas vence mais uma no Campeonato Brasileiro




por Rubens Chiri 

No começo dos anos 90, o saudoso Telê Santana fez do São Paulo um time mágico. Ofensivo, vistoso e tático são apenas alguns adjetivos para definir tanto brilhantismo. Na noite desta quarta-feira, em memória ao Mestre, que completaria 80 anos na última terça se estivesse vivo, o Tricolor fez o torcedor voltar ao passado, mesmo que por alguns minutos.
No Couto Pereira, o Coritiba pressionou nos primeiros minutos. Mas com a calma e frieza de outrora, o São Paulo abriu 4 a 0, no ínício do segundo tempo, com gols de Carlinhos, Juan, Dagoberto e Lucas. No entanto, sofreu três, passou sufoco, mas no fim suportou a pressão adversária e venceu fora de casa.
Não dá para definir qual o gol mais bonito. Cada um teve seu estilo e eficiência. Mas uma coisa é certa. Um resultado importante visando o futuro da equipe no Campeonato Brasileiro. Com 25 pontos, o Tricolor encostou de vez no líder Corinthians. Um jogo atípico, como o próprio placar já define. Porém, uma grande atuação tricolor, principalmente no primeiro tempo.
SHOW TRICOLOR
Pela primeira vez na temporada, o Tricolor conseguiu repetir a escalação. Sorte do técnico Adilson Batista. Apesar disso, o São Paulo sofreu pressão do Coritiba nos primeiros 15 minutos. Natural para quem joga fora de casa. Com menos de um minuto, Rogério Ceni teve uma bola na trave.
O time da casa seguiu pressionando, mas aí o Tricolor tomou conta do jogo. E o primeiro gol saiu após bobeira da zaga adversária. Aos 17, o São Paulo roubou a bola, Wellington achou Lucas, que tocou para Carlinhos. E o volante soltou a bomba para abrir o placar diante de sua ex-equipe.
Não bastasse esse, o São Paulo chegou ao segundo gol. Aos 23, após ótimo lançamento de Rhodolfo, Juan tocou por cobertura na saída de Edson Bastos e fez seu primeiro gol com a camisa do Tricolor. Mas o melhor estava guardado para os 30 minutos da etapa incial.
No melhor estilo Telê Santana, os jogadores do São Paulo trocaram passes, deixaram o Coritiba na roda e Dagoberto tocou para o fundo do gol após assistência precisa de Wellington. Antes do intervalo, o meia Davi foi expulso e complicou de vez a vida dos anfitriões.
GOLAÇO DO CRAQUE
Na volta do intervalo, Adilson colocou Cícero no lugar de Juan, já que o camisa 6 já havia recebido um cartão amarelo. Com isso, Carlinhos foi deslocado para a lateral esquerda. O show tricolor seguiu. Aos nove, após saída de jogo errada do Coritiba, Lucas ficou com a bola, percebeu Edson Bastos adiantado e marcou um golaço no Couto Pereira.
Com o placar praticamente definido, Adilson Batista resolveu poupar Rivaldo e colocou Marlos em campo. Mesmo com a vantagem no placar e também numérica, o Tricolor não se desligou da partida, seguiu atacando e criou boas oportunidades para ampliar a goleada. Mas, em três vacilos, Rafinha e Bill, duas vezes, descontaram, Contudo já era tarde para o resultado ser diferente. No fim do jogo, Denilson também recebeu o cartão vermelho.
O São Paulo jogou como o São Paulo de Telê, principalmente no primeiro tempo. Mas também não se pode esquecer da parcela de "culpa" que Adilson tem no resultado. Em grande estilo, o treinador conquistou a primeira vitória no clube e ganha ainda mais moral para levar o Tricolor de volta aos títulos.
REAPRESENTAÇÃO
O elenco são-paulino retorna para a capital paulista nesta quinta-feira. Na parte da tarde, Adilson Batista comanda um treinamento no CT da barra Funda. O Tricolor voltará a campo no próximo domingo, às 16h, diante do Vasco, no Morumbi.

Fonte: Site Oficial

Leia Mais: "Foi um bom jogo, mas vamos trabalhar mais nos treinos"